Ah pois é.
“O que é que vocês são?
CALOIROS!
De que curso?
ENFERMAGEM!
O que é que vocês vão ser?
PRAXADOS! PRAXADOS!
(…)”
Pois é pequenos. Entrei no que queria, no sitio que queria. Já se passou mais de 1 mês e posso resumir isto tudo numa frase: estou a gostar. É verdade que dá trabalho, mais trabalho do que aquele a que estava habituado, mas compensa – julgo.
Sou feliz. Estudo enfermagem, em Coimbra, vulgo cidade dos estudantes.
Espero que este ano lectivo seja dos melhores em termos profissionais e pessoais.
Não sei se é por estar rodeado todos os dias por mais de 50 raparigas na mesma sala. Se é por ter mais atenção por parte de todos pelo facto de ser o único rapaz (dos 4 possíveis) que aparece regularmente na aula, as tenho-me sentido perseguido pelas mulheres. Há algumas tentações na minha turma, ah se há, mas aquelas doutoras “abusam” de mim por ser rapaz e elas, muito provavelmente, andarem esfomeadas.
Existe uma rapariga na minha turma, cuja qual nunca permutei uma única palavra, bem boa – falando rápido – que dou por mim e por ela a trocarmos um ou outro olhar involuntário. Só um pormenor estúpido que aqui quero registar: a menina é alérgica ao látex, entre outros.
A questão que coloco é a seguinte: como é que a menina se envolve sexualmente com um rapaz? Se ainda não pina, como é que irá pinar pela primeira vez? Já estou a aparvalhar…pronto acabou.
Bom, quando estiver inspirado e com paciência para escrever alguma coisa realmente interessante, voltarei cá.
Cumprimentos
sábado, 7 de novembro de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
Ser homem.
Porque os homens também merecem...
Ser homem é:
- Sentir a dor física de uma bolada nos tomates.
- A tortura de ter de usar fato e gravata no Verão.
- O suplício de fazer a barba todos os dias.
- O desespero das cuecas apertadas.
- A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem soutien.
- A loucura de resistir olhar para umas belas pernas com uma mini-saia.
- Ir à praia com a sua mulher/namorada e resistir olhar para aquele mulherão que está deitada ao lado.
- Viver sob o permanente risco de ter de andar à porrada com outro homem.
- Vigiar o grelhador no churrasco ao fim de semana, enquanto todos se divertem.
- Ter sempre de resolver os problemas do carro, da aparelhagem, do leitor de DVD's, ect.
- Ter de reparar na roupa nova dela.
- Ter de reparar que ela mudou de perfume.
- Ter de reparar que ela mudou a tinta do cabelo de Imedia 713 para 731 loiro/bege.
- Ter de reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja só 1cm.
- Ter de jamais reparar que ela está com um pouco de celulite.
- Ter de jamais dizer que ela engordou, mesmo que seja a pura verdade.
- Desviar os olhos do decote da professora/colega/amiga/desconhecida, que se faz de distraída e deixa a blusa desabotoada até ao umbigo.
- Ter a obrigação de ser um atleta sexual.
- Ter a suspeita de que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está a tentar incentivar-nos.
- Ouvir um NÃO, virar para o lado conformado e dormir, apesar da vontade de partir o quarto todo e fazer um escândalo.
- Ter de ouvi-la dizer que está sem roupa, quando o verdadeiro problema reside no saber onde colocar novos armários para guardar mais roupa.
- Controlar-se para não olhar para o decote da irmã.
- Entalar a gaita na porcaria do fecho. São duas dores... É o entalanço e depois abrir o fecho outra vez.
Estão a ver. Ter um filho só custa no parto!
Depois elas ainda acham que é fácil, só porque NÃO TEMOS O PERÍODO!
Ser homem é:
- Sentir a dor física de uma bolada nos tomates.
- A tortura de ter de usar fato e gravata no Verão.
- O suplício de fazer a barba todos os dias.
- O desespero das cuecas apertadas.
- A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem soutien.
- A loucura de resistir olhar para umas belas pernas com uma mini-saia.
- Ir à praia com a sua mulher/namorada e resistir olhar para aquele mulherão que está deitada ao lado.
- Viver sob o permanente risco de ter de andar à porrada com outro homem.
- Vigiar o grelhador no churrasco ao fim de semana, enquanto todos se divertem.
- Ter sempre de resolver os problemas do carro, da aparelhagem, do leitor de DVD's, ect.
- Ter de reparar na roupa nova dela.
- Ter de reparar que ela mudou de perfume.
- Ter de reparar que ela mudou a tinta do cabelo de Imedia 713 para 731 loiro/bege.
- Ter de reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja só 1cm.
- Ter de jamais reparar que ela está com um pouco de celulite.
- Ter de jamais dizer que ela engordou, mesmo que seja a pura verdade.
- Desviar os olhos do decote da professora/colega/amiga/desconhecida, que se faz de distraída e deixa a blusa desabotoada até ao umbigo.
- Ter a obrigação de ser um atleta sexual.
- Ter a suspeita de que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está a tentar incentivar-nos.
- Ouvir um NÃO, virar para o lado conformado e dormir, apesar da vontade de partir o quarto todo e fazer um escândalo.
- Ter de ouvi-la dizer que está sem roupa, quando o verdadeiro problema reside no saber onde colocar novos armários para guardar mais roupa.
- Controlar-se para não olhar para o decote da irmã.
- Entalar a gaita na porcaria do fecho. São duas dores... É o entalanço e depois abrir o fecho outra vez.
Estão a ver. Ter um filho só custa no parto!
Depois elas ainda acham que é fácil, só porque NÃO TEMOS O PERÍODO!
sábado, 25 de julho de 2009
Perfil psicológico das mulheres
É minha crença, talvez óbvia demais, que muitas das mulheres não são o que realmente são. São o que a beleza com que nasceram se lhes permite ser. A beleza com que se nasce condiciona, de certa forma, a maneira e personalidade, tanto para o lado feminino como masculino, ora atentem: (sim, sei bem que a beleza é subjectiva, mas tentemos debruçar-nos no tema sob uma óptica mais pragmática).
GENERALIZANDO
* grau 1 de beleza
Todos nós conhecemos aquela rapariga muito feia. Ela vai crescendo sob o estigma de não conseguir suscitar interesse nenhum dos homens e costuma dizer “os homens só pensam com a cabecinha de baixo”. As amigas bonitas gostam de ter uma assim - feia - para parecem mais bonitas quando estão ao lado dela, além de que é uma útil motorista nas noites de farra.
Credencial do tótó que aqui escreve? Não Aprovada. Porquê? Em primeira instância porque são feias; em segunda porque a maior parte delas desenvolve lacunas ao nível do saber estar em sociedade: distúrbios marados, piadas vazias, comportamentos desconformes e depois assim que lança a rede a um gajo fica demasiado dependente.
* grau 2 de beleza
É aquela que se podia safar caso dispensasse algum do seu tempo a cuidar de si. Devo dizer que aprecio relativamente estes espécimes, têm auto estima equilibrada, não ligam muito a relações e por não andarem sofregamente à procura de pénis acabam por fazer uma boa triagem à nossa espécie masculina: são as que melhor sabem distinguir os homens cabrões dos gajos que até têm sentimentos almejáveis cá dentro. São mormente tímidas e fazem tudo para passarem despercebidas, desde o tom de voz, à roupa que vestem.
* grau 3 de beleza
Estas são, diria, aquelas moças que ao avista-las pensamos “olha, é gira…” já denunciam algum cuidado com o seu vestuário, olham-se frequentemente ao espelho e sentem-se capazes de conquistar as pessoas só com o seu good looking; têm mais de 400 fotos no hi5 (em casos extremos podem até mesmo nem ter hi5), mas continuam a dizer a toda a gente “não me acho bonita, sou feia” embora ajam de uma maneira tal que estas palavras acabam por soar a hipocrisia. veredicto do tótó? algumas delas valem a pena e são relativamente fáceis de domar se tivermos a atitude certa diante delas: valoriza-las durante 30% do tempo e despreza-las no tempo remanescente.
* grau 4 de beleza
São aquelas que cuja presença faz rodar pescoços. sentem-se superiores às restantes mulheres e tendem a achar-se muito especiais e “não me toques” embora sejam as mais putinhas, uma vez que travaram conhecimento e conhecem o sabor de dezenas de pilas distintas. pinga de humildade é miragem e quanto a mim não servem nem para amizade, dada a tendência que esta espécie tem para ficar estragada face às facilidades que os homens desprevenidos lhes concedem e à personalidade e amizades de plástico. de facto, quando conheço uma gaja demasiado bonita tenho o automatismo de lhes dar justamente o oposto daquilo a que estão habituadas: olhares frios e voz fria. e depois é vê-las extraordinariamente curiosas com isso
Note-se que esta análise é muito preliminar e diz respeito à generalidade das respectivas espécies. Não há fórmulas universais.
GENERALIZANDO
* grau 1 de beleza
Todos nós conhecemos aquela rapariga muito feia. Ela vai crescendo sob o estigma de não conseguir suscitar interesse nenhum dos homens e costuma dizer “os homens só pensam com a cabecinha de baixo”. As amigas bonitas gostam de ter uma assim - feia - para parecem mais bonitas quando estão ao lado dela, além de que é uma útil motorista nas noites de farra.
Credencial do tótó que aqui escreve? Não Aprovada. Porquê? Em primeira instância porque são feias; em segunda porque a maior parte delas desenvolve lacunas ao nível do saber estar em sociedade: distúrbios marados, piadas vazias, comportamentos desconformes e depois assim que lança a rede a um gajo fica demasiado dependente.
* grau 2 de beleza
É aquela que se podia safar caso dispensasse algum do seu tempo a cuidar de si. Devo dizer que aprecio relativamente estes espécimes, têm auto estima equilibrada, não ligam muito a relações e por não andarem sofregamente à procura de pénis acabam por fazer uma boa triagem à nossa espécie masculina: são as que melhor sabem distinguir os homens cabrões dos gajos que até têm sentimentos almejáveis cá dentro. São mormente tímidas e fazem tudo para passarem despercebidas, desde o tom de voz, à roupa que vestem.
* grau 3 de beleza
Estas são, diria, aquelas moças que ao avista-las pensamos “olha, é gira…” já denunciam algum cuidado com o seu vestuário, olham-se frequentemente ao espelho e sentem-se capazes de conquistar as pessoas só com o seu good looking; têm mais de 400 fotos no hi5 (em casos extremos podem até mesmo nem ter hi5), mas continuam a dizer a toda a gente “não me acho bonita, sou feia” embora ajam de uma maneira tal que estas palavras acabam por soar a hipocrisia. veredicto do tótó? algumas delas valem a pena e são relativamente fáceis de domar se tivermos a atitude certa diante delas: valoriza-las durante 30% do tempo e despreza-las no tempo remanescente.
* grau 4 de beleza
São aquelas que cuja presença faz rodar pescoços. sentem-se superiores às restantes mulheres e tendem a achar-se muito especiais e “não me toques” embora sejam as mais putinhas, uma vez que travaram conhecimento e conhecem o sabor de dezenas de pilas distintas. pinga de humildade é miragem e quanto a mim não servem nem para amizade, dada a tendência que esta espécie tem para ficar estragada face às facilidades que os homens desprevenidos lhes concedem e à personalidade e amizades de plástico. de facto, quando conheço uma gaja demasiado bonita tenho o automatismo de lhes dar justamente o oposto daquilo a que estão habituadas: olhares frios e voz fria. e depois é vê-las extraordinariamente curiosas com isso
Note-se que esta análise é muito preliminar e diz respeito à generalidade das respectivas espécies. Não há fórmulas universais.
Abril, Maio, Junho, Julho...
...quase Agosto.
Deixei te ter paciência para aqui escrever. Passaram-se muitas coisas e também não me lembro de muitas coisas.
Posso dizer que em Maio tive a minha primeira semana da Queima das Fitas como estudante de Coimbra. Basicamente, é o momento mais marcante deste ano: vestir o traje pela primeira vez.
Quero aqui imortalizar esse "fatídico" dia. Digo fatídico porque o meu fígado sofreu muito - coitadinho. Só me lembro de ter aberto uma garrafa de vinho verde ás 6 da tarde. De ter ido ter com a J. para dar um beijinho as 7 da tarde (já a garrafa ia a menos de metade). Cheguei a portagem já com tudo bebido. Entretanto o vinho começou-me a bater. Sentei-me á mesa para o jantar da serenata já via tudo muito mal. Não comi nada e devo ter bebido uns 2 ou 2,5 jarros de vinho branco e tinto...não sei bem ao certo. A ultima coisa que me lembro foi de olhar para o relógio e ver que eram 22 e qualquer coisa e pensar: "tão cedo e eu já estou tão mal. Chamem o INEM que eu não me estou a sentir muito bem". Dei o hepadox que trazia comigo e aí sim - apaguei e só acordei quando percebi que aquela gente tinha mesmo chamado o INEM. Lá se foi a primeira serenata da minha vida. Acho que não faz mal. A ultima é que conta :P
Depois disso foram grandes noites no parque, grandes noites e manhas de farra. A sensação de poder finalmente traçar a capa é única.
Ah, traçar a capa! Os meus padrinhos de praxe traçaram-me a capa no dia a seguir, mesmo por baixo da porta ferrea. Lindo!
Eu sei que é estupido estar tanto tempo sem escrever e depois vir cá só para debitar "merda", mas foi um momento pelo qual ansiava e que foi de extrema importância
na minha vida.
Juro que só me falta entrar no curso que realmente gosto, na escola que eu realmente quero e na cidade que eu tanto amo, para conseguir atingir a felicidade que me falta. Se conseguir isso este ano, só posso dizer uma coisa: Oh meu deus! Praxe-me outra vez que eu quero ser praxado. Meta-me de quatro doutora. Mande-me estudar anatomia...faça de mim o que quiser.
Anseio tanto por esse momento.
Fiz um texto durante estes 4 meses de pesquisa e reflexão que vou postar já a seguir. Me aguarde.
Deixei te ter paciência para aqui escrever. Passaram-se muitas coisas e também não me lembro de muitas coisas.
Posso dizer que em Maio tive a minha primeira semana da Queima das Fitas como estudante de Coimbra. Basicamente, é o momento mais marcante deste ano: vestir o traje pela primeira vez.
Quero aqui imortalizar esse "fatídico" dia. Digo fatídico porque o meu fígado sofreu muito - coitadinho. Só me lembro de ter aberto uma garrafa de vinho verde ás 6 da tarde. De ter ido ter com a J. para dar um beijinho as 7 da tarde (já a garrafa ia a menos de metade). Cheguei a portagem já com tudo bebido. Entretanto o vinho começou-me a bater. Sentei-me á mesa para o jantar da serenata já via tudo muito mal. Não comi nada e devo ter bebido uns 2 ou 2,5 jarros de vinho branco e tinto...não sei bem ao certo. A ultima coisa que me lembro foi de olhar para o relógio e ver que eram 22 e qualquer coisa e pensar: "tão cedo e eu já estou tão mal. Chamem o INEM que eu não me estou a sentir muito bem". Dei o hepadox que trazia comigo e aí sim - apaguei e só acordei quando percebi que aquela gente tinha mesmo chamado o INEM. Lá se foi a primeira serenata da minha vida. Acho que não faz mal. A ultima é que conta :P
Depois disso foram grandes noites no parque, grandes noites e manhas de farra. A sensação de poder finalmente traçar a capa é única.
Ah, traçar a capa! Os meus padrinhos de praxe traçaram-me a capa no dia a seguir, mesmo por baixo da porta ferrea. Lindo!
Eu sei que é estupido estar tanto tempo sem escrever e depois vir cá só para debitar "merda", mas foi um momento pelo qual ansiava e que foi de extrema importância
na minha vida.
Juro que só me falta entrar no curso que realmente gosto, na escola que eu realmente quero e na cidade que eu tanto amo, para conseguir atingir a felicidade que me falta. Se conseguir isso este ano, só posso dizer uma coisa: Oh meu deus! Praxe-me outra vez que eu quero ser praxado. Meta-me de quatro doutora. Mande-me estudar anatomia...faça de mim o que quiser.
Anseio tanto por esse momento.
Fiz um texto durante estes 4 meses de pesquisa e reflexão que vou postar já a seguir. Me aguarde.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Não tenho tido tempo
desculpa. Só tenho uma semana de férias e já vou a meio da jornada. Tenho estado a coça-la toda a tarde com a J. ... sabe tão bem meu Deus. Até me doem os músculos de não fazer nada. No entanto acho que a "festa" acabou. A irmã dela chegou hoje e já estou a ver que fiquei para segundo planto. Não me importo, ela só vê a irmã meia dúzia de vezes por ano, tem direito a querer esgotar todo o tempo de férias com ela.
Significa que vou ter mais tempo para escrever, mas significa também que não vou ter nada de jeito para escrever - a não ser que acorde com alguém a convidar-me para sair. Caso contrario, amanha, ou o resto desta semana, so faço tenção de tirar o pjama para ir tomar banho.
Ja devia ter começado a estudar fisiologia. Sinto que tenho (ou tinha, ja nao sei bem) de tirar óptima nota na frequência de sexta feira mas ainda nao olhei para a filha da p*ta da sebenta. Eu nas férias nao consigo fazer mesmo nada produtivo...é impressionante.
Como ja devem ter suposto, nao se passou nada de especial estes últimos dias. Eu sei que nao é um facto relevante na vida de ninguem mas, quero dizer que vou ser tio de um menino! (estou a babar-me e ainda nao adormeci)
Por falar em adormecer, a J. hoje ligou-me as 9.30..."olha já estou farta de dormir, ainda estavas a dormir?" Pergunta estúpida que me enerva um bocado. Realmente estava a dormir, mas deixei de o estar desdo momento em que ela decidiu ligar-me.
Ficamos 1h.30 a falar sobre coisas sem interesse nenhum. Nao ficamos mais tempo porque o telemovel dela estava ficar sem bateria. Impressionante o tempo que se consegue ficar a falar com algumas pessoas ao telemovel quando nao se tem nenhum tema.
Anyway, mal desliguei a chamada, virei-me para o outro lado e caí no sono novamente acabando por acordar mais tarde com o telemovel novamente a tocar...mas já eram 2h e a J. estava a porta de minha casa para irmos almoçar.
Até amanha ou ate outro dia qualquer.
Significa que vou ter mais tempo para escrever, mas significa também que não vou ter nada de jeito para escrever - a não ser que acorde com alguém a convidar-me para sair. Caso contrario, amanha, ou o resto desta semana, so faço tenção de tirar o pjama para ir tomar banho.
Ja devia ter começado a estudar fisiologia. Sinto que tenho (ou tinha, ja nao sei bem) de tirar óptima nota na frequência de sexta feira mas ainda nao olhei para a filha da p*ta da sebenta. Eu nas férias nao consigo fazer mesmo nada produtivo...é impressionante.
Como ja devem ter suposto, nao se passou nada de especial estes últimos dias. Eu sei que nao é um facto relevante na vida de ninguem mas, quero dizer que vou ser tio de um menino! (estou a babar-me e ainda nao adormeci)
Por falar em adormecer, a J. hoje ligou-me as 9.30..."olha já estou farta de dormir, ainda estavas a dormir?" Pergunta estúpida que me enerva um bocado. Realmente estava a dormir, mas deixei de o estar desdo momento em que ela decidiu ligar-me.
Ficamos 1h.30 a falar sobre coisas sem interesse nenhum. Nao ficamos mais tempo porque o telemovel dela estava ficar sem bateria. Impressionante o tempo que se consegue ficar a falar com algumas pessoas ao telemovel quando nao se tem nenhum tema.
Anyway, mal desliguei a chamada, virei-me para o outro lado e caí no sono novamente acabando por acordar mais tarde com o telemovel novamente a tocar...mas já eram 2h e a J. estava a porta de minha casa para irmos almoçar.
Até amanha ou ate outro dia qualquer.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Não tenho andado com paciência para escrever
O que não significa que não tenha alguma coisa para contar, muito pelo contrário. Estes últimos dias têm sido muito emocionantes. Deve-se essencialmente ao facto de ter feito a frequência de pedologia e de me ter corrido mal (tive 7.2). Não nasci para estudar calhaus, terra e esse tipo de coisas. Mas em contrapartida, e essa é a razão pela qual escrevo aqui hoje, tirei 20.0 (ponho a negrito porque estou orgulhoso) no trabalho de Informática. Digamos que foi o único 20.0 á face das notas da escola. Sinto-me grande, ENORME. Quando alguém puser na procura do PDF "20.0" só vai parar ao meu nome porque ninguém mais tirou aquela nota. Eram centenas e centenas de alunos, muitos 19.9's...18's...17's...8's...mas nenhum 20.0, apenas o meu.
