Hoje acordei (cedinho), tipo 7h da manha, para ir á aula de fisiologia. Ainda pensei 3 vezes em ligar á joana para a acordar. Dado o facto de que ela ontem foi sair com as amigas e chegou tarde a casa, gostaria de saber o que é que ela andou a fazer e a beber e com quem - o normal :P
Bom, decidi que iria mandar uma mensagem depois da minha 1º aula, lá para as 9.30 da manha para ver se ela acordava. E assim foi. Mandei uma mensagem a perguntar se já se tinha levantado e ela respondeu a dizer que so ia á aula das 11, que até ja tinha tomado banho mas que se estava a sentir bueda mal.
Lá fui eu, logo após a frequência de Informatica, que me correu da maneira que vocês conseguem prever, directo a casa da J. Ela liga-me, depois de ja ter ido rapidinho á farmácia mais próxima buscar qualquer coisa para a ressaca, a chorar, a dizer que estava muito mal disposta. Que tinha ficado assim depois de tomar banho. Que já se tinha fartado de cabritar. Sucintamente, fiz um trajecto em 15min, que, num dia normal, demoraria 40 a fazer-lo. Fui salvar a donzela. Abriu-me a porta de casa, de rastos, toda podre. Deita-se na cama, e levanta-se logo a dizer que tinha que ir vomitar. Lá vai ela disparada para a casa de banho, chamar o gregório com toda a força. Eu a segurar-lhe os cabelos, ela a gregar e a rir-se para mim. Percebi que já estava a ficar melhor. Dei-lhe umas pastilhas para a ressaca que tinha ido buscar á farmácia e aquilo passou mais ou menos rápido. Foi a primeira vez que ela saiu á noite em Coimbra e que apanhou uma bebedeira sem mim, portanto eu disse-lhe: "é bem feita que é para aprenderes a não beber á patroa". Dado o grego, deitamo-nos na cama, tive-lhe a fazer os cafonezinhos que acalmam e adormecem qualquer um. Ficamos ali até as 3 da tarde a dormir. Levei-a a comer uma saladinha do Macdonald's e partimos rumo á rodoviária para apanhar o bus das 4.45.
Fiquei um bocado preocupado com ela dado que ela me tinha dito que ficou mal disposta depois de tomar banho. Se eu tivesse lá tinha-a levado ao hospital porque tenho pavor a paragens digestivas devido a tudo que tenha haver com agua. Ela esqueceu-se foi de referir que andou a beber vodka puro, daquele de 5euros, e que quando chegou a casa também se vomitou toda. Filha da Mãe!
Com esta maravilhosa historia de amor, ódio e vómito me despeço. Até Amanha.
sexta-feira, 27 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
DATA: 26-03-2009
HORAS: 00.50H
Estou aqui a escrever no meu pc offline, por isso e que ponho data e hora. Vamos fazer de conta que foi postado no dia tal á hora tal.
Hoje houve pillow fight no largo do jardim da sereia e eu fui (sim porque eu até costumo estar em quase todas). A J. não foi porque so saiu das aulas as 7h da noite, eu e o J. fomos de pillow na mão, dar porrada em todo que se mexia naquela nuvem de poeira que subitamente se levantou.
Aliviei todo o meu stress, que embora pareça pouco é significante e incomoda-me. Depois fui para casa, e, incrivelmente e inexplicavelmente, voltei-me a sentir um bocado sozinho e deprimido. Deteste esses momentos. Parece que ninguém quer saber de nós e que não sabemos bem o que havemos de fazer.
A J. ligou-me a dizer que estava a ficar doente e lá tive eu que lhe fornecer os meus “Cêgripes” e as minhas pastilhas para a garganta. Ela é realmente fantástica. Ligou na hora certa e fez-me sentir, para alem de acompanhado, melhor do que estava antes da pillow fight. Ela tem uns poderes incríveis. Nem a minha mãe me conhece tão bem. Ela sabe precisamente quando é que eu estou feliz, quando é que eu estou triste. Quando é que estou deprimido, quando é que estou eufórico. Quando é que preciso dela, e, inexplicavelmente consegue, talvez por telepatia, ligar ou ir ter comigo na hora exacta. Quantos de vocês é que se podem gabar de ter alguém que parece sentir quando é que vocês estão menos bem á distancia?
Já vos tinha dito que ela era fantástica não já?
Bom, e para a semana vem a C., uma amiga da J., fazer uma visita a ela e a Coimbra. Eu fiz sempre questão que a J. soubesse que para mim a C. é bem boa. Não me importava nada de dormir no meio das duas do tipo, todos de lado, agarrados na posição fetal. Que visão.
A C. não é um monumento mas é daquelas raparigas bastante engraçadas onde qualquer um gostaria de dar uma voltinha, e eu, não sou excepção. Contudo, e se não sabem quero-vos dar essa informação escrita na primeira pessoa, nunca fui infiel á J. não faço nem tenho tenções de o ser. Faz parte do macho elogiar uma fêmea, a diferença é que eu prefiro não guardar os pensamentos menos pecaminosos só para mim, gosto de partilha-lhos com a J. Na verdade ela até é, quase sempre, da mesma opinião que eu. Por exemplo, ambos apreciamos a caloira shakira.
Bom, até amanha gente.
---"---"---
Aqui estou eu a escrever novamente. Hoje fiz frequência a Pedologia - correu mal, mas também nunca leram aqui nada sobre alguma coisa ter corrido bem.
De qualquer maneira, quero deixar bem registado que tirei 16 a microbiologia...nem tudo é mau.
Bem, a razão pela qual escrevo hoje não está directamente ligada a mim, mas sim á J.
Hoje veio-me com uma conversa de que ia desistir do curso e que estava cansada e não sei quê. É um exemplo de que não sou só eu a ter duvidas sobre o meu futuro. Lá a tentei convencer de que os cursos no 1º ano são todos gerais e que a partir daqui as coisas serão mais práticas. Ela realmente tem uma certa razão quando diz que está farta daquilo. Aquele curso (Ciências farmacêuticas) no 1º semestre tem matemática que é coisa que ela odeia. No segundo semestre tem estatística onde precisa das bases de matemática que deu no semestre passado e 4 químicas diferentes (o curso tem no total 16 disciplinas relacionadas com quimica). Levanta-se de manha todos os dias para ter químicas estúpidas e estatística (aka matemática) que ela não consegue vomitar bem...porque no fundo a rapariguinha até percebe da cena.
Posto isto, resta-me continuar a relembra de que desistir é uma coisa muito estúpida de se fazer e que se ganha muito mais quando nos esforçamos um bocadinho mais. Ela é uma rapariga altamente inteligente, cheia de capacidades para ir muito longe - uma espécie em vias de extinção. Foi isso que ela me ensinou e se não fosse esse pensamento ainda hoje estaria no secundário.
Com isto me despeço. Hoje vou sair e não vou voltar muito cedo. Amanha tenho frequência a "André" e vou tirar má nota porque não sei nada nem vou estudar. Adeus.
HORAS: 00.50H
Estou aqui a escrever no meu pc offline, por isso e que ponho data e hora. Vamos fazer de conta que foi postado no dia tal á hora tal.
