sábado, 25 de julho de 2009

Perfil psicológico das mulheres

É minha crença, talvez óbvia demais, que muitas das mulheres não são o que realmente são. São o que a beleza com que nasceram se lhes permite ser. A beleza com que se nasce condiciona, de certa forma, a maneira e personalidade, tanto para o lado feminino como masculino, ora atentem: (sim, sei bem que a beleza é subjectiva, mas tentemos debruçar-nos no tema sob uma óptica mais pragmática).

GENERALIZANDO

* grau 1 de beleza

Todos nós conhecemos aquela rapariga muito feia. Ela vai crescendo sob o estigma de não conseguir suscitar interesse nenhum dos homens e costuma dizer “os homens só pensam com a cabecinha de baixo”. As amigas bonitas gostam de ter uma assim - feia - para parecem mais bonitas quando estão ao lado dela, além de que é uma útil motorista nas noites de farra.
Credencial do tótó que aqui escreve? Não Aprovada. Porquê? Em primeira instância porque são feias; em segunda porque a maior parte delas desenvolve lacunas ao nível do saber estar em sociedade: distúrbios marados, piadas vazias, comportamentos desconformes e depois assim que lança a rede a um gajo fica demasiado dependente.

* grau 2 de beleza

É aquela que se podia safar caso dispensasse algum do seu tempo a cuidar de si. Devo dizer que aprecio relativamente estes espécimes, têm auto estima equilibrada, não ligam muito a relações e por não andarem sofregamente à procura de pénis acabam por fazer uma boa triagem à nossa espécie masculina: são as que melhor sabem distinguir os homens cabrões dos gajos que até têm sentimentos almejáveis cá dentro. São mormente tímidas e fazem tudo para passarem despercebidas, desde o tom de voz, à roupa que vestem.


* grau 3 de beleza


Estas são, diria, aquelas moças que ao avista-las pensamos “olha, é gira…” já denunciam algum cuidado com o seu vestuário, olham-se frequentemente ao espelho e sentem-se capazes de conquistar as pessoas só com o seu good looking; têm mais de 400 fotos no hi5 (em casos extremos podem até mesmo nem ter hi5), mas continuam a dizer a toda a gente “não me acho bonita, sou feia” embora ajam de uma maneira tal que estas palavras acabam por soar a hipocrisia. veredicto do tótó? algumas delas valem a pena e são relativamente fáceis de domar se tivermos a atitude certa diante delas: valoriza-las durante 30% do tempo e despreza-las no tempo remanescente.

* grau 4 de beleza

São aquelas que cuja presença faz rodar pescoços. sentem-se superiores às restantes mulheres e tendem a achar-se muito especiais e “não me toques” embora sejam as mais putinhas, uma vez que travaram conhecimento e conhecem o sabor de dezenas de pilas distintas. pinga de humildade é miragem e quanto a mim não servem nem para amizade, dada a tendência que esta espécie tem para ficar estragada face às facilidades que os homens desprevenidos lhes concedem e à personalidade e amizades de plástico. de facto, quando conheço uma gaja demasiado bonita tenho o automatismo de lhes dar justamente o oposto daquilo a que estão habituadas: olhares frios e voz fria. e depois é vê-las extraordinariamente curiosas com isso



Note-se que esta análise é muito preliminar e diz respeito à generalidade das respectivas espécies. Não há fórmulas universais.

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