Ontem saí e, graças a não sei o quê, apanhei uma valente cadela e cedinho. Eu e o P. bebemos sozinhos 8 shots cada um porque sai mais barato ás nossas carteiras. Fomos ter com as nossas colegas e já íamos a arrastar o corpo a pestanejar devagarinho. Depois ainda acompanhamos as meninas nos finos a 60cent. Como disse, apanhamos a cadela cedo e, consequentemente, curamos-la mais cedo. É uma boa estratégia para quem acha as figuras dos bêbedos ridículas. Quando já estávamos mais ou menos sóbrios estava toda a gente a ficar bêbeda.
Bom, onde eu queria chegar é o seguinte. Certamente, aqueles que começaram a ler o blog desde o inicio já leram qualquer coisa sobre uma caloira com nome de praxe "shakira". Eu tenho uma mania que é: meter conversa com as raparigas, há quem chame isso de engato ou sedução, eu chamo só meter conversa. Vou lá ter com elas, peço isqueiro para acender o cigarro, quando sambem tenho o meu isqueiro dentro do bolso. Depois pergunto de que curso são e começo a perguntar coisas e pronto. Quando elas começam a responder e a ficar interessadas, a minha luzinha vermelha pisca e afasto-me.
Já me ando a meter há algumas noites com a Shakira mas ela não me dá conversa, nem sequer olha bem para mim. Como nunca mais a vi á noite, só passava por ela na faculdade e essas coisas assim. Ontem á noite encontrei-a e desta vez foi ela que veio ter comigo para me pedir um cigarro. Meteu conversa comigo, eu respondi como sempre faço, estivemos seguramente a falar pra'i uns 20min. Não sei se têm a mesma opinião que eu, mas falar com outras pessoas na discoteca é bastante dificil, e então acabamos por encostas a boca ao ouvido das pessoas.
Quando é conversa de rapaz para rapaz, berramos de modo a ficarmos com 30centimetros de distancia entre as caras.
Quando é com raparigas e são nossas amigas/conhecidas:
- Ou são boas e encostamos a boca só porque pronto;
- Ou são boas mas nossas amigas ao mesmo tempo e encostamos a cara umm bocadinho e tentamos falar o mais breve possivel
- Ou cheiram mal da boca/tem cabelo mal tratado/não se lavam/tão bêbedas e falamos para elas como se fossem gajos.
Isto tudo para dizer que, depois de termos estado a falar uns 15min e de termos entrado no barulhento do BAAC, tivemos que falar directamente para os ouvidos um do outro. Tendo em conta que ela é conhecida e boa...bom, conseguem imaginar o clima. Ás vezes viramos a cara demasiado depressa e quase que a boca toca perto dos lábios - mas é só quase!
É estranho porque ela nunca me ligou corno e agora que eu já tinha desistido de meter conversa, vem ela meter-se comigo. E a luzinha vermelha esteve toda a noite a piscar. Senti que ela queria mais alguma coisa, mas entretanto tive que me despedir porque fui para a caminha.
A J. ficou em casa a estudar, portanto andei por ai sem a "trela" e deu nisto. (Espero que ela quando anda por aí sem mim não lhe aconteça coisas parecidas).
Ontem saí e, graças a não sei o quê, apanhei uma valente cadela e cedinho. Eu e o P. bebemos sozinhos 8 shots cada um porque sai mais barato ás nossas carteiras. Fomos ter com as nossas colegas e já íamos a arrastar o corpo a pestanejar devagarinho. Depois ainda acompanhamos as meninas nos finos a 60cent. Como disse, apanhamos a cadela cedo e, consequentemente, curamos-la mais cedo. É uma boa estratégia para quem acha as figuras dos bêbedos ridículas. Quando já estávamos mais ou menos sóbrios estava toda a gente a ficar bêbeda.
Bom, onde eu queria chegar é o seguinte. Certamente, aqueles que começaram a ler o blog desde o inicio já leram qualquer coisa sobre uma caloira com nome de praxe "shakira". Eu tenho uma mania que é: meter conversa com as raparigas, há quem chame isso de engato ou sedução, eu chamo só meter conversa. Vou lá ter com elas, peço isqueiro para acender o cigarro, quando sambem tenho o meu isqueiro dentro do bolso. Depois pergunto de que curso são e começo a perguntar coisas e pronto. Quando elas começam a responder e a ficar interessadas, a minha luzinha vermelha pisca e afasto-me.
Já me ando a meter há algumas noites com a Shakira mas ela não me dá conversa, nem sequer olha bem para mim. Como nunca mais a vi á noite, só passava por ela na faculdade e essas coisas assim. Ontem á noite encontrei-a e desta vez foi ela que veio ter comigo para me pedir um cigarro. Meteu conversa comigo, eu respondi como sempre faço, estivemos seguramente a falar pra'i uns 20min. Não sei se têm a mesma opinião que eu, mas falar com outras pessoas na discoteca é bastante dificil, e então acabamos por encostas a boca ao ouvido das pessoas.
Quando é conversa de rapaz para rapaz, berramos de modo a ficarmos com 30centimetros de distancia entre as caras.
Quando é com raparigas e são nossas amigas/conhecidas:
- Ou são boas e encostamos a boca só porque pronto;
- Ou são boas mas nossas amigas ao mesmo tempo e encostamos a cara umm bocadinho e tentamos falar o mais breve possivel
- Ou cheiram mal da boca/tem cabelo mal tratado/não se lavam/tão bêbedas e falamos para elas como se fossem gajos.
Isto tudo para dizer que, depois de termos estado a falar uns 15min e de termos entrado no barulhento do BAAC, tivemos que falar directamente para os ouvidos um do outro. Tendo em conta que ela é conhecida e boa...bom, conseguem imaginar o clima. Ás vezes viramos a cara demasiado depressa e quase que a boca toca perto dos lábios - mas é só quase!
É estranho porque ela nunca me ligou corno e agora que eu já tinha desistido de meter conversa, vem ela meter-se comigo. E a luzinha vermelha esteve toda a noite a piscar. Senti que ela queria mais alguma coisa, mas entretanto tive que me despedir porque fui para a caminha.
A J. ficou em casa a estudar, portanto andei por ai sem a "trela" e deu nisto. (Espero que ela quando anda por aí sem mim não lhe aconteça coisas parecidas).
sexta-feira, 27 de março de 2009
Que gómito
Hoje acordei (cedinho), tipo 7h da manha, para ir á aula de fisiologia. Ainda pensei 3 vezes em ligar á joana para a acordar. Dado o facto de que ela ontem foi sair com as amigas e chegou tarde a casa, gostaria de saber o que é que ela andou a fazer e a beber e com quem - o normal :P
Bom, decidi que iria mandar uma mensagem depois da minha 1º aula, lá para as 9.30 da manha para ver se ela acordava. E assim foi. Mandei uma mensagem a perguntar se já se tinha levantado e ela respondeu a dizer que so ia á aula das 11, que até ja tinha tomado banho mas que se estava a sentir bueda mal.
Lá fui eu, logo após a frequência de Informatica, que me correu da maneira que vocês conseguem prever, directo a casa da J. Ela liga-me, depois de ja ter ido rapidinho á farmácia mais próxima buscar qualquer coisa para a ressaca, a chorar, a dizer que estava muito mal disposta. Que tinha ficado assim depois de tomar banho. Que já se tinha fartado de cabritar. Sucintamente, fiz um trajecto em 15min, que, num dia normal, demoraria 40 a fazer-lo. Fui salvar a donzela. Abriu-me a porta de casa, de rastos, toda podre. Deita-se na cama, e levanta-se logo a dizer que tinha que ir vomitar. Lá vai ela disparada para a casa de banho, chamar o gregório com toda a força. Eu a segurar-lhe os cabelos, ela a gregar e a rir-se para mim. Percebi que já estava a ficar melhor. Dei-lhe umas pastilhas para a ressaca que tinha ido buscar á farmácia e aquilo passou mais ou menos rápido. Foi a primeira vez que ela saiu á noite em Coimbra e que apanhou uma bebedeira sem mim, portanto eu disse-lhe: "é bem feita que é para aprenderes a não beber á patroa". Dado o grego, deitamo-nos na cama, tive-lhe a fazer os cafonezinhos que acalmam e adormecem qualquer um. Ficamos ali até as 3 da tarde a dormir. Levei-a a comer uma saladinha do Macdonald's e partimos rumo á rodoviária para apanhar o bus das 4.45.
Fiquei um bocado preocupado com ela dado que ela me tinha dito que ficou mal disposta depois de tomar banho. Se eu tivesse lá tinha-a levado ao hospital porque tenho pavor a paragens digestivas devido a tudo que tenha haver com agua. Ela esqueceu-se foi de referir que andou a beber vodka puro, daquele de 5euros, e que quando chegou a casa também se vomitou toda. Filha da Mãe!
Com esta maravilhosa historia de amor, ódio e vómito me despeço. Até Amanha.
Bom, decidi que iria mandar uma mensagem depois da minha 1º aula, lá para as 9.30 da manha para ver se ela acordava. E assim foi. Mandei uma mensagem a perguntar se já se tinha levantado e ela respondeu a dizer que so ia á aula das 11, que até ja tinha tomado banho mas que se estava a sentir bueda mal.
Lá fui eu, logo após a frequência de Informatica, que me correu da maneira que vocês conseguem prever, directo a casa da J. Ela liga-me, depois de ja ter ido rapidinho á farmácia mais próxima buscar qualquer coisa para a ressaca, a chorar, a dizer que estava muito mal disposta. Que tinha ficado assim depois de tomar banho. Que já se tinha fartado de cabritar. Sucintamente, fiz um trajecto em 15min, que, num dia normal, demoraria 40 a fazer-lo. Fui salvar a donzela. Abriu-me a porta de casa, de rastos, toda podre. Deita-se na cama, e levanta-se logo a dizer que tinha que ir vomitar. Lá vai ela disparada para a casa de banho, chamar o gregório com toda a força. Eu a segurar-lhe os cabelos, ela a gregar e a rir-se para mim. Percebi que já estava a ficar melhor. Dei-lhe umas pastilhas para a ressaca que tinha ido buscar á farmácia e aquilo passou mais ou menos rápido. Foi a primeira vez que ela saiu á noite em Coimbra e que apanhou uma bebedeira sem mim, portanto eu disse-lhe: "é bem feita que é para aprenderes a não beber á patroa". Dado o grego, deitamo-nos na cama, tive-lhe a fazer os cafonezinhos que acalmam e adormecem qualquer um. Ficamos ali até as 3 da tarde a dormir. Levei-a a comer uma saladinha do Macdonald's e partimos rumo á rodoviária para apanhar o bus das 4.45.
Fiquei um bocado preocupado com ela dado que ela me tinha dito que ficou mal disposta depois de tomar banho. Se eu tivesse lá tinha-a levado ao hospital porque tenho pavor a paragens digestivas devido a tudo que tenha haver com agua. Ela esqueceu-se foi de referir que andou a beber vodka puro, daquele de 5euros, e que quando chegou a casa também se vomitou toda. Filha da Mãe!
Com esta maravilhosa historia de amor, ódio e vómito me despeço. Até Amanha.
quinta-feira, 26 de março de 2009
DATA: 26-03-2009
HORAS: 00.50H
Estou aqui a escrever no meu pc offline, por isso e que ponho data e hora. Vamos fazer de conta que foi postado no dia tal á hora tal.
Hoje houve pillow fight no largo do jardim da sereia e eu fui (sim porque eu até costumo estar em quase todas). A J. não foi porque so saiu das aulas as 7h da noite, eu e o J. fomos de pillow na mão, dar porrada em todo que se mexia naquela nuvem de poeira que subitamente se levantou.
Aliviei todo o meu stress, que embora pareça pouco é significante e incomoda-me. Depois fui para casa, e, incrivelmente e inexplicavelmente, voltei-me a sentir um bocado sozinho e deprimido. Deteste esses momentos. Parece que ninguém quer saber de nós e que não sabemos bem o que havemos de fazer.
A J. ligou-me a dizer que estava a ficar doente e lá tive eu que lhe fornecer os meus “Cêgripes” e as minhas pastilhas para a garganta. Ela é realmente fantástica. Ligou na hora certa e fez-me sentir, para alem de acompanhado, melhor do que estava antes da pillow fight. Ela tem uns poderes incríveis. Nem a minha mãe me conhece tão bem. Ela sabe precisamente quando é que eu estou feliz, quando é que eu estou triste. Quando é que estou deprimido, quando é que estou eufórico. Quando é que preciso dela, e, inexplicavelmente consegue, talvez por telepatia, ligar ou ir ter comigo na hora exacta. Quantos de vocês é que se podem gabar de ter alguém que parece sentir quando é que vocês estão menos bem á distancia?
Já vos tinha dito que ela era fantástica não já?
Bom, e para a semana vem a C., uma amiga da J., fazer uma visita a ela e a Coimbra. Eu fiz sempre questão que a J. soubesse que para mim a C. é bem boa. Não me importava nada de dormir no meio das duas do tipo, todos de lado, agarrados na posição fetal. Que visão.
A C. não é um monumento mas é daquelas raparigas bastante engraçadas onde qualquer um gostaria de dar uma voltinha, e eu, não sou excepção. Contudo, e se não sabem quero-vos dar essa informação escrita na primeira pessoa, nunca fui infiel á J. não faço nem tenho tenções de o ser. Faz parte do macho elogiar uma fêmea, a diferença é que eu prefiro não guardar os pensamentos menos pecaminosos só para mim, gosto de partilha-lhos com a J. Na verdade ela até é, quase sempre, da mesma opinião que eu. Por exemplo, ambos apreciamos a caloira shakira.
Bom, até amanha gente.
---"---"---
Aqui estou eu a escrever novamente. Hoje fiz frequência a Pedologia - correu mal, mas também nunca leram aqui nada sobre alguma coisa ter corrido bem.
De qualquer maneira, quero deixar bem registado que tirei 16 a microbiologia...nem tudo é mau.
Bem, a razão pela qual escrevo hoje não está directamente ligada a mim, mas sim á J.
Hoje veio-me com uma conversa de que ia desistir do curso e que estava cansada e não sei quê. É um exemplo de que não sou só eu a ter duvidas sobre o meu futuro. Lá a tentei convencer de que os cursos no 1º ano são todos gerais e que a partir daqui as coisas serão mais práticas. Ela realmente tem uma certa razão quando diz que está farta daquilo. Aquele curso (Ciências farmacêuticas) no 1º semestre tem matemática que é coisa que ela odeia. No segundo semestre tem estatística onde precisa das bases de matemática que deu no semestre passado e 4 químicas diferentes (o curso tem no total 16 disciplinas relacionadas com quimica). Levanta-se de manha todos os dias para ter químicas estúpidas e estatística (aka matemática) que ela não consegue vomitar bem...porque no fundo a rapariguinha até percebe da cena.
Posto isto, resta-me continuar a relembra de que desistir é uma coisa muito estúpida de se fazer e que se ganha muito mais quando nos esforçamos um bocadinho mais. Ela é uma rapariga altamente inteligente, cheia de capacidades para ir muito longe - uma espécie em vias de extinção. Foi isso que ela me ensinou e se não fosse esse pensamento ainda hoje estaria no secundário.
Com isto me despeço. Hoje vou sair e não vou voltar muito cedo. Amanha tenho frequência a "André" e vou tirar má nota porque não sei nada nem vou estudar. Adeus.
HORAS: 00.50H
Estou aqui a escrever no meu pc offline, por isso e que ponho data e hora. Vamos fazer de conta que foi postado no dia tal á hora tal.
Hoje houve pillow fight no largo do jardim da sereia e eu fui (sim porque eu até costumo estar em quase todas). A J. não foi porque so saiu das aulas as 7h da noite, eu e o J. fomos de pillow na mão, dar porrada em todo que se mexia naquela nuvem de poeira que subitamente se levantou.
Aliviei todo o meu stress, que embora pareça pouco é significante e incomoda-me. Depois fui para casa, e, incrivelmente e inexplicavelmente, voltei-me a sentir um bocado sozinho e deprimido. Deteste esses momentos. Parece que ninguém quer saber de nós e que não sabemos bem o que havemos de fazer.
A J. ligou-me a dizer que estava a ficar doente e lá tive eu que lhe fornecer os meus “Cêgripes” e as minhas pastilhas para a garganta. Ela é realmente fantástica. Ligou na hora certa e fez-me sentir, para alem de acompanhado, melhor do que estava antes da pillow fight. Ela tem uns poderes incríveis. Nem a minha mãe me conhece tão bem. Ela sabe precisamente quando é que eu estou feliz, quando é que eu estou triste. Quando é que estou deprimido, quando é que estou eufórico. Quando é que preciso dela, e, inexplicavelmente consegue, talvez por telepatia, ligar ou ir ter comigo na hora exacta. Quantos de vocês é que se podem gabar de ter alguém que parece sentir quando é que vocês estão menos bem á distancia?
Já vos tinha dito que ela era fantástica não já?
Bom, e para a semana vem a C., uma amiga da J., fazer uma visita a ela e a Coimbra. Eu fiz sempre questão que a J. soubesse que para mim a C. é bem boa. Não me importava nada de dormir no meio das duas do tipo, todos de lado, agarrados na posição fetal. Que visão.
A C. não é um monumento mas é daquelas raparigas bastante engraçadas onde qualquer um gostaria de dar uma voltinha, e eu, não sou excepção. Contudo, e se não sabem quero-vos dar essa informação escrita na primeira pessoa, nunca fui infiel á J. não faço nem tenho tenções de o ser. Faz parte do macho elogiar uma fêmea, a diferença é que eu prefiro não guardar os pensamentos menos pecaminosos só para mim, gosto de partilha-lhos com a J. Na verdade ela até é, quase sempre, da mesma opinião que eu. Por exemplo, ambos apreciamos a caloira shakira.
Bom, até amanha gente.
---"---"---
Aqui estou eu a escrever novamente. Hoje fiz frequência a Pedologia - correu mal, mas também nunca leram aqui nada sobre alguma coisa ter corrido bem.
De qualquer maneira, quero deixar bem registado que tirei 16 a microbiologia...nem tudo é mau.
Bem, a razão pela qual escrevo hoje não está directamente ligada a mim, mas sim á J.
Hoje veio-me com uma conversa de que ia desistir do curso e que estava cansada e não sei quê. É um exemplo de que não sou só eu a ter duvidas sobre o meu futuro. Lá a tentei convencer de que os cursos no 1º ano são todos gerais e que a partir daqui as coisas serão mais práticas. Ela realmente tem uma certa razão quando diz que está farta daquilo. Aquele curso (Ciências farmacêuticas) no 1º semestre tem matemática que é coisa que ela odeia. No segundo semestre tem estatística onde precisa das bases de matemática que deu no semestre passado e 4 químicas diferentes (o curso tem no total 16 disciplinas relacionadas com quimica). Levanta-se de manha todos os dias para ter químicas estúpidas e estatística (aka matemática) que ela não consegue vomitar bem...porque no fundo a rapariguinha até percebe da cena.
Posto isto, resta-me continuar a relembra de que desistir é uma coisa muito estúpida de se fazer e que se ganha muito mais quando nos esforçamos um bocadinho mais. Ela é uma rapariga altamente inteligente, cheia de capacidades para ir muito longe - uma espécie em vias de extinção. Foi isso que ela me ensinou e se não fosse esse pensamento ainda hoje estaria no secundário.
Com isto me despeço. Hoje vou sair e não vou voltar muito cedo. Amanha tenho frequência a "André" e vou tirar má nota porque não sei nada nem vou estudar. Adeus.
domingo, 22 de março de 2009
E ja passou mais um fim-se-semana
e a semaninha da queima está cada vez mais proxima. Ja só falta quase 1 mês e já andamos todos ansiosos. Daqui a 2 semanas sao as férias da pascoa (eu, infelizmente so tenho uma semana de ferias). Abril cheira-me que vai passar depressa, o que é bastante bom porque a 1º semana de maio é NOSSA!
Coimbra é nossa, Coimbra é nossa,
Coimbra é nossa e há-de ser,
Coimbra é nossa e há-de ser,
Coimbra é nossa até MORRER!