Hoje houve pillow fight no largo do jardim da sereia e eu fui (sim porque eu até costumo estar em quase todas). A J. não foi porque so saiu das aulas as 7h da noite, eu e o J. fomos de pillow na mão, dar porrada em todo que se mexia naquela nuvem de poeira que subitamente se levantou.
Aliviei todo o meu stress, que embora pareça pouco é significante e incomoda-me. Depois fui para casa, e, incrivelmente e inexplicavelmente, voltei-me a sentir um bocado sozinho e deprimido. Deteste esses momentos. Parece que ninguém quer saber de nós e que não sabemos bem o que havemos de fazer.
A J. ligou-me a dizer que estava a ficar doente e lá tive eu que lhe fornecer os meus “Cêgripes” e as minhas pastilhas para a garganta. Ela é realmente fantástica. Ligou na hora certa e fez-me sentir, para alem de acompanhado, melhor do que estava antes da pillow fight. Ela tem uns poderes incríveis. Nem a minha mãe me conhece tão bem. Ela sabe precisamente quando é que eu estou feliz, quando é que eu estou triste. Quando é que estou deprimido, quando é que estou eufórico. Quando é que preciso dela, e, inexplicavelmente consegue, talvez por telepatia, ligar ou ir ter comigo na hora exacta. Quantos de vocês é que se podem gabar de ter alguém que parece sentir quando é que vocês estão menos bem á distancia?
Já vos tinha dito que ela era fantástica não já?
Bom, e para a semana vem a C., uma amiga da J., fazer uma visita a ela e a Coimbra. Eu fiz sempre questão que a J. soubesse que para mim a C. é bem boa. Não me importava nada de dormir no meio das duas do tipo, todos de lado, agarrados na posição fetal. Que visão.
A C. não é um monumento mas é daquelas raparigas bastante engraçadas onde qualquer um gostaria de dar uma voltinha, e eu, não sou excepção. Contudo, e se não sabem quero-vos dar essa informação escrita na primeira pessoa, nunca fui infiel á J. não faço nem tenho tenções de o ser. Faz parte do macho elogiar uma fêmea, a diferença é que eu prefiro não guardar os pensamentos menos pecaminosos só para mim, gosto de partilha-lhos com a J. Na verdade ela até é, quase sempre, da mesma opinião que eu. Por exemplo, ambos apreciamos a caloira shakira.
Bom, até amanha gente.
---"---"---
Aqui estou eu a escrever novamente. Hoje fiz frequência a Pedologia - correu mal, mas também nunca leram aqui nada sobre alguma coisa ter corrido bem.
De qualquer maneira, quero deixar bem registado que tirei 16 a microbiologia...nem tudo é mau.
Bem, a razão pela qual escrevo hoje não está directamente ligada a mim, mas sim á J.
Hoje veio-me com uma conversa de que ia desistir do curso e que estava cansada e não sei quê. É um exemplo de que não sou só eu a ter duvidas sobre o meu futuro. Lá a tentei convencer de que os cursos no 1º ano são todos gerais e que a partir daqui as coisas serão mais práticas. Ela realmente tem uma certa razão quando diz que está farta daquilo. Aquele curso (Ciências farmacêuticas) no 1º semestre tem matemática que é coisa que ela odeia. No segundo semestre tem estatística onde precisa das bases de matemática que deu no semestre passado e 4 químicas diferentes (o curso tem no total 16 disciplinas relacionadas com quimica). Levanta-se de manha todos os dias para ter químicas estúpidas e estatística (aka matemática) que ela não consegue vomitar bem...porque no fundo a rapariguinha até percebe da cena.
Posto isto, resta-me continuar a relembra de que desistir é uma coisa muito estúpida de se fazer e que se ganha muito mais quando nos esforçamos um bocadinho mais. Ela é uma rapariga altamente inteligente, cheia de capacidades para ir muito longe - uma espécie em vias de extinção. Foi isso que ela me ensinou e se não fosse esse pensamento ainda hoje estaria no secundário.
Com isto me despeço. Hoje vou sair e não vou voltar muito cedo. Amanha tenho frequência a "André" e vou tirar má nota porque não sei nada nem vou estudar. Adeus.
domingo, 22 de março de 2009
E ja passou mais um fim-se-semana
e a semaninha da queima está cada vez mais proxima. Ja só falta quase 1 mês e já andamos todos ansiosos. Daqui a 2 semanas sao as férias da pascoa (eu, infelizmente so tenho uma semana de ferias). Abril cheira-me que vai passar depressa, o que é bastante bom porque a 1º semana de maio é NOSSA!
Coimbra é nossa, Coimbra é nossa,
Coimbra é nossa e há-de ser,
Coimbra é nossa e há-de ser,
Coimbra é nossa até MORRER!
Desculpem-me estes voos, mas estou com saudades de cortejos e desfiles. De ver milhares de estudantes trajados, centenas de centenas de caloiros a confraternizar. Beber o famoso traçadinho, berrar até ficar rouco...essas coisas todas.
Mudando de assunto, a J. esta a estudar ao domingo em casa(!). Tenho mesmo uma namorada agarrada aos livros. Estou a ver que eu é que vou ser a dona de casa e ela é que vai trazer o dinheiro para casa. Devia ser proibido estudar ao domingo, nem que nao se tenha mais nada para fazer.
Assim sendo, como fui trocado pelo estudo, vou sair daqui a bocado para ir tomar um café com o J. á associação. Ele vai-me por a par de toda a sua vida amorosa, dado que anda a tentar engatar 4 raparigas ao mesmo tempo. Ainda vou gostar de saber o que é que acontecerá se as 4 quiserem, ao mesmo tempo, alguma coisa com ele. De qualquer dos modos, eu cá estarei sempre para lhe dar os meus conselhos que servem de muito, ou pelo menos têm-lhe vindo a servir nos últimos meses. Ás minhas custas, esse menino facturou o que ele considerou de "a mulher mais melhor boa com quem eu estive".
Coimbra é nossa, Coimbra é nossa,
Coimbra é nossa e há-de ser,
Coimbra é nossa e há-de ser,
Coimbra é nossa até MORRER!
Desculpem-me estes voos, mas estou com saudades de cortejos e desfiles. De ver milhares de estudantes trajados, centenas de centenas de caloiros a confraternizar. Beber o famoso traçadinho, berrar até ficar rouco...essas coisas todas.
Mudando de assunto, a J. esta a estudar ao domingo em casa(!). Tenho mesmo uma namorada agarrada aos livros. Estou a ver que eu é que vou ser a dona de casa e ela é que vai trazer o dinheiro para casa. Devia ser proibido estudar ao domingo, nem que nao se tenha mais nada para fazer.
Assim sendo, como fui trocado pelo estudo, vou sair daqui a bocado para ir tomar um café com o J. á associação. Ele vai-me por a par de toda a sua vida amorosa, dado que anda a tentar engatar 4 raparigas ao mesmo tempo. Ainda vou gostar de saber o que é que acontecerá se as 4 quiserem, ao mesmo tempo, alguma coisa com ele. De qualquer dos modos, eu cá estarei sempre para lhe dar os meus conselhos que servem de muito, ou pelo menos têm-lhe vindo a servir nos últimos meses. Ás minhas custas, esse menino facturou o que ele considerou de "a mulher mais melhor boa com quem eu estive".
sexta-feira, 20 de março de 2009
Penetras, empata-fodas, estraga-quecas...
odeio-os a todos. Porque é que se colam a mim? Porquê?
Na quarta feira os mesmo de sempre foram ao ginásio e levamos a P. connosco porque também queria-se inscrever. Chegamos lá, e o responsável pelas inscrições disse-lhe que nem ela nem ninguém se poderiam inscrever porque as vagas fecharam. Para a menina não ir sozinha para casa, eu e a J. ficamos com ela 30min até o L. e o J. se cansarem de lá estar.
Eu já tinha em mente, muito antes de irmos para o ginásio, o programa todo para a noite de quarta. Tinha andado a pensar nele o dia todo e estava ansioso pelo fim de aulas para o concretizar. A P. colou-se a nós. Não queria ir jantar a casa e queria mitrar-se a nós. Queria e conseguiu que a J. é uma atada e não sabe mandar ninguém embora. A cena é que eu e ela andamos á meses a querer pizza á quarta-feira e decidimos que a iríamos comer nesta quarta. A P. começa a ganir, a dizer que ja tinha comido pizza no domingo, e que não lhe estava apetecer, e que também não sabia o que queria, e o caralho que a foda. Para alem de se mitrar, não queria comer o que nos íamos comer.
Eu caguei e fui tomar banho a J. que a aturasse e que a despacha-se.
Quando fui ter com ela a P. também la estava, decidiu-se pela pizza. Comeu, ficou-se por lá, fumou da minha erva, não me pagou nem me parece que vá pagar tão cedo a pizza. Há gente muito puta. É bem-feita não ter conseguido vaga no ginásio. Eu até gosto da rapariga, embora admita que já gostei mais. E até nem me importo que ela seja, de vez em quando, a nossa 3º pessoa, mas NAQUELA NOITE NÃO DAVA! Fiquei fodido e ainda estou.
Eu a pensar que, no máximo, ela ia jantar e bazar, mas nao! Decidiu la ficar e estragar-me a noite.
Falando de ontem, a D. (a gaja que se farta de chatear a J. por mensagens), fez o "favor" de nos convidar a ir ao NL (mais uma vez a estragarem-me a noite). Fomos a casa do J. para o convidar para sair, mas estava a haver um jogo de poker. A J. não estava a gostar muito de lá estar e então disse para irmos até casa ver um filme e não sei quê. Felizmente teve a decência necessária para mandar a D. com os porcos e dizer que não íamos a NL nenhum porque estávamos cansados.
Fomos até casa, brincamos aquilo que eu queria ter brincado há já muito tempo, rimos, comemos, jogamos cartas, conversamos...é assim que eu gosto de passar as noites. Não gosto de penetras, empada-fodas, entraga-quecas e todo esse tipo de gente.
Get a life or a real broyfriend.
Na quarta feira os mesmo de sempre foram ao ginásio e levamos a P. connosco porque também queria-se inscrever. Chegamos lá, e o responsável pelas inscrições disse-lhe que nem ela nem ninguém se poderiam inscrever porque as vagas fecharam. Para a menina não ir sozinha para casa, eu e a J. ficamos com ela 30min até o L. e o J. se cansarem de lá estar.
Eu já tinha em mente, muito antes de irmos para o ginásio, o programa todo para a noite de quarta. Tinha andado a pensar nele o dia todo e estava ansioso pelo fim de aulas para o concretizar. A P. colou-se a nós. Não queria ir jantar a casa e queria mitrar-se a nós. Queria e conseguiu que a J. é uma atada e não sabe mandar ninguém embora. A cena é que eu e ela andamos á meses a querer pizza á quarta-feira e decidimos que a iríamos comer nesta quarta. A P. começa a ganir, a dizer que ja tinha comido pizza no domingo, e que não lhe estava apetecer, e que também não sabia o que queria, e o caralho que a foda. Para alem de se mitrar, não queria comer o que nos íamos comer.
Eu caguei e fui tomar banho a J. que a aturasse e que a despacha-se.
Quando fui ter com ela a P. também la estava, decidiu-se pela pizza. Comeu, ficou-se por lá, fumou da minha erva, não me pagou nem me parece que vá pagar tão cedo a pizza. Há gente muito puta. É bem-feita não ter conseguido vaga no ginásio. Eu até gosto da rapariga, embora admita que já gostei mais. E até nem me importo que ela seja, de vez em quando, a nossa 3º pessoa, mas NAQUELA NOITE NÃO DAVA! Fiquei fodido e ainda estou.
Eu a pensar que, no máximo, ela ia jantar e bazar, mas nao! Decidiu la ficar e estragar-me a noite.
Falando de ontem, a D. (a gaja que se farta de chatear a J. por mensagens), fez o "favor" de nos convidar a ir ao NL (mais uma vez a estragarem-me a noite). Fomos a casa do J. para o convidar para sair, mas estava a haver um jogo de poker. A J. não estava a gostar muito de lá estar e então disse para irmos até casa ver um filme e não sei quê. Felizmente teve a decência necessária para mandar a D. com os porcos e dizer que não íamos a NL nenhum porque estávamos cansados.
Fomos até casa, brincamos aquilo que eu queria ter brincado há já muito tempo, rimos, comemos, jogamos cartas, conversamos...é assim que eu gosto de passar as noites. Não gosto de penetras, empada-fodas, entraga-quecas e todo esse tipo de gente.
Get a life or a real broyfriend.
terça-feira, 17 de março de 2009
[...]
Ontem fui ao ginásio e depois de jantarmos fomos sair por aí (eu, a J. e mais dois amigos nossos). A ideia de sair até foi da J. mas ainda nem sequer era 1h e ela ja se estava a queixar do sono. Tudo porque havia uma gaja a chatear por mensagens a queixar-se que nós a excluíamos do "grupo".
Para mim ela é uma gaja qualquer, um bocado fraca nalgumas ideias. Há 2 anos atrás éramos bastante amigos, mas eu tenho um dom qualquer que me permite ficar a saber de coisas sem que ninguém me as conte. Neste caso concreto, descobri que a gaja gosta bem de mais da minha J. É lesbiana, mas nem é esse o problema que eu até gosto de lésbicas. O problema é que ela é daquelas lésbicas não assumidas, que mantém uma relação heterossexual por causa da pila e para manter as aparências. Nunca irá sair do armário (e eu não tenho nada haver com isso, são coisas dela) mas as boquinhas que ela manda, a armar-se que leva com a pila são um bocado out - tenho pena de ser só eu a saber o quão out elas são.
Nunca contei nada disto a ninguém nem pretendo faze-lo. E se alguem ler isto não faz diferença, porque certamente não me conhece a mim nem a a ela. É que nem sequer mando daquelas piadinhas de mau gosto quando ela manda as suas piadinhas heterossexuais.
A partir do momento em que eu juntei todos esses factos ás demasiadas situações em que ela dizia uma coisa e fazia outra, tornou-se insuportável estar com ela da mesma maneira. Posso mesmo dizer que a passei a odiar. Não quero que pensem que a odeio por (ainda?) gostar da J., nem muito menos por ser lésbica, mas sim porque é uma lésbica não assumida e que faz questão de dizer que leva com a pila do namorado. Quando perdeu a virgindade já eu sabia que ela tinha aquela orientação sexual e foi um bocado repugnante, mas ao mesmo tempo ridicoló-divertida, a maneira como ela quis mostrar o "troféu".