Desculpem-me estes voos, mas estou com saudades de cortejos e desfiles. De ver milhares de estudantes trajados, centenas de centenas de caloiros a confraternizar. Beber o famoso traçadinho, berrar até ficar rouco...essas coisas todas.
Mudando de assunto, a J. esta a estudar ao domingo em casa(!). Tenho mesmo uma namorada agarrada aos livros. Estou a ver que eu é que vou ser a dona de casa e ela é que vai trazer o dinheiro para casa. Devia ser proibido estudar ao domingo, nem que nao se tenha mais nada para fazer.
Assim sendo, como fui trocado pelo estudo, vou sair daqui a bocado para ir tomar um café com o J. á associação. Ele vai-me por a par de toda a sua vida amorosa, dado que anda a tentar engatar 4 raparigas ao mesmo tempo. Ainda vou gostar de saber o que é que acontecerá se as 4 quiserem, ao mesmo tempo, alguma coisa com ele. De qualquer dos modos, eu cá estarei sempre para lhe dar os meus conselhos que servem de muito, ou pelo menos têm-lhe vindo a servir nos últimos meses. Ás minhas custas, esse menino facturou o que ele considerou de "a mulher mais melhor boa com quem eu estive".
Coimbra é nossa, Coimbra é nossa,
Coimbra é nossa e há-de ser,
Coimbra é nossa e há-de ser,
Coimbra é nossa até MORRER!
Desculpem-me estes voos, mas estou com saudades de cortejos e desfiles. De ver milhares de estudantes trajados, centenas de centenas de caloiros a confraternizar. Beber o famoso traçadinho, berrar até ficar rouco...essas coisas todas.
Mudando de assunto, a J. esta a estudar ao domingo em casa(!). Tenho mesmo uma namorada agarrada aos livros. Estou a ver que eu é que vou ser a dona de casa e ela é que vai trazer o dinheiro para casa. Devia ser proibido estudar ao domingo, nem que nao se tenha mais nada para fazer.
Assim sendo, como fui trocado pelo estudo, vou sair daqui a bocado para ir tomar um café com o J. á associação. Ele vai-me por a par de toda a sua vida amorosa, dado que anda a tentar engatar 4 raparigas ao mesmo tempo. Ainda vou gostar de saber o que é que acontecerá se as 4 quiserem, ao mesmo tempo, alguma coisa com ele. De qualquer dos modos, eu cá estarei sempre para lhe dar os meus conselhos que servem de muito, ou pelo menos têm-lhe vindo a servir nos últimos meses. Ás minhas custas, esse menino facturou o que ele considerou de "a mulher mais melhor boa com quem eu estive".
sexta-feira, 20 de março de 2009
Penetras, empata-fodas, estraga-quecas...
odeio-os a todos. Porque é que se colam a mim? Porquê?
Na quarta feira os mesmo de sempre foram ao ginásio e levamos a P. connosco porque também queria-se inscrever. Chegamos lá, e o responsável pelas inscrições disse-lhe que nem ela nem ninguém se poderiam inscrever porque as vagas fecharam. Para a menina não ir sozinha para casa, eu e a J. ficamos com ela 30min até o L. e o J. se cansarem de lá estar.
Eu já tinha em mente, muito antes de irmos para o ginásio, o programa todo para a noite de quarta. Tinha andado a pensar nele o dia todo e estava ansioso pelo fim de aulas para o concretizar. A P. colou-se a nós. Não queria ir jantar a casa e queria mitrar-se a nós. Queria e conseguiu que a J. é uma atada e não sabe mandar ninguém embora. A cena é que eu e ela andamos á meses a querer pizza á quarta-feira e decidimos que a iríamos comer nesta quarta. A P. começa a ganir, a dizer que ja tinha comido pizza no domingo, e que não lhe estava apetecer, e que também não sabia o que queria, e o caralho que a foda. Para alem de se mitrar, não queria comer o que nos íamos comer.
Eu caguei e fui tomar banho a J. que a aturasse e que a despacha-se.
Quando fui ter com ela a P. também la estava, decidiu-se pela pizza. Comeu, ficou-se por lá, fumou da minha erva, não me pagou nem me parece que vá pagar tão cedo a pizza. Há gente muito puta. É bem-feita não ter conseguido vaga no ginásio. Eu até gosto da rapariga, embora admita que já gostei mais. E até nem me importo que ela seja, de vez em quando, a nossa 3º pessoa, mas NAQUELA NOITE NÃO DAVA! Fiquei fodido e ainda estou.
Eu a pensar que, no máximo, ela ia jantar e bazar, mas nao! Decidiu la ficar e estragar-me a noite.
Falando de ontem, a D. (a gaja que se farta de chatear a J. por mensagens), fez o "favor" de nos convidar a ir ao NL (mais uma vez a estragarem-me a noite). Fomos a casa do J. para o convidar para sair, mas estava a haver um jogo de poker. A J. não estava a gostar muito de lá estar e então disse para irmos até casa ver um filme e não sei quê. Felizmente teve a decência necessária para mandar a D. com os porcos e dizer que não íamos a NL nenhum porque estávamos cansados.
Fomos até casa, brincamos aquilo que eu queria ter brincado há já muito tempo, rimos, comemos, jogamos cartas, conversamos...é assim que eu gosto de passar as noites. Não gosto de penetras, empada-fodas, entraga-quecas e todo esse tipo de gente.
Get a life or a real broyfriend.
Na quarta feira os mesmo de sempre foram ao ginásio e levamos a P. connosco porque também queria-se inscrever. Chegamos lá, e o responsável pelas inscrições disse-lhe que nem ela nem ninguém se poderiam inscrever porque as vagas fecharam. Para a menina não ir sozinha para casa, eu e a J. ficamos com ela 30min até o L. e o J. se cansarem de lá estar.
Eu já tinha em mente, muito antes de irmos para o ginásio, o programa todo para a noite de quarta. Tinha andado a pensar nele o dia todo e estava ansioso pelo fim de aulas para o concretizar. A P. colou-se a nós. Não queria ir jantar a casa e queria mitrar-se a nós. Queria e conseguiu que a J. é uma atada e não sabe mandar ninguém embora. A cena é que eu e ela andamos á meses a querer pizza á quarta-feira e decidimos que a iríamos comer nesta quarta. A P. começa a ganir, a dizer que ja tinha comido pizza no domingo, e que não lhe estava apetecer, e que também não sabia o que queria, e o caralho que a foda. Para alem de se mitrar, não queria comer o que nos íamos comer.
Eu caguei e fui tomar banho a J. que a aturasse e que a despacha-se.
Quando fui ter com ela a P. também la estava, decidiu-se pela pizza. Comeu, ficou-se por lá, fumou da minha erva, não me pagou nem me parece que vá pagar tão cedo a pizza. Há gente muito puta. É bem-feita não ter conseguido vaga no ginásio. Eu até gosto da rapariga, embora admita que já gostei mais. E até nem me importo que ela seja, de vez em quando, a nossa 3º pessoa, mas NAQUELA NOITE NÃO DAVA! Fiquei fodido e ainda estou.
Eu a pensar que, no máximo, ela ia jantar e bazar, mas nao! Decidiu la ficar e estragar-me a noite.
Falando de ontem, a D. (a gaja que se farta de chatear a J. por mensagens), fez o "favor" de nos convidar a ir ao NL (mais uma vez a estragarem-me a noite). Fomos a casa do J. para o convidar para sair, mas estava a haver um jogo de poker. A J. não estava a gostar muito de lá estar e então disse para irmos até casa ver um filme e não sei quê. Felizmente teve a decência necessária para mandar a D. com os porcos e dizer que não íamos a NL nenhum porque estávamos cansados.
Fomos até casa, brincamos aquilo que eu queria ter brincado há já muito tempo, rimos, comemos, jogamos cartas, conversamos...é assim que eu gosto de passar as noites. Não gosto de penetras, empada-fodas, entraga-quecas e todo esse tipo de gente.
Get a life or a real broyfriend.
terça-feira, 17 de março de 2009
[...]
Ontem fui ao ginásio e depois de jantarmos fomos sair por aí (eu, a J. e mais dois amigos nossos). A ideia de sair até foi da J. mas ainda nem sequer era 1h e ela ja se estava a queixar do sono. Tudo porque havia uma gaja a chatear por mensagens a queixar-se que nós a excluíamos do "grupo".
Para mim ela é uma gaja qualquer, um bocado fraca nalgumas ideias. Há 2 anos atrás éramos bastante amigos, mas eu tenho um dom qualquer que me permite ficar a saber de coisas sem que ninguém me as conte. Neste caso concreto, descobri que a gaja gosta bem de mais da minha J. É lesbiana, mas nem é esse o problema que eu até gosto de lésbicas. O problema é que ela é daquelas lésbicas não assumidas, que mantém uma relação heterossexual por causa da pila e para manter as aparências. Nunca irá sair do armário (e eu não tenho nada haver com isso, são coisas dela) mas as boquinhas que ela manda, a armar-se que leva com a pila são um bocado out - tenho pena de ser só eu a saber o quão out elas são.
Nunca contei nada disto a ninguém nem pretendo faze-lo. E se alguem ler isto não faz diferença, porque certamente não me conhece a mim nem a a ela. É que nem sequer mando daquelas piadinhas de mau gosto quando ela manda as suas piadinhas heterossexuais.
A partir do momento em que eu juntei todos esses factos ás demasiadas situações em que ela dizia uma coisa e fazia outra, tornou-se insuportável estar com ela da mesma maneira. Posso mesmo dizer que a passei a odiar. Não quero que pensem que a odeio por (ainda?) gostar da J., nem muito menos por ser lésbica, mas sim porque é uma lésbica não assumida e que faz questão de dizer que leva com a pila do namorado. Quando perdeu a virgindade já eu sabia que ela tinha aquela orientação sexual e foi um bocado repugnante, mas ao mesmo tempo ridicoló-divertida, a maneira como ela quis mostrar o "troféu".
Bom, voltando ao assunto inicial, ela mandou uma mensagem á J., quando nos estávamos a jantar do tipo: "queres ir tomar café?" A J. não respondeu porque não viu a mensagem. Passado 1h ela manda uma mensagem a dizer: "olha, obrigadinha pela resposta" (lá está ela a mandar uma boca quando demora dias (!) a responder a mensagens quando está 24 sobre 24 horas agarrada ao telemóvel).
A J. respondeu dizendo que "desculpa não ter respondido a horas, mas estamos a jantar nas cantinas". Por acaso também lá estavam os outros 2 amigos, mas foi uma coisa que foi combinada na hora (depois de sairmos do ginásio) e nao era propriamente um evento para o qual deveríamos ter convidado ou a ela, ou a outra pessoa qualquer. Ficou chateada porque achou que aquilo tinha sido combinado e que não lhe dissemos nada. Passado uns minutos, já nós estávamos no B.A.A.C., mandou uma mensagem comprida que dizia mais ou menos isto: "nao percebo porque é que tu o "UnkownOne, que sou eu" e o J. me andam a excluir. Vocês saem e deixaram-me de dizer para sair. Não percebo o que se passa, parece que não vos conheço, parece que já não sou bem-vinda"
A J. começou a ficar com cara de cão, mostra-me a mensagem e diz que se está a sentir mal por isto, e que acha que tem ou temos culpa de não lhe termos dito nada e blá blá blá.
Eu fartei-me de falar com ela, expliquei-lhe porque é que ela não se deveria sentir culpada. Faço questão de vos dizer porque é que nós não temos assim tanta culpa.
- Nao houve uma única vez que tivéssemos saído há noite e não lhe tivéssemos dito nada
- Houveram algumas (poucas) noites que saímos e que não lhe dissemos nada, MAS, foram dias em que o namoradinho dela estava cá e eles nunca saem do quarto, quanto mais de casa...de modos que não a quisemos interromper.
- Quando saímos á noite ela passa todo o tempo, mas mesmo todo o tempo, agarrada ao telemóvel, a falar com não sei quem, por mensagem ou por telefone. Faz-nos esperar, faz-nos parar no meio da rua porque ela esta parada a falar (mais uma vez), faz-nos ficar cá fora ao frio porque ela não pode entrar a falar ao telemóvel de madrugada nunca casa onde ja estão pessoas a dormir ect...
Por tudo isto, nem ela nem ninguém, muito menos eu que não quero ter nada haver com aquela menina, tem culpa de ela se sentir excluída. Sei perfeitamente que muitas vezes fazemos coisas sem a convidar, mas quando eu digo "fazemos" é eu e a J. mais o J., mas cenas que não são combinadas e que fazemos ou acontecem por acaso no momento (as "coisas" não incluem saídas á noite").
Uma vantagem que vai ser útil em toda a sua vida, é a capacidade que esta menina tem para chantagens psicológicas e de fazer com que as pessoas se sintam mal pela maneira doce com que fala. São palavras e discursos que eu já conheço de cor e que a mim nao me conseguem corromper. A J. é débil nesse aspecto, e mesmo nao tendo culpa de nada vai-se sempre sentir culpada.
Nao sei o que é que a J. lhe respondeu, mas obteve resposta do género: "não tens que te desculpar com nada nem muito menos a mim, só me sinto um bocado posta de parte"
A noite acabou porque alguém a estragou mesmo antes de ter começado. Sinto-me estúpido por ter andado tapado quase 3 anos acerca dela, mas ao mesmo tempo sinto-me feliz por ser o único que sabe bem o que ela esconde, compreende as razoes de muitas atitudes, e de não ir neste tipo de joguinhos lexicais. Cá estarei para tentar atenuar os efeitos das palavras dela sobre os outros.
Amanha tenho frequência a química, ainda nao estudei nada, não sei nada, nem vou estudar...vou-me tentar aplicar mais a bioquímica que a química já foi com os porcos. A J. hoje vais jantar e ver um filme a casa de umas amigas, eu fico por aqui abandonado portanto vou dar um giro até la fora - tomar um cafezinho e não sei quê.
Até amanha leitores imaginários.
Para mim ela é uma gaja qualquer, um bocado fraca nalgumas ideias. Há 2 anos atrás éramos bastante amigos, mas eu tenho um dom qualquer que me permite ficar a saber de coisas sem que ninguém me as conte. Neste caso concreto, descobri que a gaja gosta bem de mais da minha J. É lesbiana, mas nem é esse o problema que eu até gosto de lésbicas. O problema é que ela é daquelas lésbicas não assumidas, que mantém uma relação heterossexual por causa da pila e para manter as aparências. Nunca irá sair do armário (e eu não tenho nada haver com isso, são coisas dela) mas as boquinhas que ela manda, a armar-se que leva com a pila são um bocado out - tenho pena de ser só eu a saber o quão out elas são.
Nunca contei nada disto a ninguém nem pretendo faze-lo. E se alguem ler isto não faz diferença, porque certamente não me conhece a mim nem a a ela. É que nem sequer mando daquelas piadinhas de mau gosto quando ela manda as suas piadinhas heterossexuais.
A partir do momento em que eu juntei todos esses factos ás demasiadas situações em que ela dizia uma coisa e fazia outra, tornou-se insuportável estar com ela da mesma maneira. Posso mesmo dizer que a passei a odiar. Não quero que pensem que a odeio por (ainda?) gostar da J., nem muito menos por ser lésbica, mas sim porque é uma lésbica não assumida e que faz questão de dizer que leva com a pila do namorado. Quando perdeu a virgindade já eu sabia que ela tinha aquela orientação sexual e foi um bocado repugnante, mas ao mesmo tempo ridicoló-divertida, a maneira como ela quis mostrar o "troféu".
Bom, voltando ao assunto inicial, ela mandou uma mensagem á J., quando nos estávamos a jantar do tipo: "queres ir tomar café?" A J. não respondeu porque não viu a mensagem. Passado 1h ela manda uma mensagem a dizer: "olha, obrigadinha pela resposta" (lá está ela a mandar uma boca quando demora dias (!) a responder a mensagens quando está 24 sobre 24 horas agarrada ao telemóvel).
A J. respondeu dizendo que "desculpa não ter respondido a horas, mas estamos a jantar nas cantinas". Por acaso também lá estavam os outros 2 amigos, mas foi uma coisa que foi combinada na hora (depois de sairmos do ginásio) e nao era propriamente um evento para o qual deveríamos ter convidado ou a ela, ou a outra pessoa qualquer. Ficou chateada porque achou que aquilo tinha sido combinado e que não lhe dissemos nada. Passado uns minutos, já nós estávamos no B.A.A.C., mandou uma mensagem comprida que dizia mais ou menos isto: "nao percebo porque é que tu o "UnkownOne, que sou eu" e o J. me andam a excluir. Vocês saem e deixaram-me de dizer para sair. Não percebo o que se passa, parece que não vos conheço, parece que já não sou bem-vinda"
A J. começou a ficar com cara de cão, mostra-me a mensagem e diz que se está a sentir mal por isto, e que acha que tem ou temos culpa de não lhe termos dito nada e blá blá blá.
Eu fartei-me de falar com ela, expliquei-lhe porque é que ela não se deveria sentir culpada. Faço questão de vos dizer porque é que nós não temos assim tanta culpa.
- Nao houve uma única vez que tivéssemos saído há noite e não lhe tivéssemos dito nada
- Houveram algumas (poucas) noites que saímos e que não lhe dissemos nada, MAS, foram dias em que o namoradinho dela estava cá e eles nunca saem do quarto, quanto mais de casa...de modos que não a quisemos interromper.
- Quando saímos á noite ela passa todo o tempo, mas mesmo todo o tempo, agarrada ao telemóvel, a falar com não sei quem, por mensagem ou por telefone. Faz-nos esperar, faz-nos parar no meio da rua porque ela esta parada a falar (mais uma vez), faz-nos ficar cá fora ao frio porque ela não pode entrar a falar ao telemóvel de madrugada nunca casa onde ja estão pessoas a dormir ect...
Por tudo isto, nem ela nem ninguém, muito menos eu que não quero ter nada haver com aquela menina, tem culpa de ela se sentir excluída. Sei perfeitamente que muitas vezes fazemos coisas sem a convidar, mas quando eu digo "fazemos" é eu e a J. mais o J., mas cenas que não são combinadas e que fazemos ou acontecem por acaso no momento (as "coisas" não incluem saídas á noite").
Uma vantagem que vai ser útil em toda a sua vida, é a capacidade que esta menina tem para chantagens psicológicas e de fazer com que as pessoas se sintam mal pela maneira doce com que fala. São palavras e discursos que eu já conheço de cor e que a mim nao me conseguem corromper. A J. é débil nesse aspecto, e mesmo nao tendo culpa de nada vai-se sempre sentir culpada.
Nao sei o que é que a J. lhe respondeu, mas obteve resposta do género: "não tens que te desculpar com nada nem muito menos a mim, só me sinto um bocado posta de parte"
A noite acabou porque alguém a estragou mesmo antes de ter começado. Sinto-me estúpido por ter andado tapado quase 3 anos acerca dela, mas ao mesmo tempo sinto-me feliz por ser o único que sabe bem o que ela esconde, compreende as razoes de muitas atitudes, e de não ir neste tipo de joguinhos lexicais. Cá estarei para tentar atenuar os efeitos das palavras dela sobre os outros.
Amanha tenho frequência a química, ainda nao estudei nada, não sei nada, nem vou estudar...vou-me tentar aplicar mais a bioquímica que a química já foi com os porcos. A J. hoje vais jantar e ver um filme a casa de umas amigas, eu fico por aqui abandonado portanto vou dar um giro até la fora - tomar um cafezinho e não sei quê.
Até amanha leitores imaginários.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Morri
por uns momentos. Tenho andado desaparecido, eu sei,mas tenho varias razões. Uma delas é porque ainda estou doente (!). Não sei porque mas isto ainda não passou e neste momento estou com uma outite que me impede de ouvir muita coisa (ou quase tudo).
Na terça feira veio-o uma amiga do Porto para passar a noite por Coimbra. Fomos (eu a J. e mais uns amigos) busca-la á estação e de seguida fomos jantar.
Jantamos, fomos para a borguisse (ah e tal, finos á borla...já conseguem imaginar como é que acabou a noite).
As 7 e tal da manha cada um se deslocou para a respectiva casa, eu fui para casa da J. porque pronto, e a menina da visita relâmpago "dormiu" em casa da P. e não sei que.
Ontem, supostamente, só ia jantar com a J. as cantinas, mas acabei por ir ver um filme a minha casa, o que consequentemente fez com que ela dormisse me minha casa - a tentação é muito forme. MAS, e isto e importante para mim, conseguimos ir a tempo ás aulas das 8h.