Bom, voltando ao assunto inicial, ela mandou uma mensagem á J., quando nos estávamos a jantar do tipo: "queres ir tomar café?" A J. não respondeu porque não viu a mensagem. Passado 1h ela manda uma mensagem a dizer: "olha, obrigadinha pela resposta" (lá está ela a mandar uma boca quando demora dias (!) a responder a mensagens quando está 24 sobre 24 horas agarrada ao telemóvel).
A J. respondeu dizendo que "desculpa não ter respondido a horas, mas estamos a jantar nas cantinas". Por acaso também lá estavam os outros 2 amigos, mas foi uma coisa que foi combinada na hora (depois de sairmos do ginásio) e nao era propriamente um evento para o qual deveríamos ter convidado ou a ela, ou a outra pessoa qualquer. Ficou chateada porque achou que aquilo tinha sido combinado e que não lhe dissemos nada. Passado uns minutos, já nós estávamos no B.A.A.C., mandou uma mensagem comprida que dizia mais ou menos isto: "nao percebo porque é que tu o "UnkownOne, que sou eu" e o J. me andam a excluir. Vocês saem e deixaram-me de dizer para sair. Não percebo o que se passa, parece que não vos conheço, parece que já não sou bem-vinda"
A J. começou a ficar com cara de cão, mostra-me a mensagem e diz que se está a sentir mal por isto, e que acha que tem ou temos culpa de não lhe termos dito nada e blá blá blá.
Eu fartei-me de falar com ela, expliquei-lhe porque é que ela não se deveria sentir culpada. Faço questão de vos dizer porque é que nós não temos assim tanta culpa.
- Nao houve uma única vez que tivéssemos saído há noite e não lhe tivéssemos dito nada
- Houveram algumas (poucas) noites que saímos e que não lhe dissemos nada, MAS, foram dias em que o namoradinho dela estava cá e eles nunca saem do quarto, quanto mais de casa...de modos que não a quisemos interromper.
- Quando saímos á noite ela passa todo o tempo, mas mesmo todo o tempo, agarrada ao telemóvel, a falar com não sei quem, por mensagem ou por telefone. Faz-nos esperar, faz-nos parar no meio da rua porque ela esta parada a falar (mais uma vez), faz-nos ficar cá fora ao frio porque ela não pode entrar a falar ao telemóvel de madrugada nunca casa onde ja estão pessoas a dormir ect...
Por tudo isto, nem ela nem ninguém, muito menos eu que não quero ter nada haver com aquela menina, tem culpa de ela se sentir excluída. Sei perfeitamente que muitas vezes fazemos coisas sem a convidar, mas quando eu digo "fazemos" é eu e a J. mais o J., mas cenas que não são combinadas e que fazemos ou acontecem por acaso no momento (as "coisas" não incluem saídas á noite").
Uma vantagem que vai ser útil em toda a sua vida, é a capacidade que esta menina tem para chantagens psicológicas e de fazer com que as pessoas se sintam mal pela maneira doce com que fala. São palavras e discursos que eu já conheço de cor e que a mim nao me conseguem corromper. A J. é débil nesse aspecto, e mesmo nao tendo culpa de nada vai-se sempre sentir culpada.
Nao sei o que é que a J. lhe respondeu, mas obteve resposta do género: "não tens que te desculpar com nada nem muito menos a mim, só me sinto um bocado posta de parte"
A noite acabou porque alguém a estragou mesmo antes de ter começado. Sinto-me estúpido por ter andado tapado quase 3 anos acerca dela, mas ao mesmo tempo sinto-me feliz por ser o único que sabe bem o que ela esconde, compreende as razoes de muitas atitudes, e de não ir neste tipo de joguinhos lexicais. Cá estarei para tentar atenuar os efeitos das palavras dela sobre os outros.
Amanha tenho frequência a química, ainda nao estudei nada, não sei nada, nem vou estudar...vou-me tentar aplicar mais a bioquímica que a química já foi com os porcos. A J. hoje vais jantar e ver um filme a casa de umas amigas, eu fico por aqui abandonado portanto vou dar um giro até la fora - tomar um cafezinho e não sei quê.
Até amanha leitores imaginários.
Para mim ela é uma gaja qualquer, um bocado fraca nalgumas ideias. Há 2 anos atrás éramos bastante amigos, mas eu tenho um dom qualquer que me permite ficar a saber de coisas sem que ninguém me as conte. Neste caso concreto, descobri que a gaja gosta bem de mais da minha J. É lesbiana, mas nem é esse o problema que eu até gosto de lésbicas. O problema é que ela é daquelas lésbicas não assumidas, que mantém uma relação heterossexual por causa da pila e para manter as aparências. Nunca irá sair do armário (e eu não tenho nada haver com isso, são coisas dela) mas as boquinhas que ela manda, a armar-se que leva com a pila são um bocado out - tenho pena de ser só eu a saber o quão out elas são.
Nunca contei nada disto a ninguém nem pretendo faze-lo. E se alguem ler isto não faz diferença, porque certamente não me conhece a mim nem a a ela. É que nem sequer mando daquelas piadinhas de mau gosto quando ela manda as suas piadinhas heterossexuais.
A partir do momento em que eu juntei todos esses factos ás demasiadas situações em que ela dizia uma coisa e fazia outra, tornou-se insuportável estar com ela da mesma maneira. Posso mesmo dizer que a passei a odiar. Não quero que pensem que a odeio por (ainda?) gostar da J., nem muito menos por ser lésbica, mas sim porque é uma lésbica não assumida e que faz questão de dizer que leva com a pila do namorado. Quando perdeu a virgindade já eu sabia que ela tinha aquela orientação sexual e foi um bocado repugnante, mas ao mesmo tempo ridicoló-divertida, a maneira como ela quis mostrar o "troféu".
Bom, voltando ao assunto inicial, ela mandou uma mensagem á J., quando nos estávamos a jantar do tipo: "queres ir tomar café?" A J. não respondeu porque não viu a mensagem. Passado 1h ela manda uma mensagem a dizer: "olha, obrigadinha pela resposta" (lá está ela a mandar uma boca quando demora dias (!) a responder a mensagens quando está 24 sobre 24 horas agarrada ao telemóvel).
A J. respondeu dizendo que "desculpa não ter respondido a horas, mas estamos a jantar nas cantinas". Por acaso também lá estavam os outros 2 amigos, mas foi uma coisa que foi combinada na hora (depois de sairmos do ginásio) e nao era propriamente um evento para o qual deveríamos ter convidado ou a ela, ou a outra pessoa qualquer. Ficou chateada porque achou que aquilo tinha sido combinado e que não lhe dissemos nada. Passado uns minutos, já nós estávamos no B.A.A.C., mandou uma mensagem comprida que dizia mais ou menos isto: "nao percebo porque é que tu o "UnkownOne, que sou eu" e o J. me andam a excluir. Vocês saem e deixaram-me de dizer para sair. Não percebo o que se passa, parece que não vos conheço, parece que já não sou bem-vinda"
A J. começou a ficar com cara de cão, mostra-me a mensagem e diz que se está a sentir mal por isto, e que acha que tem ou temos culpa de não lhe termos dito nada e blá blá blá.
Eu fartei-me de falar com ela, expliquei-lhe porque é que ela não se deveria sentir culpada. Faço questão de vos dizer porque é que nós não temos assim tanta culpa.
- Nao houve uma única vez que tivéssemos saído há noite e não lhe tivéssemos dito nada
- Houveram algumas (poucas) noites que saímos e que não lhe dissemos nada, MAS, foram dias em que o namoradinho dela estava cá e eles nunca saem do quarto, quanto mais de casa...de modos que não a quisemos interromper.
- Quando saímos á noite ela passa todo o tempo, mas mesmo todo o tempo, agarrada ao telemóvel, a falar com não sei quem, por mensagem ou por telefone. Faz-nos esperar, faz-nos parar no meio da rua porque ela esta parada a falar (mais uma vez), faz-nos ficar cá fora ao frio porque ela não pode entrar a falar ao telemóvel de madrugada nunca casa onde ja estão pessoas a dormir ect...
Por tudo isto, nem ela nem ninguém, muito menos eu que não quero ter nada haver com aquela menina, tem culpa de ela se sentir excluída. Sei perfeitamente que muitas vezes fazemos coisas sem a convidar, mas quando eu digo "fazemos" é eu e a J. mais o J., mas cenas que não são combinadas e que fazemos ou acontecem por acaso no momento (as "coisas" não incluem saídas á noite").
Uma vantagem que vai ser útil em toda a sua vida, é a capacidade que esta menina tem para chantagens psicológicas e de fazer com que as pessoas se sintam mal pela maneira doce com que fala. São palavras e discursos que eu já conheço de cor e que a mim nao me conseguem corromper. A J. é débil nesse aspecto, e mesmo nao tendo culpa de nada vai-se sempre sentir culpada.
Nao sei o que é que a J. lhe respondeu, mas obteve resposta do género: "não tens que te desculpar com nada nem muito menos a mim, só me sinto um bocado posta de parte"
A noite acabou porque alguém a estragou mesmo antes de ter começado. Sinto-me estúpido por ter andado tapado quase 3 anos acerca dela, mas ao mesmo tempo sinto-me feliz por ser o único que sabe bem o que ela esconde, compreende as razoes de muitas atitudes, e de não ir neste tipo de joguinhos lexicais. Cá estarei para tentar atenuar os efeitos das palavras dela sobre os outros.
Amanha tenho frequência a química, ainda nao estudei nada, não sei nada, nem vou estudar...vou-me tentar aplicar mais a bioquímica que a química já foi com os porcos. A J. hoje vais jantar e ver um filme a casa de umas amigas, eu fico por aqui abandonado portanto vou dar um giro até la fora - tomar um cafezinho e não sei quê.
Até amanha leitores imaginários.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Morri
por uns momentos. Tenho andado desaparecido, eu sei,mas tenho varias razões. Uma delas é porque ainda estou doente (!). Não sei porque mas isto ainda não passou e neste momento estou com uma outite que me impede de ouvir muita coisa (ou quase tudo).
Na terça feira veio-o uma amiga do Porto para passar a noite por Coimbra. Fomos (eu a J. e mais uns amigos) busca-la á estação e de seguida fomos jantar.
Jantamos, fomos para a borguisse (ah e tal, finos á borla...já conseguem imaginar como é que acabou a noite).
As 7 e tal da manha cada um se deslocou para a respectiva casa, eu fui para casa da J. porque pronto, e a menina da visita relâmpago "dormiu" em casa da P. e não sei que.
Ontem, supostamente, só ia jantar com a J. as cantinas, mas acabei por ir ver um filme a minha casa, o que consequentemente fez com que ela dormisse me minha casa - a tentação é muito forme. MAS, e isto e importante para mim, conseguimos ir a tempo ás aulas das 8h.
Temos que fazer isto mais vezes.
Sem mais nada a acrescentar, despeço-me respeitosamente
UnkownOne
Na terça feira veio-o uma amiga do Porto para passar a noite por Coimbra. Fomos (eu a J. e mais uns amigos) busca-la á estação e de seguida fomos jantar.
Jantamos, fomos para a borguisse (ah e tal, finos á borla...já conseguem imaginar como é que acabou a noite).
As 7 e tal da manha cada um se deslocou para a respectiva casa, eu fui para casa da J. porque pronto, e a menina da visita relâmpago "dormiu" em casa da P. e não sei que.
Ontem, supostamente, só ia jantar com a J. as cantinas, mas acabei por ir ver um filme a minha casa, o que consequentemente fez com que ela dormisse me minha casa - a tentação é muito forme. MAS, e isto e importante para mim, conseguimos ir a tempo ás aulas das 8h.
Temos que fazer isto mais vezes.
Sem mais nada a acrescentar, despeço-me respeitosamente
UnkownOne
domingo, 8 de março de 2009
No expresso
Li uma noticia interessante no jornal "Expresso" sobre a sexualidade dos jovens de hoje.
Vou citar algumas passagens que eu considero interessantes:
""Tinha 13 anos quando tive relações sexuais pela primeira vez. Sentia muita curiosidade. Mas usei o preservativo, claro, não queria ficar grávida." (...) Como ela, Naíza, Fábio e Hugo estão reunidos na biblioteca da escola por terem aceite falar sobre sexualidade. Não há constrangimento, vergonha ou qualquer tipo de reserva. Os quatro conversam abertamente e reagem com naturalidade a todas as questões, mesmo as de foro mais íntimo. (...) Gonçalo, prestes a fazer 16 anos, aluno do Liceu Francês em Lisboa afirma com toda a naturalidade que desde os 14 sai à noite sempre com dois preservativos na carteira. "A ideia foi do meu padrasto, que mos começou a dar sem grande conversa à volta do assunto." Esta iniciativa não o embaraçou e se não iniciou a sua vida sexual foi por "não ter ainda estabilidade amorosa", pois na sua idade "as relações duram pouco tempo". Não é à toa que esta geração já foi apelidada de "monogâmicos em série".
Perdeu-se - ou vai-se ajustando conforme as circunstâncias - a fantasia do par ideal. "A minha irmã tem 16 anos e ainda é virgem", afirma Naíza timidamente, para logo reforçar com veemência, "mas digo-lhe sempre para só aceitar ter relações quando ela quiser mesmo". Inês sabe o que a amiga quer dizer. "É verdade. Muitas miúdas aceitam perder a virgindade por causa da insistência dos namorados ou então porque as amigas já experimentaram e também não gostam de ser as únicas a nunca terem experimentado. Uma rapariga com 18 anos ser virgem... pode acontecer. Mas é raro", sentencia Inês."
E ainda:
"Sexo, mentiras e adolescência
14 anos : início das relações sexuais dos rapazes
15 anos : início das relações sexuais das raparigas
86% das raparigas têm a 1.ª vez com namorados
64% dos rapazes têm a 1.ª vez com namoradas
96% destes jovens usaram preservativo
13% usaram a pílula
(Fonte: Estudo da APF realizado em 2008 com base em 2621 inquiridos)"
Retirado de: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/501349
Reflictam na peça e raleiam o post sobre "o que faz girar o mundo não é o sistema de rotação da terra"
E as coisas tendem em ficar cada vez mais precoces. Não existe idade para se perder a virgindade mas considero que 13, 14 ou 15 anos são idades demasiado pequenas. Penso ainda não exista a maturidade necessária para dar este passo. Falando sobre mim, acho que iniciei a minha vida sexual demasiado cedo e a minha namorada idem em aspas. No entanto tivemos a maturidade suficiente para perceber que a peça mais importante nisto tudo era um preservativo e não era um pénis dentro de uma vagina.