Temos que fazer isto mais vezes.
Sem mais nada a acrescentar, despeço-me respeitosamente
UnkownOne
Na terça feira veio-o uma amiga do Porto para passar a noite por Coimbra. Fomos (eu a J. e mais uns amigos) busca-la á estação e de seguida fomos jantar.
Jantamos, fomos para a borguisse (ah e tal, finos á borla...já conseguem imaginar como é que acabou a noite).
As 7 e tal da manha cada um se deslocou para a respectiva casa, eu fui para casa da J. porque pronto, e a menina da visita relâmpago "dormiu" em casa da P. e não sei que.
Ontem, supostamente, só ia jantar com a J. as cantinas, mas acabei por ir ver um filme a minha casa, o que consequentemente fez com que ela dormisse me minha casa - a tentação é muito forme. MAS, e isto e importante para mim, conseguimos ir a tempo ás aulas das 8h.
Temos que fazer isto mais vezes.
Sem mais nada a acrescentar, despeço-me respeitosamente
UnkownOne
domingo, 8 de março de 2009
No expresso
Li uma noticia interessante no jornal "Expresso" sobre a sexualidade dos jovens de hoje.
Vou citar algumas passagens que eu considero interessantes:
""Tinha 13 anos quando tive relações sexuais pela primeira vez. Sentia muita curiosidade. Mas usei o preservativo, claro, não queria ficar grávida." (...) Como ela, Naíza, Fábio e Hugo estão reunidos na biblioteca da escola por terem aceite falar sobre sexualidade. Não há constrangimento, vergonha ou qualquer tipo de reserva. Os quatro conversam abertamente e reagem com naturalidade a todas as questões, mesmo as de foro mais íntimo. (...) Gonçalo, prestes a fazer 16 anos, aluno do Liceu Francês em Lisboa afirma com toda a naturalidade que desde os 14 sai à noite sempre com dois preservativos na carteira. "A ideia foi do meu padrasto, que mos começou a dar sem grande conversa à volta do assunto." Esta iniciativa não o embaraçou e se não iniciou a sua vida sexual foi por "não ter ainda estabilidade amorosa", pois na sua idade "as relações duram pouco tempo". Não é à toa que esta geração já foi apelidada de "monogâmicos em série".
Perdeu-se - ou vai-se ajustando conforme as circunstâncias - a fantasia do par ideal. "A minha irmã tem 16 anos e ainda é virgem", afirma Naíza timidamente, para logo reforçar com veemência, "mas digo-lhe sempre para só aceitar ter relações quando ela quiser mesmo". Inês sabe o que a amiga quer dizer. "É verdade. Muitas miúdas aceitam perder a virgindade por causa da insistência dos namorados ou então porque as amigas já experimentaram e também não gostam de ser as únicas a nunca terem experimentado. Uma rapariga com 18 anos ser virgem... pode acontecer. Mas é raro", sentencia Inês."
E ainda:
"Sexo, mentiras e adolescência
14 anos : início das relações sexuais dos rapazes
15 anos : início das relações sexuais das raparigas
86% das raparigas têm a 1.ª vez com namorados
64% dos rapazes têm a 1.ª vez com namoradas
96% destes jovens usaram preservativo
13% usaram a pílula
(Fonte: Estudo da APF realizado em 2008 com base em 2621 inquiridos)"
Retirado de: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/501349
Reflictam na peça e raleiam o post sobre "o que faz girar o mundo não é o sistema de rotação da terra"
E as coisas tendem em ficar cada vez mais precoces. Não existe idade para se perder a virgindade mas considero que 13, 14 ou 15 anos são idades demasiado pequenas. Penso ainda não exista a maturidade necessária para dar este passo. Falando sobre mim, acho que iniciei a minha vida sexual demasiado cedo e a minha namorada idem em aspas. No entanto tivemos a maturidade suficiente para perceber que a peça mais importante nisto tudo era um preservativo e não era um pénis dentro de uma vagina.
A maioria das pessoas até pode usar preservativo na primeira e segunda relação, mas certamente que hão de chegar a uma altura em que cagam literalmente para o uso do mesmo, vezes consecutivas, e no mês seguinte estão a ir a uma consulta de planeamento familiar.
Espero não estar a dar uma novidade a ninguém ao dizer que a pílula do dia seguinte não é uma método contraceptivo e que só funciona 2 ou 3 vezes no máximo. Querem-se prevenir prevenir usem o melhor método contraceptivo no mercado: preservativo.
Não o querem usar então levem as vossas namoradas ao ginecologista para lhes ser receitada a pílula adequada a elas. So faz sentido usar pílula se a relação estiver consolidada e se tiver 100% de confiança no parceiro. Sujeitos a "desvios" todos nós estamos, mas ao menos se algum dia vierem a acontecer, sejam sinceros e admitam que erraram e não queiram prejudicar uma pessoa que não tem culpa de nada. Usem a filha da puta do preservativo ou então brinquem sozinhos com a pilinha ou com o pipi.
Vou citar algumas passagens que eu considero interessantes:
""Tinha 13 anos quando tive relações sexuais pela primeira vez. Sentia muita curiosidade. Mas usei o preservativo, claro, não queria ficar grávida." (...) Como ela, Naíza, Fábio e Hugo estão reunidos na biblioteca da escola por terem aceite falar sobre sexualidade. Não há constrangimento, vergonha ou qualquer tipo de reserva. Os quatro conversam abertamente e reagem com naturalidade a todas as questões, mesmo as de foro mais íntimo. (...) Gonçalo, prestes a fazer 16 anos, aluno do Liceu Francês em Lisboa afirma com toda a naturalidade que desde os 14 sai à noite sempre com dois preservativos na carteira. "A ideia foi do meu padrasto, que mos começou a dar sem grande conversa à volta do assunto." Esta iniciativa não o embaraçou e se não iniciou a sua vida sexual foi por "não ter ainda estabilidade amorosa", pois na sua idade "as relações duram pouco tempo". Não é à toa que esta geração já foi apelidada de "monogâmicos em série".
Perdeu-se - ou vai-se ajustando conforme as circunstâncias - a fantasia do par ideal. "A minha irmã tem 16 anos e ainda é virgem", afirma Naíza timidamente, para logo reforçar com veemência, "mas digo-lhe sempre para só aceitar ter relações quando ela quiser mesmo". Inês sabe o que a amiga quer dizer. "É verdade. Muitas miúdas aceitam perder a virgindade por causa da insistência dos namorados ou então porque as amigas já experimentaram e também não gostam de ser as únicas a nunca terem experimentado. Uma rapariga com 18 anos ser virgem... pode acontecer. Mas é raro", sentencia Inês."
E ainda:
"Sexo, mentiras e adolescência
14 anos : início das relações sexuais dos rapazes
15 anos : início das relações sexuais das raparigas
86% das raparigas têm a 1.ª vez com namorados
64% dos rapazes têm a 1.ª vez com namoradas
96% destes jovens usaram preservativo
13% usaram a pílula
(Fonte: Estudo da APF realizado em 2008 com base em 2621 inquiridos)"
Retirado de: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/501349
Reflictam na peça e raleiam o post sobre "o que faz girar o mundo não é o sistema de rotação da terra"
E as coisas tendem em ficar cada vez mais precoces. Não existe idade para se perder a virgindade mas considero que 13, 14 ou 15 anos são idades demasiado pequenas. Penso ainda não exista a maturidade necessária para dar este passo. Falando sobre mim, acho que iniciei a minha vida sexual demasiado cedo e a minha namorada idem em aspas. No entanto tivemos a maturidade suficiente para perceber que a peça mais importante nisto tudo era um preservativo e não era um pénis dentro de uma vagina.
A maioria das pessoas até pode usar preservativo na primeira e segunda relação, mas certamente que hão de chegar a uma altura em que cagam literalmente para o uso do mesmo, vezes consecutivas, e no mês seguinte estão a ir a uma consulta de planeamento familiar.
Espero não estar a dar uma novidade a ninguém ao dizer que a pílula do dia seguinte não é uma método contraceptivo e que só funciona 2 ou 3 vezes no máximo. Querem-se prevenir prevenir usem o melhor método contraceptivo no mercado: preservativo.
Não o querem usar então levem as vossas namoradas ao ginecologista para lhes ser receitada a pílula adequada a elas. So faz sentido usar pílula se a relação estiver consolidada e se tiver 100% de confiança no parceiro. Sujeitos a "desvios" todos nós estamos, mas ao menos se algum dia vierem a acontecer, sejam sinceros e admitam que erraram e não queiram prejudicar uma pessoa que não tem culpa de nada. Usem a filha da puta do preservativo ou então brinquem sozinhos com a pilinha ou com o pipi.
sábado, 7 de março de 2009
Pitas
Há três tipos de inteligência: a inteligência humana, a inteligência animal e a semi-inteligência da pita.
Afinal o que é uma pita? O conceito de pita é hoje tão vasto, tão amplo (em contraposição com a mente da própria) que nos chega a ser difícil obtê-lo. Porém, através de uma generalização, uma pita pode ser definida como “uma adolescente com a mania de que já é uma mulher com muitos problemas quer de foro pessoal, quer de foro social, com uma personalidade não-própria que lhe foi embutida no seu inapto cérebro por elaboradas manobras de marketing e pela manipulação exercida pela sociedade que a rodeia."
Parte 1: Awakening: O despertar da pita.
Pré-adolescência. Nasce-lhes o primeiro pintelho ou ocorre qualquer outro fenómeno que lhes possa sugerir que estão um pouco mais próximas da maturidade e rapariga vira pita-temporal.
Até aqui, tudo bem. É uma fase normal que será ultrapassada por todas as raparigas detentoras de uma independência mental, ou seja, a capacidade de pensar por si próprias. Porém, em muitos casos, a independência mental ou nunca teve o seu lugar no seu cérebro ou foi-lhe retirada (talvez devido à educação que teve) e isso não acontece: a pita pré-adolescente entra na adolescência arrastando consigo uma mentalidade que já deveria fazer parte do passado. Surge então o dilema. A pita desejará chamar a atenção, sim. É essa a sua necessidade básica! Gente normal precisa de coisas como comer, beber e dormir, mas para as pitas tudo se centra em si próprias e no que os outros possam pensar dela. Para chamar a atenção, deverá então “evoluir” (se é que lhe podemos chamar de evolução) para uma subespécie de pita com características mais vincadas.
Parte 2: Raças: Os tipos de pita.
A desprezível pita temporal ramifica-se em mais e mais tipos de pita, cada uma com a sua forma de chamar a atenção, de nos tentar fazer compreender que elas já são mulheres semelhantes aos seus ídolos, e que possuem “problemas de adolescência".
Eis alguns desses tipos:
Pita Beta: Quem nunca se deparou com uma destas? Deslocando-se pelas escolas com todo o seu charme, emanando falsa seriedade e tentando fazer-nos acreditar que são mulheres sérias, educadas e perfeitamente adultas (apesar de por vezes nem quinze anos terem) estas raparigas são por muitos apelidadas de” betinhas”. Muito melosas no que toca ao romance e com a mania do cor de rosa, estas meninas tentam muitas vezes ser ingénuas, burras de propósito só porque, nas betinhas, fica muito bem ser se “loira-burra” (sem querer ofender as loiras).
Pita Hip-hop: Yo, props brother! How’s it goin’? Estas andam sempre vestidas como as gajas dos video-clips de hip-hop (vocês percebem o que quero dizer não, percebem?). “Adoram”, o hip-hop, o rap, armar-se em “pausadas” e fazer-nos acreditar que são damas do gueto (mesmo que morem num prédio de luxo). A mania que é boa e superior mantém-se como nos restantes tipos de pita.
Pita Revoltada: “Ai que ninguém me compreende!” é o pensamento característico deste tipo. Estão sempre a querer mostrar que são incompreendidas e portadoras de uma vida cheia de problemas “de adolescente” e crises existenciais. Observemos o seguinte exemplo: Se a sua mãe lhe diz que deve ir à escola, ela fecha-se no quarto e chora amarrada à almofada só porque a mãe a “pressiona demais nos estudos”. MAS se a mãe não lhe disser nada disso, fecha-se na mesma no quarto e chora por ter uma mãe que não se preocupa com os seus estudos. Rapazes, tenham muito cuidado se namorarem com uma destas! Se lhe derem uma prenda, queixam-se que a mimam demasiado ou que só lhe deram a prenda por terem pena dela e não por amor. Se não lhe derem, dizem que são maus namorados e que não querem saber dela. Em ambos os casos, ela fecha se no quarto a chorar. Enfim, do seu ponto de vista, ninguém as compreende
Fashion-victims (também conhecidas por “Popstars” ou “Pornstars”): São sempre muito fashions e populares. Vestidas com as roupas “da moda” (o que para elas significa igual às personagens das novelas ou às cantoras) deslocam-se com aquele ar senhoril de superioridade pelas escolas. Muitas delas armam-se em ricas e passam o tempo a rir-se de quem por elas passa com um sentido estético que não o delas. Possuem sempre pitas “wannabee’s” ou imitadoras como resguardo.
Pita Pseudo-Gótica: Muito revoltada com o mundo (mas acaba por ter mais razão que a pita revoltada). Segundo elas, só as amigas é que a compreendem. Gostam de se mostrar fascinadas pelas trevas, por bruxas, vampiros, etc. e vestem-se como tal. Gostam de ouvir “música gótica” o que para elas significa “Linkin Park” ou “Within Temptation”.
Pita Lésbica: Já alguma vez tentaram engatar ou estar sozinhos com uma rapariga mas não conseguiram por causa do raio da amiga que não a larga e vos faz um olhar ameaçador? A gaja que vos incomoda é uma pita lésbica. Anda sempre atrás da amiga, o que gera a síndrome do “se-ela-se-atira-ao-caralho-do-poço-eu-também-me-atiro”. Se a amiga vai à casa de banho, ela também tem que ir ou a amizade acaba. Uma delas vai para a cama com o namorado? Não pode ir sem a outra porque tem pena que a outra fique sozinha. Têm que ir as duas (neste caso, sorte a do namorado).
Pita Imitadora/Wannabe: Se as pitas já sofrem de falta de personalidade, então esta é o apocalipse da independência mental. Adquire uma personalidade igual à do grupo em que se insere: se anda com as góticas, arma se em gótica; se anda com as hip-hop, arma-se em hip-hop (mesmo que não saiba quem é o 50cent).
Pita Feia: É feia que nem um chino, até mete medo. Todos o sabem. Dentro deste tipo de pita, há dois tipos: as que sabem que são feias e como tal são anti-sociais, deprimidas e fechadas e as que não o sabem e julgam-se tão boas como os outros tipos de pita. Muitas vezes as que sabem que são feias são gozadas pelas outras pitas e idolatram aquelas personagens de filmes e novelas que começam por ser feias e se tornam as populares. Enfim, a beleza não trás felicidade mas ajuda.
Parte 3: Mas ela sabe falar!: Comunicação.
I) Escrever ou teclar:
Comunicam muito por SMS e MSN. Todas elas escrevem da repugnante forma que todos nós já conhecemos:
1) Metem pelo menos um X ou um H desnecessário em cada palavra só porque “fikaH giruH naX palavraX”.
2) U’s um vez de O's “AmUh-te TiAgUh”.
3) W’s em vez de R ou L: “AdOwo-teh mana, ex WindAh :DDDD”.
4) Alternam consecutivamente entre letras maiúsculas e minúsculas: “oWa TaX bOa??????????????????”
Uma realidade curiosa é o facto de os seus nicknames de MSN terem que mostrar que elas possuem uma vida amorosa, sentimental e “tipicamente adolescente”. Vejamos os exemplos:
Exemplo 1: '$'#666 HuAnItAh =))) "AdOwO-vUx Mt MiGaX =))))) NaUm XeI o K fAxIaH xEm vOxEx =)))"
Exemplo 2: '$'#69 LiLiAnAh (l)(F) "Adoro-te Tiago, adoro-te Francisco, Adoro-te Mana, Adoro-te Joana... adoro-te Marlene...." …a lista continua… "... adoro-te Ricky, amo-te TiAgUh =)))"
Exemplo 3:: mAwI@niTah_FufinhAh (Ontem à NOITE na dixCUtEkA FOih De maix! :DDDD) (Mesmo que tenha ido à discoteca à um mês. É só para dizer que lá foi.)
Depois temos os nicks das pitas pseudo-góticas. É comum o uso de cruzes ou quaisquer outros símbolos e, é claro, palavras como inferno, dor, trevas, vampira, evil suicide, morbid, etc. Observem:
Exemplo 1: †.. Vampira Obscura do Inferno cheio de Sangue ..† "Amo-te muito mas quero morrer porque a vida é uma merda."
Exemplo 2: †.. Deusa da Morte sem Fim e da tortura miserável, cruel, infernal e flagelante ..† "Adoro-te muito mor, mas quero morrer."
Em suma, as pitas não só possuem uma fraca capacidade mental como também não se sabem exprimir convenientemente.
É muito cómico contradizer uma pita. Ela responder-vos-á com frases que aprendeu nas novelas de moda (“Morangos com Merda”, “New Wa…”, “Queridas Fer…”) só para que nós acreditemos que possuem sentimentos próprios e uma maneira de pensar muito própria. Toda a pita “argumenta” com fases do tipo: “Cada um dix o que sabe.”, “Não me compreendes por isso não digax nada!”, “Ofendes os sentimentox das otrax pexoas e elas ficam zangadas contigu” “Eu já sou crexida e faxo o k me apetece!!!”, “Nao tenx o direito de dixer ixo!!!!!” e “Não me xames pita!”.
Discutir/debater um assunto com uma pita é mesmo hilariante. Elas não só argumentam sempre com frases feitas (muitas vezes retiradas das novelas pois é de lá que vêm todo o seu vocabulário e praticamente toda a sua mentalidade) como são completamente incoerentes (ora dizem uma coisa, ora dizem outra coisa contrária ao que tinham dito e atrapalham-se muito com isso), o que as torna facilmente manipuláveis.
Conclusão:
As pitas não são mais do que seres humanos como nós, feitos de carne, pele e osso, cuja única diferença consiste na sua mente. A mente de uma pita é como que um plástico. Um plástico que é moldado pela sociedade, pelas massas de uma forma mais drástica do que nos restantes humanos e que é facilmente manipulada por manobras de marketing que visam aproveitar-se dele (do género “novelas”, e “pseudo-bandas”). Com as raparigas da actualidade a serem “educadas” desta forma, não podemos esperar um futuro mais negro. A educação deveria ser um processo de desenvolvimento, uma evolução pessoal e não um simples mimetismo daquilo que nos rodeia ou nos é imposto.
Resta-me deixar uma mensagem de “parabéns” e agradecimento a todas as raparigas que entraram na adolescência sem arrastar consigo o “fardo da pitisse”. É com raparigas como vocês que este mundo se pode tornar num lugar menos mau.
Afinal o que é uma pita? O conceito de pita é hoje tão vasto, tão amplo (em contraposição com a mente da própria) que nos chega a ser difícil obtê-lo. Porém, através de uma generalização, uma pita pode ser definida como “uma adolescente com a mania de que já é uma mulher com muitos problemas quer de foro pessoal, quer de foro social, com uma personalidade não-própria que lhe foi embutida no seu inapto cérebro por elaboradas manobras de marketing e pela manipulação exercida pela sociedade que a rodeia."
Parte 1: Awakening: O despertar da pita.
Pré-adolescência. Nasce-lhes o primeiro pintelho ou ocorre qualquer outro fenómeno que lhes possa sugerir que estão um pouco mais próximas da maturidade e rapariga vira pita-temporal.
Até aqui, tudo bem. É uma fase normal que será ultrapassada por todas as raparigas detentoras de uma independência mental, ou seja, a capacidade de pensar por si próprias. Porém, em muitos casos, a independência mental ou nunca teve o seu lugar no seu cérebro ou foi-lhe retirada (talvez devido à educação que teve) e isso não acontece: a pita pré-adolescente entra na adolescência arrastando consigo uma mentalidade que já deveria fazer parte do passado. Surge então o dilema. A pita desejará chamar a atenção, sim. É essa a sua necessidade básica! Gente normal precisa de coisas como comer, beber e dormir, mas para as pitas tudo se centra em si próprias e no que os outros possam pensar dela. Para chamar a atenção, deverá então “evoluir” (se é que lhe podemos chamar de evolução) para uma subespécie de pita com características mais vincadas.
Parte 2: Raças: Os tipos de pita.