A maioria das pessoas até pode usar preservativo na primeira e segunda relação, mas certamente que hão de chegar a uma altura em que cagam literalmente para o uso do mesmo, vezes consecutivas, e no mês seguinte estão a ir a uma consulta de planeamento familiar.
Espero não estar a dar uma novidade a ninguém ao dizer que a pílula do dia seguinte não é uma método contraceptivo e que só funciona 2 ou 3 vezes no máximo. Querem-se prevenir prevenir usem o melhor método contraceptivo no mercado: preservativo.
Não o querem usar então levem as vossas namoradas ao ginecologista para lhes ser receitada a pílula adequada a elas. So faz sentido usar pílula se a relação estiver consolidada e se tiver 100% de confiança no parceiro. Sujeitos a "desvios" todos nós estamos, mas ao menos se algum dia vierem a acontecer, sejam sinceros e admitam que erraram e não queiram prejudicar uma pessoa que não tem culpa de nada. Usem a filha da puta do preservativo ou então brinquem sozinhos com a pilinha ou com o pipi.
Vou citar algumas passagens que eu considero interessantes:
""Tinha 13 anos quando tive relações sexuais pela primeira vez. Sentia muita curiosidade. Mas usei o preservativo, claro, não queria ficar grávida." (...) Como ela, Naíza, Fábio e Hugo estão reunidos na biblioteca da escola por terem aceite falar sobre sexualidade. Não há constrangimento, vergonha ou qualquer tipo de reserva. Os quatro conversam abertamente e reagem com naturalidade a todas as questões, mesmo as de foro mais íntimo. (...) Gonçalo, prestes a fazer 16 anos, aluno do Liceu Francês em Lisboa afirma com toda a naturalidade que desde os 14 sai à noite sempre com dois preservativos na carteira. "A ideia foi do meu padrasto, que mos começou a dar sem grande conversa à volta do assunto." Esta iniciativa não o embaraçou e se não iniciou a sua vida sexual foi por "não ter ainda estabilidade amorosa", pois na sua idade "as relações duram pouco tempo". Não é à toa que esta geração já foi apelidada de "monogâmicos em série".
Perdeu-se - ou vai-se ajustando conforme as circunstâncias - a fantasia do par ideal. "A minha irmã tem 16 anos e ainda é virgem", afirma Naíza timidamente, para logo reforçar com veemência, "mas digo-lhe sempre para só aceitar ter relações quando ela quiser mesmo". Inês sabe o que a amiga quer dizer. "É verdade. Muitas miúdas aceitam perder a virgindade por causa da insistência dos namorados ou então porque as amigas já experimentaram e também não gostam de ser as únicas a nunca terem experimentado. Uma rapariga com 18 anos ser virgem... pode acontecer. Mas é raro", sentencia Inês."
E ainda:
"Sexo, mentiras e adolescência
14 anos : início das relações sexuais dos rapazes
15 anos : início das relações sexuais das raparigas
86% das raparigas têm a 1.ª vez com namorados
64% dos rapazes têm a 1.ª vez com namoradas
96% destes jovens usaram preservativo
13% usaram a pílula
(Fonte: Estudo da APF realizado em 2008 com base em 2621 inquiridos)"
Retirado de: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/501349
Reflictam na peça e raleiam o post sobre "o que faz girar o mundo não é o sistema de rotação da terra"
E as coisas tendem em ficar cada vez mais precoces. Não existe idade para se perder a virgindade mas considero que 13, 14 ou 15 anos são idades demasiado pequenas. Penso ainda não exista a maturidade necessária para dar este passo. Falando sobre mim, acho que iniciei a minha vida sexual demasiado cedo e a minha namorada idem em aspas. No entanto tivemos a maturidade suficiente para perceber que a peça mais importante nisto tudo era um preservativo e não era um pénis dentro de uma vagina.
A maioria das pessoas até pode usar preservativo na primeira e segunda relação, mas certamente que hão de chegar a uma altura em que cagam literalmente para o uso do mesmo, vezes consecutivas, e no mês seguinte estão a ir a uma consulta de planeamento familiar.
Espero não estar a dar uma novidade a ninguém ao dizer que a pílula do dia seguinte não é uma método contraceptivo e que só funciona 2 ou 3 vezes no máximo. Querem-se prevenir prevenir usem o melhor método contraceptivo no mercado: preservativo.
Não o querem usar então levem as vossas namoradas ao ginecologista para lhes ser receitada a pílula adequada a elas. So faz sentido usar pílula se a relação estiver consolidada e se tiver 100% de confiança no parceiro. Sujeitos a "desvios" todos nós estamos, mas ao menos se algum dia vierem a acontecer, sejam sinceros e admitam que erraram e não queiram prejudicar uma pessoa que não tem culpa de nada. Usem a filha da puta do preservativo ou então brinquem sozinhos com a pilinha ou com o pipi.
sábado, 7 de março de 2009
Pitas
Há três tipos de inteligência: a inteligência humana, a inteligência animal e a semi-inteligência da pita.
Afinal o que é uma pita? O conceito de pita é hoje tão vasto, tão amplo (em contraposição com a mente da própria) que nos chega a ser difícil obtê-lo. Porém, através de uma generalização, uma pita pode ser definida como “uma adolescente com a mania de que já é uma mulher com muitos problemas quer de foro pessoal, quer de foro social, com uma personalidade não-própria que lhe foi embutida no seu inapto cérebro por elaboradas manobras de marketing e pela manipulação exercida pela sociedade que a rodeia."
Parte 1: Awakening: O despertar da pita.
Pré-adolescência. Nasce-lhes o primeiro pintelho ou ocorre qualquer outro fenómeno que lhes possa sugerir que estão um pouco mais próximas da maturidade e rapariga vira pita-temporal.
Até aqui, tudo bem. É uma fase normal que será ultrapassada por todas as raparigas detentoras de uma independência mental, ou seja, a capacidade de pensar por si próprias. Porém, em muitos casos, a independência mental ou nunca teve o seu lugar no seu cérebro ou foi-lhe retirada (talvez devido à educação que teve) e isso não acontece: a pita pré-adolescente entra na adolescência arrastando consigo uma mentalidade que já deveria fazer parte do passado. Surge então o dilema. A pita desejará chamar a atenção, sim. É essa a sua necessidade básica! Gente normal precisa de coisas como comer, beber e dormir, mas para as pitas tudo se centra em si próprias e no que os outros possam pensar dela. Para chamar a atenção, deverá então “evoluir” (se é que lhe podemos chamar de evolução) para uma subespécie de pita com características mais vincadas.
Parte 2: Raças: Os tipos de pita.
A desprezível pita temporal ramifica-se em mais e mais tipos de pita, cada uma com a sua forma de chamar a atenção, de nos tentar fazer compreender que elas já são mulheres semelhantes aos seus ídolos, e que possuem “problemas de adolescência".
Eis alguns desses tipos:
Pita Beta: Quem nunca se deparou com uma destas? Deslocando-se pelas escolas com todo o seu charme, emanando falsa seriedade e tentando fazer-nos acreditar que são mulheres sérias, educadas e perfeitamente adultas (apesar de por vezes nem quinze anos terem) estas raparigas são por muitos apelidadas de” betinhas”. Muito melosas no que toca ao romance e com a mania do cor de rosa, estas meninas tentam muitas vezes ser ingénuas, burras de propósito só porque, nas betinhas, fica muito bem ser se “loira-burra” (sem querer ofender as loiras).
Pita Hip-hop: Yo, props brother! How’s it goin’? Estas andam sempre vestidas como as gajas dos video-clips de hip-hop (vocês percebem o que quero dizer não, percebem?). “Adoram”, o hip-hop, o rap, armar-se em “pausadas” e fazer-nos acreditar que são damas do gueto (mesmo que morem num prédio de luxo). A mania que é boa e superior mantém-se como nos restantes tipos de pita.
Pita Revoltada: “Ai que ninguém me compreende!” é o pensamento característico deste tipo. Estão sempre a querer mostrar que são incompreendidas e portadoras de uma vida cheia de problemas “de adolescente” e crises existenciais. Observemos o seguinte exemplo: Se a sua mãe lhe diz que deve ir à escola, ela fecha-se no quarto e chora amarrada à almofada só porque a mãe a “pressiona demais nos estudos”. MAS se a mãe não lhe disser nada disso, fecha-se na mesma no quarto e chora por ter uma mãe que não se preocupa com os seus estudos. Rapazes, tenham muito cuidado se namorarem com uma destas! Se lhe derem uma prenda, queixam-se que a mimam demasiado ou que só lhe deram a prenda por terem pena dela e não por amor. Se não lhe derem, dizem que são maus namorados e que não querem saber dela. Em ambos os casos, ela fecha se no quarto a chorar. Enfim, do seu ponto de vista, ninguém as compreende
Fashion-victims (também conhecidas por “Popstars” ou “Pornstars”): São sempre muito fashions e populares. Vestidas com as roupas “da moda” (o que para elas significa igual às personagens das novelas ou às cantoras) deslocam-se com aquele ar senhoril de superioridade pelas escolas. Muitas delas armam-se em ricas e passam o tempo a rir-se de quem por elas passa com um sentido estético que não o delas. Possuem sempre pitas “wannabee’s” ou imitadoras como resguardo.
Pita Pseudo-Gótica: Muito revoltada com o mundo (mas acaba por ter mais razão que a pita revoltada). Segundo elas, só as amigas é que a compreendem. Gostam de se mostrar fascinadas pelas trevas, por bruxas, vampiros, etc. e vestem-se como tal. Gostam de ouvir “música gótica” o que para elas significa “Linkin Park” ou “Within Temptation”.
Pita Lésbica: Já alguma vez tentaram engatar ou estar sozinhos com uma rapariga mas não conseguiram por causa do raio da amiga que não a larga e vos faz um olhar ameaçador? A gaja que vos incomoda é uma pita lésbica. Anda sempre atrás da amiga, o que gera a síndrome do “se-ela-se-atira-ao-caralho-do-poço-eu-também-me-atiro”. Se a amiga vai à casa de banho, ela também tem que ir ou a amizade acaba. Uma delas vai para a cama com o namorado? Não pode ir sem a outra porque tem pena que a outra fique sozinha. Têm que ir as duas (neste caso, sorte a do namorado).
Pita Imitadora/Wannabe: Se as pitas já sofrem de falta de personalidade, então esta é o apocalipse da independência mental. Adquire uma personalidade igual à do grupo em que se insere: se anda com as góticas, arma se em gótica; se anda com as hip-hop, arma-se em hip-hop (mesmo que não saiba quem é o 50cent).
Pita Feia: É feia que nem um chino, até mete medo. Todos o sabem. Dentro deste tipo de pita, há dois tipos: as que sabem que são feias e como tal são anti-sociais, deprimidas e fechadas e as que não o sabem e julgam-se tão boas como os outros tipos de pita. Muitas vezes as que sabem que são feias são gozadas pelas outras pitas e idolatram aquelas personagens de filmes e novelas que começam por ser feias e se tornam as populares. Enfim, a beleza não trás felicidade mas ajuda.
Parte 3: Mas ela sabe falar!: Comunicação.
I) Escrever ou teclar:
Comunicam muito por SMS e MSN. Todas elas escrevem da repugnante forma que todos nós já conhecemos:
1) Metem pelo menos um X ou um H desnecessário em cada palavra só porque “fikaH giruH naX palavraX”.
2) U’s um vez de O's “AmUh-te TiAgUh”.
3) W’s em vez de R ou L: “AdOwo-teh mana, ex WindAh :DDDD”.
4) Alternam consecutivamente entre letras maiúsculas e minúsculas: “oWa TaX bOa??????????????????”
Uma realidade curiosa é o facto de os seus nicknames de MSN terem que mostrar que elas possuem uma vida amorosa, sentimental e “tipicamente adolescente”. Vejamos os exemplos:
Exemplo 1: '$'#666 HuAnItAh =))) "AdOwO-vUx Mt MiGaX =))))) NaUm XeI o K fAxIaH xEm vOxEx =)))"
Exemplo 2: '$'#69 LiLiAnAh (l)(F) "Adoro-te Tiago, adoro-te Francisco, Adoro-te Mana, Adoro-te Joana... adoro-te Marlene...." …a lista continua… "... adoro-te Ricky, amo-te TiAgUh =)))"
Exemplo 3:: mAwI@niTah_FufinhAh (Ontem à NOITE na dixCUtEkA FOih De maix! :DDDD) (Mesmo que tenha ido à discoteca à um mês. É só para dizer que lá foi.)
Depois temos os nicks das pitas pseudo-góticas. É comum o uso de cruzes ou quaisquer outros símbolos e, é claro, palavras como inferno, dor, trevas, vampira, evil suicide, morbid, etc. Observem:
Exemplo 1: †.. Vampira Obscura do Inferno cheio de Sangue ..† "Amo-te muito mas quero morrer porque a vida é uma merda."
Exemplo 2: †.. Deusa da Morte sem Fim e da tortura miserável, cruel, infernal e flagelante ..† "Adoro-te muito mor, mas quero morrer."
Em suma, as pitas não só possuem uma fraca capacidade mental como também não se sabem exprimir convenientemente.
É muito cómico contradizer uma pita. Ela responder-vos-á com frases que aprendeu nas novelas de moda (“Morangos com Merda”, “New Wa…”, “Queridas Fer…”) só para que nós acreditemos que possuem sentimentos próprios e uma maneira de pensar muito própria. Toda a pita “argumenta” com fases do tipo: “Cada um dix o que sabe.”, “Não me compreendes por isso não digax nada!”, “Ofendes os sentimentox das otrax pexoas e elas ficam zangadas contigu” “Eu já sou crexida e faxo o k me apetece!!!”, “Nao tenx o direito de dixer ixo!!!!!” e “Não me xames pita!”.