A desprezível pita temporal ramifica-se em mais e mais tipos de pita, cada uma com a sua forma de chamar a atenção, de nos tentar fazer compreender que elas já são mulheres semelhantes aos seus ídolos, e que possuem “problemas de adolescência".
Eis alguns desses tipos:
Pita Beta: Quem nunca se deparou com uma destas? Deslocando-se pelas escolas com todo o seu charme, emanando falsa seriedade e tentando fazer-nos acreditar que são mulheres sérias, educadas e perfeitamente adultas (apesar de por vezes nem quinze anos terem) estas raparigas são por muitos apelidadas de” betinhas”. Muito melosas no que toca ao romance e com a mania do cor de rosa, estas meninas tentam muitas vezes ser ingénuas, burras de propósito só porque, nas betinhas, fica muito bem ser se “loira-burra” (sem querer ofender as loiras).
Pita Hip-hop: Yo, props brother! How’s it goin’? Estas andam sempre vestidas como as gajas dos video-clips de hip-hop (vocês percebem o que quero dizer não, percebem?). “Adoram”, o hip-hop, o rap, armar-se em “pausadas” e fazer-nos acreditar que são damas do gueto (mesmo que morem num prédio de luxo). A mania que é boa e superior mantém-se como nos restantes tipos de pita.
Pita Revoltada: “Ai que ninguém me compreende!” é o pensamento característico deste tipo. Estão sempre a querer mostrar que são incompreendidas e portadoras de uma vida cheia de problemas “de adolescente” e crises existenciais. Observemos o seguinte exemplo: Se a sua mãe lhe diz que deve ir à escola, ela fecha-se no quarto e chora amarrada à almofada só porque a mãe a “pressiona demais nos estudos”. MAS se a mãe não lhe disser nada disso, fecha-se na mesma no quarto e chora por ter uma mãe que não se preocupa com os seus estudos. Rapazes, tenham muito cuidado se namorarem com uma destas! Se lhe derem uma prenda, queixam-se que a mimam demasiado ou que só lhe deram a prenda por terem pena dela e não por amor. Se não lhe derem, dizem que são maus namorados e que não querem saber dela. Em ambos os casos, ela fecha se no quarto a chorar. Enfim, do seu ponto de vista, ninguém as compreende
Fashion-victims (também conhecidas por “Popstars” ou “Pornstars”): São sempre muito fashions e populares. Vestidas com as roupas “da moda” (o que para elas significa igual às personagens das novelas ou às cantoras) deslocam-se com aquele ar senhoril de superioridade pelas escolas. Muitas delas armam-se em ricas e passam o tempo a rir-se de quem por elas passa com um sentido estético que não o delas. Possuem sempre pitas “wannabee’s” ou imitadoras como resguardo.
Pita Pseudo-Gótica: Muito revoltada com o mundo (mas acaba por ter mais razão que a pita revoltada). Segundo elas, só as amigas é que a compreendem. Gostam de se mostrar fascinadas pelas trevas, por bruxas, vampiros, etc. e vestem-se como tal. Gostam de ouvir “música gótica” o que para elas significa “Linkin Park” ou “Within Temptation”.
Pita Lésbica: Já alguma vez tentaram engatar ou estar sozinhos com uma rapariga mas não conseguiram por causa do raio da amiga que não a larga e vos faz um olhar ameaçador? A gaja que vos incomoda é uma pita lésbica. Anda sempre atrás da amiga, o que gera a síndrome do “se-ela-se-atira-ao-caralho-do-poço-eu-também-me-atiro”. Se a amiga vai à casa de banho, ela também tem que ir ou a amizade acaba. Uma delas vai para a cama com o namorado? Não pode ir sem a outra porque tem pena que a outra fique sozinha. Têm que ir as duas (neste caso, sorte a do namorado).
Pita Imitadora/Wannabe: Se as pitas já sofrem de falta de personalidade, então esta é o apocalipse da independência mental. Adquire uma personalidade igual à do grupo em que se insere: se anda com as góticas, arma se em gótica; se anda com as hip-hop, arma-se em hip-hop (mesmo que não saiba quem é o 50cent).
Pita Feia: É feia que nem um chino, até mete medo. Todos o sabem. Dentro deste tipo de pita, há dois tipos: as que sabem que são feias e como tal são anti-sociais, deprimidas e fechadas e as que não o sabem e julgam-se tão boas como os outros tipos de pita. Muitas vezes as que sabem que são feias são gozadas pelas outras pitas e idolatram aquelas personagens de filmes e novelas que começam por ser feias e se tornam as populares. Enfim, a beleza não trás felicidade mas ajuda.
Parte 3: Mas ela sabe falar!: Comunicação.
I) Escrever ou teclar:
Comunicam muito por SMS e MSN. Todas elas escrevem da repugnante forma que todos nós já conhecemos:
1) Metem pelo menos um X ou um H desnecessário em cada palavra só porque “fikaH giruH naX palavraX”.
2) U’s um vez de O's “AmUh-te TiAgUh”.
3) W’s em vez de R ou L: “AdOwo-teh mana, ex WindAh :DDDD”.
4) Alternam consecutivamente entre letras maiúsculas e minúsculas: “oWa TaX bOa??????????????????”
Uma realidade curiosa é o facto de os seus nicknames de MSN terem que mostrar que elas possuem uma vida amorosa, sentimental e “tipicamente adolescente”. Vejamos os exemplos:
Exemplo 1: '$'#666 HuAnItAh =))) "AdOwO-vUx Mt MiGaX =))))) NaUm XeI o K fAxIaH xEm vOxEx =)))"
Exemplo 2: '$'#69 LiLiAnAh (l)(F) "Adoro-te Tiago, adoro-te Francisco, Adoro-te Mana, Adoro-te Joana... adoro-te Marlene...." …a lista continua… "... adoro-te Ricky, amo-te TiAgUh =)))"
Exemplo 3:: mAwI@niTah_FufinhAh (Ontem à NOITE na dixCUtEkA FOih De maix! :DDDD) (Mesmo que tenha ido à discoteca à um mês. É só para dizer que lá foi.)
Depois temos os nicks das pitas pseudo-góticas. É comum o uso de cruzes ou quaisquer outros símbolos e, é claro, palavras como inferno, dor, trevas, vampira, evil suicide, morbid, etc. Observem:
Exemplo 1: †.. Vampira Obscura do Inferno cheio de Sangue ..† "Amo-te muito mas quero morrer porque a vida é uma merda."
Exemplo 2: †.. Deusa da Morte sem Fim e da tortura miserável, cruel, infernal e flagelante ..† "Adoro-te muito mor, mas quero morrer."
Em suma, as pitas não só possuem uma fraca capacidade mental como também não se sabem exprimir convenientemente.
É muito cómico contradizer uma pita. Ela responder-vos-á com frases que aprendeu nas novelas de moda (“Morangos com Merda”, “New Wa…”, “Queridas Fer…”) só para que nós acreditemos que possuem sentimentos próprios e uma maneira de pensar muito própria. Toda a pita “argumenta” com fases do tipo: “Cada um dix o que sabe.”, “Não me compreendes por isso não digax nada!”, “Ofendes os sentimentox das otrax pexoas e elas ficam zangadas contigu” “Eu já sou crexida e faxo o k me apetece!!!”, “Nao tenx o direito de dixer ixo!!!!!” e “Não me xames pita!”.
Discutir/debater um assunto com uma pita é mesmo hilariante. Elas não só argumentam sempre com frases feitas (muitas vezes retiradas das novelas pois é de lá que vêm todo o seu vocabulário e praticamente toda a sua mentalidade) como são completamente incoerentes (ora dizem uma coisa, ora dizem outra coisa contrária ao que tinham dito e atrapalham-se muito com isso), o que as torna facilmente manipuláveis.
Conclusão:
As pitas não são mais do que seres humanos como nós, feitos de carne, pele e osso, cuja única diferença consiste na sua mente. A mente de uma pita é como que um plástico. Um plástico que é moldado pela sociedade, pelas massas de uma forma mais drástica do que nos restantes humanos e que é facilmente manipulada por manobras de marketing que visam aproveitar-se dele (do género “novelas”, e “pseudo-bandas”). Com as raparigas da actualidade a serem “educadas” desta forma, não podemos esperar um futuro mais negro. A educação deveria ser um processo de desenvolvimento, uma evolução pessoal e não um simples mimetismo daquilo que nos rodeia ou nos é imposto.
Resta-me deixar uma mensagem de “parabéns” e agradecimento a todas as raparigas que entraram na adolescência sem arrastar consigo o “fardo da pitisse”. É com raparigas como vocês que este mundo se pode tornar num lugar menos mau.
Doente
Ontem a noite deu-me um ataque de gripe tão rápido! Passei muito mal a noite, tive febre, dor de garganta e essas merdas todas.
Coincidencia ou nao, ontem dormi com a J. e a noite fiquei doente. Da ultima vez que dormi em casa dela, há duas semanas atrás, também fiquei com dores de garganta. Anda por lá uma cena qualquer que me põe doente.
Queria ficar fixe que era para poder ir ao ginasio na terça. Espero que amanha esteja bem melhor.
Até amanha.
Coincidencia ou nao, ontem dormi com a J. e a noite fiquei doente. Da ultima vez que dormi em casa dela, há duas semanas atrás, também fiquei com dores de garganta. Anda por lá uma cena qualquer que me põe doente.
Queria ficar fixe que era para poder ir ao ginasio na terça. Espero que amanha esteja bem melhor.
Até amanha.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Hoje
o dia correu-me bem. Digamos que faltei ás duas primeiras aulas e fui só a química. Fiz os trabalhos de inglês na aula - portanto foi uma aula bastante produtiva. A frequência da tarde correu-me lindamente.
Fui buscar a J. á faculdade, viemos os dois a chuva até casa. Equipamo-nos, fomos ao ginásio com uns amigos. Pedalei 8km, 100 abdominais e fiz 2000m de braços. Como eu disse, o dia correu-me bem e foi produtivo. Como ela me disse: "daqui a uns dias estamos em excelente forma e toda agente vai querer fazer sexo connosco" (risos).
Não estou cansado, dava um queca agora mesmo e em cima do teclado do portátil depois de tantos kilometros, mas a J. amanha tem aulas as 8 e está a acabar um relatório para ser entregue amanha.
Combinamos ir jantar ao Dolce Vita, depois somos capazes de ir ao Bingo e, se correr tao bem ou melhor que da ultima vez que por lá passamos, vamos socializar para o um convívio qualquer.
Nao tenho mais nada a acrescentar e vou-me ficar porque aqui que esta-me apetecer jogar.
Até amanha.
Fui buscar a J. á faculdade, viemos os dois a chuva até casa. Equipamo-nos, fomos ao ginásio com uns amigos. Pedalei 8km, 100 abdominais e fiz 2000m de braços. Como eu disse, o dia correu-me bem e foi produtivo. Como ela me disse: "daqui a uns dias estamos em excelente forma e toda agente vai querer fazer sexo connosco" (risos).
Não estou cansado, dava um queca agora mesmo e em cima do teclado do portátil depois de tantos kilometros, mas a J. amanha tem aulas as 8 e está a acabar um relatório para ser entregue amanha.
Combinamos ir jantar ao Dolce Vita, depois somos capazes de ir ao Bingo e, se correr tao bem ou melhor que da ultima vez que por lá passamos, vamos socializar para o um convívio qualquer.
Nao tenho mais nada a acrescentar e vou-me ficar porque aqui que esta-me apetecer jogar.
Até amanha.
Fui
dar um giro lá fora. Fui tomar um cafézito e cheguei agora. Estava um rapazito a ir praticamente em coma para o hospital. Nao se mexia, estava estendido no chão, a gregar-se todo mas já um bocado inconsciente. Ja la estava uma ambulancia para o levar. Opá acho que é um bocado impossivel chegar-se a este estado. Uma coisa é beber, ficar-se bebedo (mas bebedo mesmo. Nao ver absolutamente nada á frente) e cabritar-se todo. Outra coisa é chegar ao ponto de ficar incosciente, deitado no chão, não se mexer e a deitar tudo cá para fora...é mau. É mau para quem está connosco e para nós proprios. Pagar para ficar bebedo e virar o barco, é um desperdicio de dinheiro. Depois os outro que nos aturem. Digamos que não é nada bom aturar bebedos. Imagino que sofram comigo quando fico assim, mas ultimamente tenho andado na linha.
Antes de me ir embora, é so para dizer que fui hoje ao ginasio pela primeira vez e vou continuar a ir porque aquilo é, devéras, muito bem frequentado. Além disso trabalho musculos que desconhecia ter. Sinto-me mais rijo.
Amanha vou lá com a J.
Até amanha.
Antes de me ir embora, é so para dizer que fui hoje ao ginasio pela primeira vez e vou continuar a ir porque aquilo é, devéras, muito bem frequentado. Além disso trabalho musculos que desconhecia ter. Sinto-me mais rijo.
Amanha vou lá com a J.
Até amanha.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Para que conste
hoje nao se passou nada de especial. Digamos que foi um dia de merda. Casa escola, escola casa. Dormi até tarde, hoje nao vou ter sono tão cedo e, mais uma vez, vou me ver grego para pregar sono. Quero ver como é que me vou levantar quarta-feira as 8h.
Ás vezes nao gosto da vida que levo. Não faço nada de jeito nem de util. Amanha vou ter frequencia e pouco ou nada estudei...o que nao significa que não saiba nada. Vamos lá ver como é que aquioo vai correr.
Até amanha.
Ás vezes nao gosto da vida que levo. Não faço nada de jeito nem de util. Amanha vou ter frequencia e pouco ou nada estudei...o que nao significa que não saiba nada. Vamos lá ver como é que aquioo vai correr.
Até amanha.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Praxe
Vejo tanto blogue a falar de "praxes". Muitos escrevem que as "praxes" são uma coisa humilhante, estúpida, sem sentido e que só os burros e estúpidos é que participam nisso.
Leiam este post como exemplo do que falei.
Falam mas não sabem bem do quê. Para começarmos não se diz nem escreve "praxes", é PRAXE, nao ha plural. No máximo, "praxes" está ligado á gozação do caloiro ou, por outras palavras, á parte da Praxe que está ligada ao praxar caloiros.
Tudo o que sejam agressões físicas, discriminações, abusos do poder hierarquico e essas coisas todas, não é PRAXE. Como alguém escreveu: " A praxe deverá manter princípios como fraternidade e humildade entre os estudantes, sendo a humildade absolutamente incompatível com a prepotência, e a fraternidade absolutamente incompatível com o totalismo e fanatismo" . Tudo o que não preencha estes requisitos não é considerada PRAXE.
Odeio ver aqueles despiques do: a minha faculdade é melhor que a tua porque os teus doutores não sabem praxar, ou ainda, as praxes no porto são praxes a sério, e as de coimbra não. São comentários de pessoas cuja ignorância neste tema atinge um nível relativamente alto.
A Praxe é uma coisa única na vida do estudante universitário. Única porque não existe mais nenhuma igual aquela em nenhum lado. Portanto, a Praxe de coimbra não tem que ser igual á do porto nem vice-versa. Cada uma é o que é e mais nada. Quem diz coimbra vs porto diz qualquer coisa vs coisa qualquer.
Quando ouço pessoas a declararem-se anti-praxe, mesmo antes de saberem o que é realmente a Praxe do seu curso, fico com raiva. Tudo bem que cada um tem o direito de escolher em ser praxado ou não - são opções. Mas uma coisa é não querer ser praxado, outra coisa bastante diferente, é ser anti-praxe. Para mim tudo o que seja anti-qualquer-coisa significa que esses anti querem, neste caso especifico, acabar com a Praxe. Praxe é um conjunto de usos e costumes característicos de uma academia ou faculdade (queima, cortejo, serenata, traje academico, ect), logo, se são anti-praxe, são anti-isto-tudo. Se não aceitam, tudo bem, serem contra a Praxe, é um ponto de vista que eu não compreendo nem tolero.
Falando da minha praxe, posso garantir seguramente que é das praxe mais duras física e psicologicamente da cidade de coimbra - façam uma pesquisa e adivinhem onde é que eu estudo. Já passei por muita coisa na praxe. Coisas de que não gostei e coisas que adorei (como em tudo na vida). Podia ter rejeitado aquilo que quisesse, mas não tive problemas nenhuns em fazer coisas menos boas. Nunca me faltaram ao respeito, nunca fui humilhado, nunca fui mal-tratado e posso dizer que este ano já valeu pela praxe a que estive sujeito. Certamente que muitas pessoas na minha situação achariam a minha praxe do mais ridículo, indecente e porco que pode haver. A maioria das pessoas que entrou no mesmo sitio que eu foram ás praxes e garanto que nenhuma delas se arrependeu. Sim, houve quem desistisse, mas desistiram por falta de tempo ou porque não lhes apetecia perderem uma tarde na praxe todas as semanas. Tudo bem, são opções e como já disse, aceito-as muito bem.
O ano já vai a meio, não sou praxado desde Dezembro e tenho muitas saudades daqueles tempos. Eram aquelas tardes em que nós convivíamos a sério com os doutores e caloiros. Era uma espécie de big family. Falávamos com todos e toda a gente falava connosco como se nos conhecêssemos há imenso tempo.
Eu vou ser praxista quando chegar a minha altura, se mudar de curso será daqui a sensivelmente 2 anos e posso-vos garantir que vou tentar ser um exemplo de doutor. Odeio a falta de rigor no cumprimentos das regras do código de Praxe. Se algum dia chegar a fazer parte de uma comissão de praxe, é uma das coisas que quero implementar: rigor na praxe. Se falharmos enquanto estivermos a praxar, os caloiros falharam na altura deles porque já era normal na altura deles.
Para quem nunca foi praxado e acha que sabe o que é a praxe, quero dizer que só sabe disto quem passou por ela. A definição de praxe passa muito para além da integração do caloiro na universidade. A praxe varia consoante as diferentes academias/cidades. Como é que podem rejeitar uma coisa apenas pelo que ouvem dizer (muitas vezes distorcido)? Não faz sentido.
Leiam este post como exemplo do que falei.
Falam mas não sabem bem do quê. Para começarmos não se diz nem escreve "praxes", é PRAXE, nao ha plural. No máximo, "praxes" está ligado á gozação do caloiro ou, por outras palavras, á parte da Praxe que está ligada ao praxar caloiros.
Tudo o que sejam agressões físicas, discriminações, abusos do poder hierarquico e essas coisas todas, não é PRAXE. Como alguém escreveu: " A praxe deverá manter princípios como fraternidade e humildade entre os estudantes, sendo a humildade absolutamente incompatível com a prepotência, e a fraternidade absolutamente incompatível com o totalismo e fanatismo" . Tudo o que não preencha estes requisitos não é considerada PRAXE.
Odeio ver aqueles despiques do: a minha faculdade é melhor que a tua porque os teus doutores não sabem praxar, ou ainda, as praxes no porto são praxes a sério, e as de coimbra não. São comentários de pessoas cuja ignorância neste tema atinge um nível relativamente alto.
A Praxe é uma coisa única na vida do estudante universitário. Única porque não existe mais nenhuma igual aquela em nenhum lado. Portanto, a Praxe de coimbra não tem que ser igual á do porto nem vice-versa. Cada uma é o que é e mais nada. Quem diz coimbra vs porto diz qualquer coisa vs coisa qualquer.
Quando ouço pessoas a declararem-se anti-praxe, mesmo antes de saberem o que é realmente a Praxe do seu curso, fico com raiva. Tudo bem que cada um tem o direito de escolher em ser praxado ou não - são opções. Mas uma coisa é não querer ser praxado, outra coisa bastante diferente, é ser anti-praxe. Para mim tudo o que seja anti-qualquer-coisa significa que esses anti querem, neste caso especifico, acabar com a Praxe. Praxe é um conjunto de usos e costumes característicos de uma academia ou faculdade (queima, cortejo, serenata, traje academico, ect), logo, se são anti-praxe, são anti-isto-tudo. Se não aceitam, tudo bem, serem contra a Praxe, é um ponto de vista que eu não compreendo nem tolero.
Falando da minha praxe, posso garantir seguramente que é das praxe mais duras física e psicologicamente da cidade de coimbra - façam uma pesquisa e adivinhem onde é que eu estudo. Já passei por muita coisa na praxe. Coisas de que não gostei e coisas que adorei (como em tudo na vida). Podia ter rejeitado aquilo que quisesse, mas não tive problemas nenhuns em fazer coisas menos boas. Nunca me faltaram ao respeito, nunca fui humilhado, nunca fui mal-tratado e posso dizer que este ano já valeu pela praxe a que estive sujeito. Certamente que muitas pessoas na minha situação achariam a minha praxe do mais ridículo, indecente e porco que pode haver. A maioria das pessoas que entrou no mesmo sitio que eu foram ás praxes e garanto que nenhuma delas se arrependeu. Sim, houve quem desistisse, mas desistiram por falta de tempo ou porque não lhes apetecia perderem uma tarde na praxe todas as semanas. Tudo bem, são opções e como já disse, aceito-as muito bem.
O ano já vai a meio, não sou praxado desde Dezembro e tenho muitas saudades daqueles tempos. Eram aquelas tardes em que nós convivíamos a sério com os doutores e caloiros. Era uma espécie de big family. Falávamos com todos e toda a gente falava connosco como se nos conhecêssemos há imenso tempo.
Eu vou ser praxista quando chegar a minha altura, se mudar de curso será daqui a sensivelmente 2 anos e posso-vos garantir que vou tentar ser um exemplo de doutor. Odeio a falta de rigor no cumprimentos das regras do código de Praxe. Se algum dia chegar a fazer parte de uma comissão de praxe, é uma das coisas que quero implementar: rigor na praxe. Se falharmos enquanto estivermos a praxar, os caloiros falharam na altura deles porque já era normal na altura deles.
Para quem nunca foi praxado e acha que sabe o que é a praxe, quero dizer que só sabe disto quem passou por ela. A definição de praxe passa muito para além da integração do caloiro na universidade. A praxe varia consoante as diferentes academias/cidades. Como é que podem rejeitar uma coisa apenas pelo que ouvem dizer (muitas vezes distorcido)? Não faz sentido.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Perdi-me
A semana começou mais tarde e acabei por me perder nos dias. Só me lembro do que fiz ontem.
Faço agora um esforço e consigo lembrar-me que me levantei as 7h para ir as aulas na quarta-feira. A tarde cocei a micose numa esplanada, a apanhar banhos de sol. É boa a sensação de não ter mais nada para fazer do que ficar sentado a apanhar com a radiação.
A J. chegou á noite, fui busca-la á rodoviária e fomos comer a boa da lasanha na Charllot. Mais uma vez o jantar durou mais do que se esperava. Fomos para casa dela ja era meia-noite.
Vimos um filmes, ou melhor, vi um filme porque ela acabou por adormecer.
Ontem saimos. Uma amiga nossa veio até Coimbra fazer-nos uma visita, aproveitando a sua semana de férias (fico feliz por saber que toda a gente tem ferias na mudança de semestre e eu nao). Parecia que tinhamos voltado aos bons velhos tempos. Os grandes momentos do liceu. Era a nossa terrinha em peso em Coimbra. A ideia era irmos jantar as cantinas e irmos beber um café. Acabamos por fazer isso, instalamo-nos no BAAC, esgotamos as moedas de 50cent nos finos. Depois fomos ao 7's beber mais uns shot. Eu e a J. fomos até a Se Velha buscar uma litrada de traçadinho para cada um. Não sei se é assim com toda a gente, mas comigo, este genero de bebidas, fazem deslocar até a casa de banho varias vezes. Falta dizer que ao pé da Porta Ferrea estava la uma trupe que fez questao de ir a correr atras de nós. Como nos metemos dentro da tascazinha, perderam-nos.
Terminamos a noite no convívio de medicina que por acaso até estava bomzinho tirando o facto de o ar estar irrespirável.
Eram 6h e estávamos a ir para casa quando a J. se vira para o lado e grega-se toda. Limpa a boca, sorri, e pede-nos para continuarmos a andar que já estava tudo fixe. E lá fomos nós, cada um para sua casa, já muito contente e ainda a ver tudo turvo. Foi uma noite porreirinha em contraste com o dia de hoje. Deitei-me as 6.30 e acordei as 8 horas para ir as aulas - NAO FALTEI! Andei foi o dia todo cheio de dores de cabeça e morto de sono. Ter ido ou nao ter ido as aulas foi exactamente a mesma coisa, estive a dormir nelas.
No autocarro para de regresso a casa a vim com a J. que me veio a fazer cafonészinhos, daqueles que sabem quando a cabeça não se segura e nos dói muito. Adormeci no ombro dela, e vim o caminho todo a babar-lhe o ombro. Soube-me bem.
Até amanha que vou jantar, chichi, cama.
Faço agora um esforço e consigo lembrar-me que me levantei as 7h para ir as aulas na quarta-feira. A tarde cocei a micose numa esplanada, a apanhar banhos de sol. É boa a sensação de não ter mais nada para fazer do que ficar sentado a apanhar com a radiação.
A J. chegou á noite, fui busca-la á rodoviária e fomos comer a boa da lasanha na Charllot. Mais uma vez o jantar durou mais do que se esperava. Fomos para casa dela ja era meia-noite.
Vimos um filmes, ou melhor, vi um filme porque ela acabou por adormecer.
Ontem saimos. Uma amiga nossa veio até Coimbra fazer-nos uma visita, aproveitando a sua semana de férias (fico feliz por saber que toda a gente tem ferias na mudança de semestre e eu nao). Parecia que tinhamos voltado aos bons velhos tempos. Os grandes momentos do liceu. Era a nossa terrinha em peso em Coimbra. A ideia era irmos jantar as cantinas e irmos beber um café. Acabamos por fazer isso, instalamo-nos no BAAC, esgotamos as moedas de 50cent nos finos. Depois fomos ao 7's beber mais uns shot. Eu e a J. fomos até a Se Velha buscar uma litrada de traçadinho para cada um. Não sei se é assim com toda a gente, mas comigo, este genero de bebidas, fazem deslocar até a casa de banho varias vezes. Falta dizer que ao pé da Porta Ferrea estava la uma trupe que fez questao de ir a correr atras de nós. Como nos metemos dentro da tascazinha, perderam-nos.
Terminamos a noite no convívio de medicina que por acaso até estava bomzinho tirando o facto de o ar estar irrespirável.
Eram 6h e estávamos a ir para casa quando a J. se vira para o lado e grega-se toda. Limpa a boca, sorri, e pede-nos para continuarmos a andar que já estava tudo fixe. E lá fomos nós, cada um para sua casa, já muito contente e ainda a ver tudo turvo. Foi uma noite porreirinha em contraste com o dia de hoje. Deitei-me as 6.30 e acordei as 8 horas para ir as aulas - NAO FALTEI! Andei foi o dia todo cheio de dores de cabeça e morto de sono. Ter ido ou nao ter ido as aulas foi exactamente a mesma coisa, estive a dormir nelas.
No autocarro para de regresso a casa a vim com a J. que me veio a fazer cafonészinhos, daqueles que sabem quando a cabeça não se segura e nos dói muito. Adormeci no ombro dela, e vim o caminho todo a babar-lhe o ombro. Soube-me bem.
Até amanha que vou jantar, chichi, cama.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
O que faz girar o Mundo nao é o sistema de rotação
mas sim uma simples Pila. Quando vou no autocarro para Coimbra sou obrigado a ouvir conversas femininas. Já o tinha constatado antes, mas o que faz realmente com que a Terra gire é a pilinha dos homens.
Imagino que hajam pessoas (não existe nem uma única, mas eu imagino-as na mesma) que percebe o que eu digo quando escrevo: "as raparigas fazem tudo por uma pila". Não vou chamar de pénis porque elas dizem mesmo "Pila".
Qualquer coisa que aconteça elas exclamam muitas vezes: "oh deixa lá, tem falta de Pila"; "Pronto, esta gaja está com falta de Pila" ou ainda "Se estás com falta de Pila compra uma". Elas conhecem-se umas ás outras e admitem que o que têm falta não é de comida, afecto ou carinho, mas sim de uma Pila.
Pila tem que se escrever com maiúsculas dada a sua importância neste texto. Eu já ouvi muitos relatos da primeira vez na primeira e terceira pessoa. As coisas correm sempre tão mal na primeira vez, mas umas exageram. Elas poderiam ficar de pé atrás para a segunda, terceira, quarta...vez. Mas não, é exactamente o contrario, quanto mais fornicam mais querem fornicar. Ainda se fornicassem bem, mas é que nem isso, por isso é que ás vezes nascem bebés e manifestam-se doenças que matam as pessoas aos bocadinhos.
O cumulo é a menina certinha, tímida, filha do papá, aluna exemplar, perder a virgindade aos 17 anos com um rapaz que acabou de conhecer numa viagem. A J. estava ao pé de mim quando ela lhe começou a contar o que se tinha passado na primeira noite, portanto tive que ouvir e tentar não me rir porque ela não fazia ideia do quão ridícula estava a ser.
Estava preocupada. Tinha medo de estar grávida. Uma rapariga de 17 anos, boa aluna, culta, que aparenta ter o dom da sabedoria, fez a seguinte pergunta: "nós usamos preservativo, aquilo não entrou tudo, mas mesmo assim tenho medo de estar grávida. Achas que há alguma possibilidade?" Foi nesta altura que tive me levantar do meu lugar e sair dali porque ia sair-me um gargalhada das grandes.
Podem achar-me estúpido ao rir-me nestas situações. Mas aquela menina quis parecer tão crescida em contar a sua primeira vez, sempre achou que sabia tudo e depois sai-se com um tiro destes para o ar. Não me contive. Esta é só um exemplo.
Conheço quem tenha perdido a virgindade aos 15 anos acabadinhos de fazer. Também não correu bem. Diga-se de passagem que foi uma primeira vez do pior que poderia haver e ela hoje (18 anos) faz de tudo por uma pila. Que tenha conhecimento, até aos 17/18 anos teve até 5 a 6 parceiros sexuais - no mínimo. Um pouco precoce para uma menina com uma boa educação, com a cabecinha um bocadinho fora do lugar mas nada de anormal para a idade.
Depois há a rapariga que se gaba de ter relações sexuais com o namorado e faz questão de explicar como é que faz tudo. Ao menos esta só foi experimentada por um rapaz, até hoje...daqui para a frente já não sei. Quis contar como foi a primeira vez á frente e a trás e mandava piadas a ela própria sobre "o levar por trás".
Querendo acrescentar outro facto á menina cujo " aquilo não entrou tudo, mas mesmo assim tenho medo de estar grávida.", o namorado dela não estuda na mesma cidade. Ele falta ás aulas para ir ter com ela á dita cidade, ela também falta. Passam a semana toda, literalmente, no quarto a foder ou a tentar foder - nunca quis saber. Não tenho conhecimento de terem saído alguma vez para ir beber qualquer coisa ou ir dançar um bocadinho. Vivem para o sexo e acham que isso é amor. Desejam-se apenas e só carnalmente - é essa a paixão deles. Não tenho absolutamente nada contra e acredito que seja felizes assim. Simplesmente gosto de pensar neste tipo de coisas e de concluir que tenho muita sorte em saber o que é amar e ser amado verdadeiramente.
Contrastando com tudo isto, eu e a minha namorada somos muito contidos e só ganhamos com isso. A relação não se gasta, o sexo não se gasta. Há fogo na nossa relação porque não estamos sempre um ao pé do outro, mesmo morando na mesma rua. Eu desejo sair de casa para ir ter com ela e ela deseja o mesmo, mas isto só tem piada se o desejo se manter. Eu podia ir ter com ela sempre que quisesse e chatea-la. Eu não ia ás aulas, ela não estudava e passávamos a viver para a foda e para as cossanças de micose o dia todo. Aprendemos a esperar e aconselho a todos a saber faze-lo.
Relembro que o amor pode acabar mas o sexo nunca. Se têm falta de pila ou de outra coisa, é só sair e ir ao BAAC :P (foi uma piadinha).
Bem, até amanha.
Imagino que hajam pessoas (não existe nem uma única, mas eu imagino-as na mesma) que percebe o que eu digo quando escrevo: "as raparigas fazem tudo por uma pila". Não vou chamar de pénis porque elas dizem mesmo "Pila".
Qualquer coisa que aconteça elas exclamam muitas vezes: "oh deixa lá, tem falta de Pila"; "Pronto, esta gaja está com falta de Pila" ou ainda "Se estás com falta de Pila compra uma". Elas conhecem-se umas ás outras e admitem que o que têm falta não é de comida, afecto ou carinho, mas sim de uma Pila.
Pila tem que se escrever com maiúsculas dada a sua importância neste texto. Eu já ouvi muitos relatos da primeira vez na primeira e terceira pessoa. As coisas correm sempre tão mal na primeira vez, mas umas exageram. Elas poderiam ficar de pé atrás para a segunda, terceira, quarta...vez. Mas não, é exactamente o contrario, quanto mais fornicam mais querem fornicar. Ainda se fornicassem bem, mas é que nem isso, por isso é que ás vezes nascem bebés e manifestam-se doenças que matam as pessoas aos bocadinhos.
O cumulo é a menina certinha, tímida, filha do papá, aluna exemplar, perder a virgindade aos 17 anos com um rapaz que acabou de conhecer numa viagem. A J. estava ao pé de mim quando ela lhe começou a contar o que se tinha passado na primeira noite, portanto tive que ouvir e tentar não me rir porque ela não fazia ideia do quão ridícula estava a ser.
Estava preocupada. Tinha medo de estar grávida. Uma rapariga de 17 anos, boa aluna, culta, que aparenta ter o dom da sabedoria, fez a seguinte pergunta: "nós usamos preservativo, aquilo não entrou tudo, mas mesmo assim tenho medo de estar grávida. Achas que há alguma possibilidade?" Foi nesta altura que tive me levantar do meu lugar e sair dali porque ia sair-me um gargalhada das grandes.
Podem achar-me estúpido ao rir-me nestas situações. Mas aquela menina quis parecer tão crescida em contar a sua primeira vez, sempre achou que sabia tudo e depois sai-se com um tiro destes para o ar. Não me contive. Esta é só um exemplo.
Conheço quem tenha perdido a virgindade aos 15 anos acabadinhos de fazer. Também não correu bem. Diga-se de passagem que foi uma primeira vez do pior que poderia haver e ela hoje (18 anos) faz de tudo por uma pila. Que tenha conhecimento, até aos 17/18 anos teve até 5 a 6 parceiros sexuais - no mínimo. Um pouco precoce para uma menina com uma boa educação, com a cabecinha um bocadinho fora do lugar mas nada de anormal para a idade.
Depois há a rapariga que se gaba de ter relações sexuais com o namorado e faz questão de explicar como é que faz tudo. Ao menos esta só foi experimentada por um rapaz, até hoje...daqui para a frente já não sei. Quis contar como foi a primeira vez á frente e a trás e mandava piadas a ela própria sobre "o levar por trás".
Querendo acrescentar outro facto á menina cujo " aquilo não entrou tudo, mas mesmo assim tenho medo de estar grávida.", o namorado dela não estuda na mesma cidade. Ele falta ás aulas para ir ter com ela á dita cidade, ela também falta. Passam a semana toda, literalmente, no quarto a foder ou a tentar foder - nunca quis saber. Não tenho conhecimento de terem saído alguma vez para ir beber qualquer coisa ou ir dançar um bocadinho. Vivem para o sexo e acham que isso é amor. Desejam-se apenas e só carnalmente - é essa a paixão deles. Não tenho absolutamente nada contra e acredito que seja felizes assim. Simplesmente gosto de pensar neste tipo de coisas e de concluir que tenho muita sorte em saber o que é amar e ser amado verdadeiramente.
Contrastando com tudo isto, eu e a minha namorada somos muito contidos e só ganhamos com isso. A relação não se gasta, o sexo não se gasta. Há fogo na nossa relação porque não estamos sempre um ao pé do outro, mesmo morando na mesma rua. Eu desejo sair de casa para ir ter com ela e ela deseja o mesmo, mas isto só tem piada se o desejo se manter. Eu podia ir ter com ela sempre que quisesse e chatea-la. Eu não ia ás aulas, ela não estudava e passávamos a viver para a foda e para as cossanças de micose o dia todo. Aprendemos a esperar e aconselho a todos a saber faze-lo.
Relembro que o amor pode acabar mas o sexo nunca. Se têm falta de pila ou de outra coisa, é só sair e ir ao BAAC :P (foi uma piadinha).
Bem, até amanha.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Fim-de-semana prolongado
Gosto destes fins-se-semana. Destes que não se tem nada para fazer nem para estudar, a não ser o que nos apetece. Daqueles em que de pjamas vestidos, numa mesa farta ao pequeno almoço apetitoso, olhamos para as imensas horas que nos restam até á próxima segunda (que neste caso é quarta) e delineamos programas: ir dar uma voltinha, ir ao cinema, apanhar com a radiaçao quetinha e fofinha que o sol emana, gastar algum dinheiro em coisas estúpidas...
Daqueles fins-de-semana em que enfrento a preguiça e de sapatilhas e i-pod velhinho e riscado nos ouvidos, corro em direcção ao Fontelo. Á minha frente avisto o portão da entrada principal do Fontelo: a minha meta. A música empurra-me neste percurso. O sol agudo matinal espelha a água da fonte. Respira-se fundo o saudavel e puro oxigénio desta zona.
J. e eu, já com os bofes de fora, decidimos ir cada um para sua casa tomar o banho para depois podermos passar a tarde inteira a passear por as ruas da cidade que já nao são visitados por nós há ja alguns meses.
Optamos por deixar o jantar e o cinema para amanha.
Assim sendo, vou-me retirar. Tenham um bom resto de fim-de-semana e ate amanha.
Daqueles fins-de-semana em que enfrento a preguiça e de sapatilhas e i-pod velhinho e riscado nos ouvidos, corro em direcção ao Fontelo. Á minha frente avisto o portão da entrada principal do Fontelo: a minha meta. A música empurra-me neste percurso. O sol agudo matinal espelha a água da fonte. Respira-se fundo o saudavel e puro oxigénio desta zona.
J. e eu, já com os bofes de fora, decidimos ir cada um para sua casa tomar o banho para depois podermos passar a tarde inteira a passear por as ruas da cidade que já nao são visitados por nós há ja alguns meses.
Optamos por deixar o jantar e o cinema para amanha.
Assim sendo, vou-me retirar. Tenham um bom resto de fim-de-semana e ate amanha.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Non capisco
"Só pra dizer que te Amo,
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo."
Eu ás vezes consigo ser tão melancólico. Estava a ouvir música, passei por aquela dos Clã - "Problemas de expressão"- e pensei no quão difícil foi dizer a palavra amo-te pela primeira vez e de forma séria.
Porque é que os homens têm mais dificuldade em dizer "amo-te" do que as mulheres?
Porque é que têm vergonha ou medo de o dizer ao pé das outras pessoas?
Elas dizem "amo-te" a todos os gajos com quem andam, por isso é difícil perceber quando é que estão a dizer a verdade. Nós quando dizemos essa expressão, na maior parte das vezes, estamos a falar a sério.
Se nós dissermos "amo-te" e nos respondem "eu também", existem motivos para desconfiar. Quando nos respondem "eu também gosto (muito) de ti" essa pessoa já gostou, em tempos, de nós, mas a paixão morreu. Se não disser nada, sorrir e der um beijo de seguida é porque quer "get some fun with us", nada mais do que isso. E é assim que eu vejo as coisas e sei que não estou muito longe da realidade.
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo."
Eu ás vezes consigo ser tão melancólico. Estava a ouvir música, passei por aquela dos Clã - "Problemas de expressão"- e pensei no quão difícil foi dizer a palavra amo-te pela primeira vez e de forma séria.
Porque é que os homens têm mais dificuldade em dizer "amo-te" do que as mulheres?
Porque é que têm vergonha ou medo de o dizer ao pé das outras pessoas?
Elas dizem "amo-te" a todos os gajos com quem andam, por isso é difícil perceber quando é que estão a dizer a verdade. Nós quando dizemos essa expressão, na maior parte das vezes, estamos a falar a sério.
Se nós dissermos "amo-te" e nos respondem "eu também", existem motivos para desconfiar. Quando nos respondem "eu também gosto (muito) de ti" essa pessoa já gostou, em tempos, de nós, mas a paixão morreu. Se não disser nada, sorrir e der um beijo de seguida é porque quer "get some fun with us", nada mais do que isso. E é assim que eu vejo as coisas e sei que não estou muito longe da realidade.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Eu sou o maior, ou então não.
Vou começar este post por dizer que: PASSEI!. Voltei a passar ao exame que me correu mal. Impressionante. Até a mim próprio me supero. Não compreendo como é que alguém que estuda na véspera 200 slides em 30min, ou menos, consegue passar com 11 a um exame. Estou feliz.
Contudo, acho que é sorte a mais e é neste exame que eu vou mesmo chumbar. Opá hoje correu-me muito mal, a serio. Tenho a certeza que desta nao me safo. Mesmo assim estou feliz porque fiz mais do que aquilo que eu estava á espera para este 1º semestre. Amo-me muito.
Para a semana eu e a J. vamos á faculdade de desporto para nos inscrevermo-nos no ginásio. Quando algum tarado qualquer se meter com ela no NL,. ou seja lá onde for, rebento-o todo com uma pinta...
Isto agora vai ser só músculo trabalhado sem precisar de esteróides para nada.
Cheguei ao bocado da cidade universitária, estou cheio de sono e não tarda estou a dormir. Acho que alguem me drogou. Não é normal dormir tantas horas seguidas durante tantos dias seguidos e ter sono sempre a esta hora. Estou a crescer ou já estou a ficar velho?
Até terça pretendo por conversas em dia com os amigos que não vejo ha meses e outras coisas assim parecidas.
Se nao nós voltarmos a ler, desejo-vos um óptimo Carnaval.
Contudo, acho que é sorte a mais e é neste exame que eu vou mesmo chumbar. Opá hoje correu-me muito mal, a serio. Tenho a certeza que desta nao me safo. Mesmo assim estou feliz porque fiz mais do que aquilo que eu estava á espera para este 1º semestre. Amo-me muito.
Para a semana eu e a J. vamos á faculdade de desporto para nos inscrevermo-nos no ginásio. Quando algum tarado qualquer se meter com ela no NL,. ou seja lá onde for, rebento-o todo com uma pinta...
Isto agora vai ser só músculo trabalhado sem precisar de esteróides para nada.
Cheguei ao bocado da cidade universitária, estou cheio de sono e não tarda estou a dormir. Acho que alguem me drogou. Não é normal dormir tantas horas seguidas durante tantos dias seguidos e ter sono sempre a esta hora. Estou a crescer ou já estou a ficar velho?
Até terça pretendo por conversas em dia com os amigos que não vejo ha meses e outras coisas assim parecidas.
Se nao nós voltarmos a ler, desejo-vos um óptimo Carnaval.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Que seca fogo,
amanha tenho exame ás 2 da tarde. Ainda não comecei a estudar - estou lixado. A esta hora podia estar a caminho da terrinha, feliz e contente, e tive que cá ficar por causa da merda do exame. Hoje também podia ir ver DJ Vibe á pala numa discoteca daqui mas não posso, como disse, ainda não estudei nada. A minha sorte é que passei ao modulo mais complicado. Só preciso de fazer um que tem 18 paginas para estudar e outro que tem a matéria em powerpoint, acaba por nao ser muita coisa.
No entanto preciso de tirar no minimo 10 nos dois para passar. Eu queria mesmo passar porque para o ano nao quero andar naquela escolinha.
Fiquei um pouco preocupado quando fui hoje á secretaria entregar o comprovativo do pagamento das propinas e perguntei á senhora o que era preciso fazer para mudar de curso. Ela fez o mesmo comentário que se tornou num genero de slogan este verão: "Outro para enfermagem?". Pois, eu no Verão não entrei, mas espero ou esperava entrar agora neste ano. Tenho que me esforçar nos exames nacionais para nao estar só a contar com a mudança de curso. O stress e conseguir boa nota no exame de biologia. Se tira-se um 15 ou 16 ficava safo, o problema é tirar boa nota. Mas a J. disse que me ia ajudar. Se a J. diz que me ajuda é porque me ajuda e vai-me por ali a saber aquilo tudo de trás para a frente e de frente para trás. É o que dá termos namoradas com a inteligência demasiado superior á nossa para algumas coisas.
Bom, vou tentar estudar minha gente imaginária. Até amanha ou até logo.
No entanto preciso de tirar no minimo 10 nos dois para passar. Eu queria mesmo passar porque para o ano nao quero andar naquela escolinha.
Fiquei um pouco preocupado quando fui hoje á secretaria entregar o comprovativo do pagamento das propinas e perguntei á senhora o que era preciso fazer para mudar de curso. Ela fez o mesmo comentário que se tornou num genero de slogan este verão: "Outro para enfermagem?". Pois, eu no Verão não entrei, mas espero ou esperava entrar agora neste ano. Tenho que me esforçar nos exames nacionais para nao estar só a contar com a mudança de curso. O stress e conseguir boa nota no exame de biologia. Se tira-se um 15 ou 16 ficava safo, o problema é tirar boa nota. Mas a J. disse que me ia ajudar. Se a J. diz que me ajuda é porque me ajuda e vai-me por ali a saber aquilo tudo de trás para a frente e de frente para trás. É o que dá termos namoradas com a inteligência demasiado superior á nossa para algumas coisas.
Bom, vou tentar estudar minha gente imaginária. Até amanha ou até logo.
Estou
bué cansado. De Domingo até terça dormi apenas 6h. A J. ligou-me na segunda, na véspera do meu exame á meia-noite e meia. Já estava a dormir mas atendi com a voz de alguém que ainda está acordado (tenho fama de adormecer tarde e não queria deixar a menina ficar sem fazer nada). Atendi e ficamos a falar até as 4h da manha. Ela em casa a uns 4 prédios abaixo do meu e mesmo assim conseguimos perdemos tanto tempo a falar em coisas banais.
Na terça, ou seja, ontem, eu, ela e uns amigos saímos e fomos até uns bares meter prá bucha. Ficamos contentinhos e acabamos a noite no NL. É de frisar que não pretendo voltar a por os pés nessa discoteca com a J. Ela foi assediada 4 vezes pelo mesmo gajo e estavam outros 2 a tentar mais alguma coisa. Apeteceu-me pegar na espingarda e começar ao tiro na cabeça a cada um deles. Fico com uma raiva desgraçada, incontrolávelmente incontrolável - uma espécie de ciumes doentios que não são nada doentios porque não tem jeito nenhum atirarem-se a gajas comprometidas só porque o namorado foi á casa de banho ou foi buscar mais qualquer coisa para se beber. A J. é minha e só minha. Apenas a partilho com os pais, irmã e amigos chegados. Caso contrário fico a bater muito mal da cabeça e se voltar a encontrar gajos a terem o mesmo tipo de abordagem para ela como a de ontem, aquilo não vai ficar assim. Não gosto de andar á porrada, muito menos em locais públicos e apenhados de gente, mas vamos ter graves problemas. Alguém vai acordar na casa de banho inconsciente e com a cana do nariz cá fora.
Fomos para casa, acabei por dormir em casa dela. Acordamos ás 3 da tarde e ficamos na cama até as 6. Fomos "almoçó-jantar" ao fórum e por lá ficamos até ao bocado. Amanha é dia de ir ás aulas e ela tem que se levantar as 7 (bem feita).
Estou morto de sono, até amanha.
Na terça, ou seja, ontem, eu, ela e uns amigos saímos e fomos até uns bares meter prá bucha. Ficamos contentinhos e acabamos a noite no NL. É de frisar que não pretendo voltar a por os pés nessa discoteca com a J. Ela foi assediada 4 vezes pelo mesmo gajo e estavam outros 2 a tentar mais alguma coisa. Apeteceu-me pegar na espingarda e começar ao tiro na cabeça a cada um deles. Fico com uma raiva desgraçada, incontrolávelmente incontrolável - uma espécie de ciumes doentios que não são nada doentios porque não tem jeito nenhum atirarem-se a gajas comprometidas só porque o namorado foi á casa de banho ou foi buscar mais qualquer coisa para se beber. A J. é minha e só minha. Apenas a partilho com os pais, irmã e amigos chegados. Caso contrário fico a bater muito mal da cabeça e se voltar a encontrar gajos a terem o mesmo tipo de abordagem para ela como a de ontem, aquilo não vai ficar assim. Não gosto de andar á porrada, muito menos em locais públicos e apenhados de gente, mas vamos ter graves problemas. Alguém vai acordar na casa de banho inconsciente e com a cana do nariz cá fora.
Fomos para casa, acabei por dormir em casa dela. Acordamos ás 3 da tarde e ficamos na cama até as 6. Fomos "almoçó-jantar" ao fórum e por lá ficamos até ao bocado. Amanha é dia de ir ás aulas e ela tem que se levantar as 7 (bem feita).
Estou morto de sono, até amanha.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Na sexta
chegou a madâme da terrinha para vir cá passar o fim-de-semana comigo. Ambos sabemos que no sábado (14 de Fevereiro) é o dia há uns milhões neste mundo que se lembrar de comprar uma prenda para outros milhões. Eu não preciso que chegue este dia para mimar a minha princess com objectos nem com afecto. Mas pronto, como até parece mal em não dar nada nem fazermos nada juntos, planeamos umas coisas. Planeamos quer dizer, planeio. Gosto mais de surpreendere do que ser surpreendido. Quer dizer, depende das situaçoes, mas isso nao interessa nada.
Como eu ia a dizer, chegou na sexta e fomos para minha casa - quando chega o fim-de-semana fica ás moscas.
Tentei aprender a cozer massa mas ainda nao sei quando nem quanto é que se tem de pôr sal nem qual é a quantidade adequada de massa para 2 pessoas. Anyway, a J. ajudou-me (não é que ela saiba muito mais do que eu, mas já é experiente) e eu tratei dos ingredientes para por na massa. Colocamos milho, atum, um molho qualquer e queijo ralado. Foi ao forno 6min e ficou fantástico. Não saímos de casa e ficamos a ver um filmezeco e a por a conversa em dia e não sei quê até até a hora em que o sol nasce.
Escuso de dizer que eram 3 da tarde e estávamos a acordar. Já nao deu para ir almoçar a um restaurante nem a nada dessas pirosadas. Tomámos banho e fomos enburcar para o Macdonalds (que romântico).
Depois disso fomos dar uma volta até ás docas e levar com o fresquinho do Mondego na cara. Muito resumidamente coçamos a micose all afternoon long. Regressamos a casa, vestimos a nossa melhor roupa dentro do possível e fomos onde eu queria ter ido ao almoço: a um restaurante Italiano perto da Baixa que custou pele de cobra ao meu irmão...mas ele nao se importou. Comemos até encher o bandulho e de seguida fomes até uma casa de fados cá de Coimbra bastante interessante. Ficamos lá a coçar mais um bocado da micose por uns tempos e a J. levou-me ao bingo gastar os euros que nos sobraram desse dia e pronto, saímos de la com 2.36€ de saldo positivo porque ela fez Linha.
Acabamos a noite a gastar uns extras no Vynil e a mexer o bumbum. Acho que não vale a pena entrar mais em pormenores porque pronto...coiso.
Em relação ao dia dos Namorados acho um bocado cínico a "obrigação" de dar algo á pessoa que nos preenche. Como disse lá em cima, nao é preciso esperarmos até fevereiro para dar o que quer que seja, dá-se e pronto. Sou anti-montra-do-dia-dos-namorados. Ás vezes sou piroso sim, mas a pirosada tem limites e ursinhos brancos a agarrar um coração que diz "I Love You" ou "Amo-te" ou "Te Amo" e essas merdinhas enjoa-me profundamente. Apetece-me pegar fogo á montra.
Quem disse ursos diz outro tipo de animais e outro género de objectos nojentos. A única coisa gira que muita gente se esquece de fazer, neste caso em escrever, é uma carta. Aquelas cartas de amor todas cheias de palavras e frases que ás vezes só se dizem por escrito e essas coisas. Eu acho bastante piada a isso. Eu e a minha amante fazemos sempre questão de escrever uma espécie de carta. Não vou dizer onde é que escrevemos isso que é para continuar a ser mais ou menos original, até mesmo que ninguém nunca venha a ler isto.
Bom amanha vou ter exame e espero sinceramente que me corra mais ou menos bem. Ou então que me corra muito mal como o 1º que fiz mas que tire a mesma nota.
Assim sendo vou-me retirar que ainda tenho coisas para fazer e coisas para preparar para amanhã.
Até amanha meus amigos imaginários.
Como eu ia a dizer, chegou na sexta e fomos para minha casa - quando chega o fim-de-semana fica ás moscas.
Tentei aprender a cozer massa mas ainda nao sei quando nem quanto é que se tem de pôr sal nem qual é a quantidade adequada de massa para 2 pessoas. Anyway, a J. ajudou-me (não é que ela saiba muito mais do que eu, mas já é experiente) e eu tratei dos ingredientes para por na massa. Colocamos milho, atum, um molho qualquer e queijo ralado. Foi ao forno 6min e ficou fantástico. Não saímos de casa e ficamos a ver um filmezeco e a por a conversa em dia e não sei quê até até a hora em que o sol nasce.
Escuso de dizer que eram 3 da tarde e estávamos a acordar. Já nao deu para ir almoçar a um restaurante nem a nada dessas pirosadas. Tomámos banho e fomos enburcar para o Macdonalds (que romântico).
Depois disso fomos dar uma volta até ás docas e levar com o fresquinho do Mondego na cara. Muito resumidamente coçamos a micose all afternoon long. Regressamos a casa, vestimos a nossa melhor roupa dentro do possível e fomos onde eu queria ter ido ao almoço: a um restaurante Italiano perto da Baixa que custou pele de cobra ao meu irmão...mas ele nao se importou. Comemos até encher o bandulho e de seguida fomes até uma casa de fados cá de Coimbra bastante interessante. Ficamos lá a coçar mais um bocado da micose por uns tempos e a J. levou-me ao bingo gastar os euros que nos sobraram desse dia e pronto, saímos de la com 2.36€ de saldo positivo porque ela fez Linha.
Acabamos a noite a gastar uns extras no Vynil e a mexer o bumbum. Acho que não vale a pena entrar mais em pormenores porque pronto...coiso.
Em relação ao dia dos Namorados acho um bocado cínico a "obrigação" de dar algo á pessoa que nos preenche. Como disse lá em cima, nao é preciso esperarmos até fevereiro para dar o que quer que seja, dá-se e pronto. Sou anti-montra-do-dia-dos-namorados. Ás vezes sou piroso sim, mas a pirosada tem limites e ursinhos brancos a agarrar um coração que diz "I Love You" ou "Amo-te" ou "Te Amo" e essas merdinhas enjoa-me profundamente. Apetece-me pegar fogo á montra.
Quem disse ursos diz outro tipo de animais e outro género de objectos nojentos. A única coisa gira que muita gente se esquece de fazer, neste caso em escrever, é uma carta. Aquelas cartas de amor todas cheias de palavras e frases que ás vezes só se dizem por escrito e essas coisas. Eu acho bastante piada a isso. Eu e a minha amante fazemos sempre questão de escrever uma espécie de carta. Não vou dizer onde é que escrevemos isso que é para continuar a ser mais ou menos original, até mesmo que ninguém nunca venha a ler isto.
Bom amanha vou ter exame e espero sinceramente que me corra mais ou menos bem. Ou então que me corra muito mal como o 1º que fiz mas que tire a mesma nota.
Assim sendo vou-me retirar que ainda tenho coisas para fazer e coisas para preparar para amanhã.
Até amanha meus amigos imaginários.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Ooh
não me consegui levantar as 10.30. Eu bem que pus o despertador mas não deu mesmo...muito sono.
Fui á aulinha, estive lá meia hora e vim-me embora porque "isto não está a funcionar, fica para a semana". Assim é que deviam ser todas as aulas secantes.
Estive a fazer nada o dia todo, a coçar a micose no Cartola com o J., L, e o A. Muito calor, parecia um dia de Verão. Gosto desta vida: ficar sentadinho na esplanada a apanhar um solzinho bom e a ver as pessoas a passar para cima e para baixo.
Amanha vem a J. portanto it's the final countdown. Vamos passar o dia dos Namorados aqui nesta terrinha amorosa. Já tenho o programa todo preparado de manha há noite, todos os cêntimos contados, tudo tudo...
Agora sinto-me um bocado sozinho. Nao tenho sono nem vou ter tão depressa. Não está cá ninguem e nao tenho com quem falar. Estou com um olho na novela e outro no PC. Sim é decadente mas é o unico canal que dá bem.
Tenho fome, nao vou comer, até amanha.
Até amanha como quem diz: ate qualquer dia. Este fim-de-semana vou andar muito ocupado.
Fui á aulinha, estive lá meia hora e vim-me embora porque "isto não está a funcionar, fica para a semana". Assim é que deviam ser todas as aulas secantes.
Estive a fazer nada o dia todo, a coçar a micose no Cartola com o J., L, e o A. Muito calor, parecia um dia de Verão. Gosto desta vida: ficar sentadinho na esplanada a apanhar um solzinho bom e a ver as pessoas a passar para cima e para baixo.
Amanha vem a J. portanto it's the final countdown. Vamos passar o dia dos Namorados aqui nesta terrinha amorosa. Já tenho o programa todo preparado de manha há noite, todos os cêntimos contados, tudo tudo...
Agora sinto-me um bocado sozinho. Nao tenho sono nem vou ter tão depressa. Não está cá ninguem e nao tenho com quem falar. Estou com um olho na novela e outro no PC. Sim é decadente mas é o unico canal que dá bem.
Tenho fome, nao vou comer, até amanha.
Até amanha como quem diz: ate qualquer dia. Este fim-de-semana vou andar muito ocupado.
Cá estou eu
para mais uma composição de uma criança do 2º ciclo. Ontem saí e cheguei por volta das 8.30 da manha. Corri o 7's, Tapas, Jokas, BAAC e NL. Bebi, bebi, comi um hamburguer, bebi, bebi...bebi e bebi. Depois fui á Mimosa ás 7.30 para tomar o pequeno almoço.
Foi uma noite normal. Muita gente na rua. Muita gaja na mesa do BAAC a dançar (todas caloiras de Direito - por acaso até conheço algumas). A roçarem-se umas ás outras: que visão do outro mundo!
Nem vale a pena salientar que levei banhos de cerveja nem que fui apalpado por mãos de desconhecidos, de todos os sexos presumo.
Cheguei a casa, mandei uma mensagem ao C. para assinar por mim a Química e aterrei para sempre.
Para sempre julgava eu, visto que o atrasado do J. fez o favor de ligar as 11h para me chatear a cabeça e ir com ele dar uma volta.
Levantei-me, tomei banhinho e pus-me na alheta para la ir almoçar com ele. Comemos aquela treta do buffet do meio-dia da piza Hut. So sei que andei com a barriga cheia até á hora do jantar.
Para o jantar o L. fez a filha da puta de uma massa espectacular com queijo, massa, atum e depois foi a alourar ao forno. Muito bom. Agora comia mais um prato.
A J. ja me voltou a chatear a cabeça com merdinhas e a chamar-me de nomes, já tinha saudades.
Amanha espero conseguir levantar-me ás 10.30 que é para ir jogar basket e queimar estas calorias todas que aos homens só lhes é permitido a barriguinha da cerveja, não a da comida.
Bom até amanha pessoas imaginárias.
Foi uma noite normal. Muita gente na rua. Muita gaja na mesa do BAAC a dançar (todas caloiras de Direito - por acaso até conheço algumas). A roçarem-se umas ás outras: que visão do outro mundo!
Nem vale a pena salientar que levei banhos de cerveja nem que fui apalpado por mãos de desconhecidos, de todos os sexos presumo.
Cheguei a casa, mandei uma mensagem ao C. para assinar por mim a Química e aterrei para sempre.
Para sempre julgava eu, visto que o atrasado do J. fez o favor de ligar as 11h para me chatear a cabeça e ir com ele dar uma volta.
Levantei-me, tomei banhinho e pus-me na alheta para la ir almoçar com ele. Comemos aquela treta do buffet do meio-dia da piza Hut. So sei que andei com a barriga cheia até á hora do jantar.
Para o jantar o L. fez a filha da puta de uma massa espectacular com queijo, massa, atum e depois foi a alourar ao forno. Muito bom. Agora comia mais um prato.
A J. ja me voltou a chatear a cabeça com merdinhas e a chamar-me de nomes, já tinha saudades.
Amanha espero conseguir levantar-me ás 10.30 que é para ir jogar basket e queimar estas calorias todas que aos homens só lhes é permitido a barriguinha da cerveja, não a da comida.
Bom até amanha pessoas imaginárias.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Passei
para dizer que PASSEI. Passei naquela merda de climatologia. Eu só lá fui mesmo para ver por quanto é que tinha chumbado. Qual não é a minha surpresa ao ver um 10 redondinho e fofinho á minha espera. Até o tempo passou de chuva para um sol radioso.
Mas agora estou lixado. Tenho 3 módulos de Introdução para fazer e vou deixar tudo para a segunda semana. Hoje vou sair, não vou estudar nada e o exame é ja amanha. A merda de deixar para a segunda semana é que ainda tenho Geologia para fazer :S Não sei como é que vai ser.
Pior do que isso é ter de fazer esta treta na sexta-feira. Queria ir embora na quinta para casa e não vai dar. Se ficasse cá seria por causa da J. só que ela é bem capaz de ir para casa na quarta ou na quinta.
Que seca.
Vou comprar o traje académico de Coimbra este fim-de-semana. Estou um bocado excitado. Para mim, poder trajar, ainda para mais sendo o traje de Coimbra, é o maior orgulho que poderia dar a mim e ao meu pai. É pena é que quando mudar de curso nao vou puder andar por ai com a capinha traçada e a praxar os caloiros. So sad.
Bom, vou comer qualquer coisa. Até amanha.
Mas agora estou lixado. Tenho 3 módulos de Introdução para fazer e vou deixar tudo para a segunda semana. Hoje vou sair, não vou estudar nada e o exame é ja amanha. A merda de deixar para a segunda semana é que ainda tenho Geologia para fazer :S Não sei como é que vai ser.
Pior do que isso é ter de fazer esta treta na sexta-feira. Queria ir embora na quinta para casa e não vai dar. Se ficasse cá seria por causa da J. só que ela é bem capaz de ir para casa na quarta ou na quinta.
Que seca.
Vou comprar o traje académico de Coimbra este fim-de-semana. Estou um bocado excitado. Para mim, poder trajar, ainda para mais sendo o traje de Coimbra, é o maior orgulho que poderia dar a mim e ao meu pai. É pena é que quando mudar de curso nao vou puder andar por ai com a capinha traçada e a praxar os caloiros. So sad.
Bom, vou comer qualquer coisa. Até amanha.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Olha
o meu exame correu-me muito mal. Acho que vou chumbar. As notas saem amanha e tenho a perfeita noção que fiz uma completa merda. Fui burro em não ter passado na frequência que era bem mais fácil que este exame. Mas as coisas são sempre fáceis depois de sabermos as respostas.
Anyway, a J. tem andado um bocado mal disposta. Não temos tido conversas interessantes. Talvez muito por minha culpa porque ela chateia-se de eu não estar a estudar. Eu chateio-me por ela saber que não tenho motivação para estudar estas coisas e mesmo assim esta-me sempre a tentar por-me a marrar.. Acho que ela ultimamente me tem andado a ignorar para ver se começo a estudar a sério. (olha não vale a pena. Eu nem que tivesse de férias de exames ia estudar).
Hoje também estou um bocado xôxo ou tóto. Estou naqueles momentos da nossa vida que não sabemos bem o que é que andamos a fazer. Sinto-me um bocado perdido porque sei que a minha vida não está o suficiente organizada quanto eu esperaria que estivesse há alguns tempos atrás. Espero que daqui a um ano, ou menos, eu esteja realizado. Entenda-se estar realizado por estar no curso que realmente quero. Fuck the employment. Só quero marrar naquilo que gosto. Só quero chumbar aquilo que estudei e não consegui passar. Não quero andar aqui por ver os outros andar, não estudar porque não gosto destas coisas e faltar ás aulas sem nenhuma razão para isso.
Antes ainda faltava porque tinha uma noite divertida e ocupada :P
Agora falto porque fico a olhar para o relógio a tocar e tenho muito sono. Não há nada nem ninguém que me faça levantar. Quer dizer há. Há a bela da J. que se lembrou uma vez de ligar as 7.30h para me acordar de propósito para as aulas. Um obrigado a ela porque eu teria pedido a alguém para assinar por mim (como muita gente costuma fazer sempre que pode).
Andou uma semana consecutiva a ligar-me de manha a perguntar se tinha ido as aulas. E podem querer que nessa semana não faltei uma única vez.
Ela já esta de "férias" desde Dezembro, só cá põe os pés para vir fazer os exames. O mês de Janeiro custou-me caralhões a passar, mas para a semana já cá volta para recomeçar o novo semestre. Já vamos matar saudades das saídas nocturnas, das invenções para o jantar, da guerra para saber quem paga o jantar e dos murros na televisão para ver a telenovela (ela obrigava-me a ver novelas). Tenho saudades de acordar durante a noite e ficar a contemplar o seu sono. Dos almoços que duravam 4h. Opá, sinto saudades de tanta coisa que não existem caracteres suficientes disponíveis para as enumerar.
Bem, até amanha que eu estou a morrer de sono.
Anyway, a J. tem andado um bocado mal disposta. Não temos tido conversas interessantes. Talvez muito por minha culpa porque ela chateia-se de eu não estar a estudar. Eu chateio-me por ela saber que não tenho motivação para estudar estas coisas e mesmo assim esta-me sempre a tentar por-me a marrar.. Acho que ela ultimamente me tem andado a ignorar para ver se começo a estudar a sério. (olha não vale a pena. Eu nem que tivesse de férias de exames ia estudar).
Hoje também estou um bocado xôxo ou tóto. Estou naqueles momentos da nossa vida que não sabemos bem o que é que andamos a fazer. Sinto-me um bocado perdido porque sei que a minha vida não está o suficiente organizada quanto eu esperaria que estivesse há alguns tempos atrás. Espero que daqui a um ano, ou menos, eu esteja realizado. Entenda-se estar realizado por estar no curso que realmente quero. Fuck the employment. Só quero marrar naquilo que gosto. Só quero chumbar aquilo que estudei e não consegui passar. Não quero andar aqui por ver os outros andar, não estudar porque não gosto destas coisas e faltar ás aulas sem nenhuma razão para isso.
Antes ainda faltava porque tinha uma noite divertida e ocupada :P
Agora falto porque fico a olhar para o relógio a tocar e tenho muito sono. Não há nada nem ninguém que me faça levantar. Quer dizer há. Há a bela da J. que se lembrou uma vez de ligar as 7.30h para me acordar de propósito para as aulas. Um obrigado a ela porque eu teria pedido a alguém para assinar por mim (como muita gente costuma fazer sempre que pode).
Andou uma semana consecutiva a ligar-me de manha a perguntar se tinha ido as aulas. E podem querer que nessa semana não faltei uma única vez.
Ela já esta de "férias" desde Dezembro, só cá põe os pés para vir fazer os exames. O mês de Janeiro custou-me caralhões a passar, mas para a semana já cá volta para recomeçar o novo semestre. Já vamos matar saudades das saídas nocturnas, das invenções para o jantar, da guerra para saber quem paga o jantar e dos murros na televisão para ver a telenovela (ela obrigava-me a ver novelas). Tenho saudades de acordar durante a noite e ficar a contemplar o seu sono. Dos almoços que duravam 4h. Opá, sinto saudades de tanta coisa que não existem caracteres suficientes disponíveis para as enumerar.
Bem, até amanha que eu estou a morrer de sono.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Só mais uma coisa...
... é normal que os meus textos não tenham titulo. Como sou um bocado tóto e um bocadinho fraco das ideias, não costumo perder tempo a pensar em títulos para o que quero escrever. Escrevo e pronto.
Bem, começando a escrever sobre cosias que realmente interessam (or not), hoje entrei numa espécie de férias. Não tenho frequências, não tenho aulas ás disciplinas semestrais, no entanto tenho exames.
Á excepção de muitos ou quase todos, sou um calhau e chumbei a tudo. Isso significa que vá a reavaliação (aka exames) a todas as disciplinas (calma, só tenho 2 semestrais) e a todos os módulos (2+3=5).
Segunda feira lá estarei eu, a dar cabo da climatologia toda. Vou lá para tirar 20 porque desta vez vou estudar, nem que seja só o fim-de-semana. Quanto a "Introdução á profissão" já não posso dizer o mesmo: odeio aquilo e não consigo mesmo estudar aquela merda. Vocês que não lêem isto devem-se questionar sobre o facto de "Introdução á profissão" ser a disciplina mais importante do curso, e é, mas é só para quem gosta e para quem vai continuar naquela vida. Como eu não pretendo ficar lá por muito mais tempo, tenho que gramar aquilo temporariamente.
Falando de coisas ainda mais interessantes, ontem fui sair. Fui até uma casa de fados com um pessoal do curso. Bebi uma jarrinha de sangria. De seguida fomos dar um giro ao 7's. Bebemos uns shots, um deles era aquele com um chupa-chupa(!) mergulhado. Depois pedi aquela promoção de 5€ 6 finos e a menina deve ter gostado da minha cara linda porque deu-me um fino a mais. Não faz mal, bebi mais um á pala. Depois fomos ao rugby e por fim B.A.A.C. (bar da associação académica de Coimbra). De salientar que de cada vez que saiamos á rua vinha uma tromba de agua.
No B.A.A.C. é sempre a mesma coisa: apinhado de gente, 4/5 meninas em cima das mesas ou dos bancos a dançar para toda a gente, á caça de pila e de cona. Todas as pessoas a babarem-se porque pronto, as raparigas até costumam ser boas. Depois há aquelas gajas que, e perdoe-me a sinceridade e a expressão demasiado forte: só querem pila! Eu nunca me tinha achado assim um tipo muito giro nem muito atraente. Até acho que tenho um ar um bocado Sul-Americanado para atrair gajas pró bomzinho. Mas á noite comem-me a mim e a todos que passam num raio de 2m, com os olhos, com as mãos e ás vezes até com a boca. Mas eu nao me deixo comer.
Sim tenho namorada. Como é óbvio ela não lê nada disto. Ainda assim, tudo o que aqui é escrito (vá 98,9%) é do conhecimento dela. Até aquela parte a falar de raparigas boas. Temos uma relação saudável e eu até sou um menino certinho...
O que eu queria dizer é que aquele bar é uma mina de ouro para desesperados/as. Qualquer pessoa encalhada remenda o barco depois de la ir dar uma vista de olhos. Não precisa de fazer rigorosamente nada, basta esperar que elas/es venham ter connosco.
Ha duas semanas atrás fui ao NL (Noites Longas). Aquilo é um sonho. Opá tem gays, é verdade, mas tem lésbicas(!). E lésbicas de qualidade, não são de uma qualquer gama de produtos. Eu já tinha visto na Latada uma cena bastante "coisa" - 3 gajas a comerem-se por debaixo da capa. E perguntais vós: se estavam por baixo da capa como é que sabes que estavam-se a comer?
Resposta: Porque eu estava mesmo atrás delas a apreciar o grande Rui Veloso e ouvi risinhos e o "chuac-chuac" de saliva. Passei para a frente delas de propósito para ver o que é que se estava mesmo a passar e constatei o óbvio. Estavam-se a comer na boa, no meio de centenas de pessoas. E é assim que se quer, sem pudores sem nada.
Bem, continuando a conversa acerca do B.A.A.C., não é dos melhores sítios a frequentar para nos divertirmos, mas é seguramente o mais em conta. Não pagamos entrada, basta mostrar o cartão de estudante. As bebidas não são muito caras e as meninas servem bem. O único senão é mesmo a falta de espaço.
O G., que é um colega de curso, cabritou-se todo enquanto dançava. Encostou-se á parede e continuou a gregar. Como bom amigo que sou (true story) levei-o lá para fora mas ele continuou o serviço pelo caminho. Mesmo assim ninguém reparou na bosta e continuaram a dançar por cima do grego (assim é que é bom).
Depois de lhe ter passado a má disposição, que foi rápida, regressamos ao sitio onde estávamos anteriormente e já estava um cachecol (não sei se é assim que se escreve) mesmo em cima do sitio do vomitado. É bem.
Ás 4h as luzes acendem-se e o pessoal começa a ter que ir embora. Nós optamos por ir novamente até ao rugby e foi para lá que nos dirigimos sobre outra descarga de água.
Entramos, subimos até ao andar de cima que era onde havia menos gente e por lá pairava a caloira Shakira. Todos os agrários conhecem a caloira Shakira. É fácil de imaginar as razoes. Também lá estava o Engenheiro N., o maestro da tuna que é um grandessíssimo gay. Eu sei que não tenho nada haver com o assunto nem sou homofóbico nem coiso, mas aqueles olhinhos não enganam ninguém: ele e o outro mendigo iam dar uma valente queca algures.
Terminada a noite (7h), fomos a pé até ao café mimosa tomar o pequeno almoço. Ás 8.30 apanhei um taxi, fui para casa, pus o despertador com todo o carinho para tocar as 9.30 e o cabrão de merda não tocou. Penso que não devo ter activado o alarme. Até dormi vestido e tudo para ir á aula. Acordei depois um pouco espantando eram já 12.30 (depois da aula do andré).
Basicamente ontem foi isto. Uma noite bem passada com os colega de curso, que afinal não são assim tão maus.
Deixo então a sugestão do BAAC para os encalhados, ou não. Temos que admitir por Coimbra há muito por onde escolher. Andem é sempre de olhos abertos - as gonorreias, sífilis e afins andem aí.
Private Message: Sim J., se tivesses ficado em Coimbra até sexta feira á noite tinha sido ainda melhor. Daqui a duas semanas vinga-te em mim que eu quero muito.
Bem, começando a escrever sobre cosias que realmente interessam (or not), hoje entrei numa espécie de férias. Não tenho frequências, não tenho aulas ás disciplinas semestrais, no entanto tenho exames.
Á excepção de muitos ou quase todos, sou um calhau e chumbei a tudo. Isso significa que vá a reavaliação (aka exames) a todas as disciplinas (calma, só tenho 2 semestrais) e a todos os módulos (2+3=5).
Segunda feira lá estarei eu, a dar cabo da climatologia toda. Vou lá para tirar 20 porque desta vez vou estudar, nem que seja só o fim-de-semana. Quanto a "Introdução á profissão" já não posso dizer o mesmo: odeio aquilo e não consigo mesmo estudar aquela merda. Vocês que não lêem isto devem-se questionar sobre o facto de "Introdução á profissão" ser a disciplina mais importante do curso, e é, mas é só para quem gosta e para quem vai continuar naquela vida. Como eu não pretendo ficar lá por muito mais tempo, tenho que gramar aquilo temporariamente.
Falando de coisas ainda mais interessantes, ontem fui sair. Fui até uma casa de fados com um pessoal do curso. Bebi uma jarrinha de sangria. De seguida fomos dar um giro ao 7's. Bebemos uns shots, um deles era aquele com um chupa-chupa(!) mergulhado. Depois pedi aquela promoção de 5€ 6 finos e a menina deve ter gostado da minha cara linda porque deu-me um fino a mais. Não faz mal, bebi mais um á pala. Depois fomos ao rugby e por fim B.A.A.C. (bar da associação académica de Coimbra). De salientar que de cada vez que saiamos á rua vinha uma tromba de agua.
No B.A.A.C. é sempre a mesma coisa: apinhado de gente, 4/5 meninas em cima das mesas ou dos bancos a dançar para toda a gente, á caça de pila e de cona. Todas as pessoas a babarem-se porque pronto, as raparigas até costumam ser boas. Depois há aquelas gajas que, e perdoe-me a sinceridade e a expressão demasiado forte: só querem pila! Eu nunca me tinha achado assim um tipo muito giro nem muito atraente. Até acho que tenho um ar um bocado Sul-Americanado para atrair gajas pró bomzinho. Mas á noite comem-me a mim e a todos que passam num raio de 2m, com os olhos, com as mãos e ás vezes até com a boca. Mas eu nao me deixo comer.
Sim tenho namorada. Como é óbvio ela não lê nada disto. Ainda assim, tudo o que aqui é escrito (vá 98,9%) é do conhecimento dela. Até aquela parte a falar de raparigas boas. Temos uma relação saudável e eu até sou um menino certinho...
O que eu queria dizer é que aquele bar é uma mina de ouro para desesperados/as. Qualquer pessoa encalhada remenda o barco depois de la ir dar uma vista de olhos. Não precisa de fazer rigorosamente nada, basta esperar que elas/es venham ter connosco.
Ha duas semanas atrás fui ao NL (Noites Longas). Aquilo é um sonho. Opá tem gays, é verdade, mas tem lésbicas(!). E lésbicas de qualidade, não são de uma qualquer gama de produtos. Eu já tinha visto na Latada uma cena bastante "coisa" - 3 gajas a comerem-se por debaixo da capa. E perguntais vós: se estavam por baixo da capa como é que sabes que estavam-se a comer?
Resposta: Porque eu estava mesmo atrás delas a apreciar o grande Rui Veloso e ouvi risinhos e o "chuac-chuac" de saliva. Passei para a frente delas de propósito para ver o que é que se estava mesmo a passar e constatei o óbvio. Estavam-se a comer na boa, no meio de centenas de pessoas. E é assim que se quer, sem pudores sem nada.
Bem, continuando a conversa acerca do B.A.A.C., não é dos melhores sítios a frequentar para nos divertirmos, mas é seguramente o mais em conta. Não pagamos entrada, basta mostrar o cartão de estudante. As bebidas não são muito caras e as meninas servem bem. O único senão é mesmo a falta de espaço.
O G., que é um colega de curso, cabritou-se todo enquanto dançava. Encostou-se á parede e continuou a gregar. Como bom amigo que sou (true story) levei-o lá para fora mas ele continuou o serviço pelo caminho. Mesmo assim ninguém reparou na bosta e continuaram a dançar por cima do grego (assim é que é bom).
Depois de lhe ter passado a má disposição, que foi rápida, regressamos ao sitio onde estávamos anteriormente e já estava um cachecol (não sei se é assim que se escreve) mesmo em cima do sitio do vomitado. É bem.
Ás 4h as luzes acendem-se e o pessoal começa a ter que ir embora. Nós optamos por ir novamente até ao rugby e foi para lá que nos dirigimos sobre outra descarga de água.
Entramos, subimos até ao andar de cima que era onde havia menos gente e por lá pairava a caloira Shakira. Todos os agrários conhecem a caloira Shakira. É fácil de imaginar as razoes. Também lá estava o Engenheiro N., o maestro da tuna que é um grandessíssimo gay. Eu sei que não tenho nada haver com o assunto nem sou homofóbico nem coiso, mas aqueles olhinhos não enganam ninguém: ele e o outro mendigo iam dar uma valente queca algures.
Terminada a noite (7h), fomos a pé até ao café mimosa tomar o pequeno almoço. Ás 8.30 apanhei um taxi, fui para casa, pus o despertador com todo o carinho para tocar as 9.30 e o cabrão de merda não tocou. Penso que não devo ter activado o alarme. Até dormi vestido e tudo para ir á aula. Acordei depois um pouco espantando eram já 12.30 (depois da aula do andré).
Basicamente ontem foi isto. Uma noite bem passada com os colega de curso, que afinal não são assim tão maus.
Deixo então a sugestão do BAAC para os encalhados, ou não. Temos que admitir por Coimbra há muito por onde escolher. Andem é sempre de olhos abertos - as gonorreias, sífilis e afins andem aí.
Private Message: Sim J., se tivesses ficado em Coimbra até sexta feira á noite tinha sido ainda melhor. Daqui a duas semanas vinga-te em mim que eu quero muito.
Introdução
Nunca gostei muito de escrever em folhas de papel nem em nada disso. Aprecio muito mais o barulho de um bom teclado, a de uma caneta a escrever.
Assim sendo, cá estou eu a abrir um blogue e a dar asas á minha pequena e leve imaginação. Supostamente isto é para ser uma espécie de diário. Digo supostamente porque, supostamente, ninguém o vai ler. Mas, se por acaso, alguém vier aqui parar, deixa de ser um diário para passar a ser um....um qualquer coisa.
Resumindo, não escrevo para ninguém ler. Escrevo para mim.
Antes de mais quero salientar a minha deficiente aptidão para escrita do português. Sou um rapazito um bocadinho disléxico e disgrafico. Também me troco um bocadinho a falar mas isso não interessa para aqui.
E pronto, está a introdução feita.
Assim sendo, cá estou eu a abrir um blogue e a dar asas á minha pequena e leve imaginação. Supostamente isto é para ser uma espécie de diário. Digo supostamente porque, supostamente, ninguém o vai ler. Mas, se por acaso, alguém vier aqui parar, deixa de ser um diário para passar a ser um....um qualquer coisa.
Resumindo, não escrevo para ninguém ler. Escrevo para mim.
Antes de mais quero salientar a minha deficiente aptidão para escrita do português. Sou um rapazito um bocadinho disléxico e disgrafico. Também me troco um bocadinho a falar mas isso não interessa para aqui.
E pronto, está a introdução feita.
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