Discutir/debater um assunto com uma pita é mesmo hilariante. Elas não só argumentam sempre com frases feitas (muitas vezes retiradas das novelas pois é de lá que vêm todo o seu vocabulário e praticamente toda a sua mentalidade) como são completamente incoerentes (ora dizem uma coisa, ora dizem outra coisa contrária ao que tinham dito e atrapalham-se muito com isso), o que as torna facilmente manipuláveis.
Conclusão:
As pitas não são mais do que seres humanos como nós, feitos de carne, pele e osso, cuja única diferença consiste na sua mente. A mente de uma pita é como que um plástico. Um plástico que é moldado pela sociedade, pelas massas de uma forma mais drástica do que nos restantes humanos e que é facilmente manipulada por manobras de marketing que visam aproveitar-se dele (do género “novelas”, e “pseudo-bandas”). Com as raparigas da actualidade a serem “educadas” desta forma, não podemos esperar um futuro mais negro. A educação deveria ser um processo de desenvolvimento, uma evolução pessoal e não um simples mimetismo daquilo que nos rodeia ou nos é imposto.
Resta-me deixar uma mensagem de “parabéns” e agradecimento a todas as raparigas que entraram na adolescência sem arrastar consigo o “fardo da pitisse”. É com raparigas como vocês que este mundo se pode tornar num lugar menos mau.
Afinal o que é uma pita? O conceito de pita é hoje tão vasto, tão amplo (em contraposição com a mente da própria) que nos chega a ser difícil obtê-lo. Porém, através de uma generalização, uma pita pode ser definida como “uma adolescente com a mania de que já é uma mulher com muitos problemas quer de foro pessoal, quer de foro social, com uma personalidade não-própria que lhe foi embutida no seu inapto cérebro por elaboradas manobras de marketing e pela manipulação exercida pela sociedade que a rodeia."
Parte 1: Awakening: O despertar da pita.
Pré-adolescência. Nasce-lhes o primeiro pintelho ou ocorre qualquer outro fenómeno que lhes possa sugerir que estão um pouco mais próximas da maturidade e rapariga vira pita-temporal.
Até aqui, tudo bem. É uma fase normal que será ultrapassada por todas as raparigas detentoras de uma independência mental, ou seja, a capacidade de pensar por si próprias. Porém, em muitos casos, a independência mental ou nunca teve o seu lugar no seu cérebro ou foi-lhe retirada (talvez devido à educação que teve) e isso não acontece: a pita pré-adolescente entra na adolescência arrastando consigo uma mentalidade que já deveria fazer parte do passado. Surge então o dilema. A pita desejará chamar a atenção, sim. É essa a sua necessidade básica! Gente normal precisa de coisas como comer, beber e dormir, mas para as pitas tudo se centra em si próprias e no que os outros possam pensar dela. Para chamar a atenção, deverá então “evoluir” (se é que lhe podemos chamar de evolução) para uma subespécie de pita com características mais vincadas.
Parte 2: Raças: Os tipos de pita.
A desprezível pita temporal ramifica-se em mais e mais tipos de pita, cada uma com a sua forma de chamar a atenção, de nos tentar fazer compreender que elas já são mulheres semelhantes aos seus ídolos, e que possuem “problemas de adolescência".
Eis alguns desses tipos:
Pita Beta: Quem nunca se deparou com uma destas? Deslocando-se pelas escolas com todo o seu charme, emanando falsa seriedade e tentando fazer-nos acreditar que são mulheres sérias, educadas e perfeitamente adultas (apesar de por vezes nem quinze anos terem) estas raparigas são por muitos apelidadas de” betinhas”. Muito melosas no que toca ao romance e com a mania do cor de rosa, estas meninas tentam muitas vezes ser ingénuas, burras de propósito só porque, nas betinhas, fica muito bem ser se “loira-burra” (sem querer ofender as loiras).
Pita Hip-hop: Yo, props brother! How’s it goin’? Estas andam sempre vestidas como as gajas dos video-clips de hip-hop (vocês percebem o que quero dizer não, percebem?). “Adoram”, o hip-hop, o rap, armar-se em “pausadas” e fazer-nos acreditar que são damas do gueto (mesmo que morem num prédio de luxo). A mania que é boa e superior mantém-se como nos restantes tipos de pita.
Pita Revoltada: “Ai que ninguém me compreende!” é o pensamento característico deste tipo. Estão sempre a querer mostrar que são incompreendidas e portadoras de uma vida cheia de problemas “de adolescente” e crises existenciais. Observemos o seguinte exemplo: Se a sua mãe lhe diz que deve ir à escola, ela fecha-se no quarto e chora amarrada à almofada só porque a mãe a “pressiona demais nos estudos”. MAS se a mãe não lhe disser nada disso, fecha-se na mesma no quarto e chora por ter uma mãe que não se preocupa com os seus estudos. Rapazes, tenham muito cuidado se namorarem com uma destas! Se lhe derem uma prenda, queixam-se que a mimam demasiado ou que só lhe deram a prenda por terem pena dela e não por amor. Se não lhe derem, dizem que são maus namorados e que não querem saber dela. Em ambos os casos, ela fecha se no quarto a chorar. Enfim, do seu ponto de vista, ninguém as compreende
Fashion-victims (também conhecidas por “Popstars” ou “Pornstars”): São sempre muito fashions e populares. Vestidas com as roupas “da moda” (o que para elas significa igual às personagens das novelas ou às cantoras) deslocam-se com aquele ar senhoril de superioridade pelas escolas. Muitas delas armam-se em ricas e passam o tempo a rir-se de quem por elas passa com um sentido estético que não o delas. Possuem sempre pitas “wannabee’s” ou imitadoras como resguardo.
Pita Pseudo-Gótica: Muito revoltada com o mundo (mas acaba por ter mais razão que a pita revoltada). Segundo elas, só as amigas é que a compreendem. Gostam de se mostrar fascinadas pelas trevas, por bruxas, vampiros, etc. e vestem-se como tal. Gostam de ouvir “música gótica” o que para elas significa “Linkin Park” ou “Within Temptation”.
Pita Lésbica: Já alguma vez tentaram engatar ou estar sozinhos com uma rapariga mas não conseguiram por causa do raio da amiga que não a larga e vos faz um olhar ameaçador? A gaja que vos incomoda é uma pita lésbica. Anda sempre atrás da amiga, o que gera a síndrome do “se-ela-se-atira-ao-caralho-do-poço-eu-também-me-atiro”. Se a amiga vai à casa de banho, ela também tem que ir ou a amizade acaba. Uma delas vai para a cama com o namorado? Não pode ir sem a outra porque tem pena que a outra fique sozinha. Têm que ir as duas (neste caso, sorte a do namorado).
Pita Imitadora/Wannabe: Se as pitas já sofrem de falta de personalidade, então esta é o apocalipse da independência mental. Adquire uma personalidade igual à do grupo em que se insere: se anda com as góticas, arma se em gótica; se anda com as hip-hop, arma-se em hip-hop (mesmo que não saiba quem é o 50cent).
Pita Feia: É feia que nem um chino, até mete medo. Todos o sabem. Dentro deste tipo de pita, há dois tipos: as que sabem que são feias e como tal são anti-sociais, deprimidas e fechadas e as que não o sabem e julgam-se tão boas como os outros tipos de pita. Muitas vezes as que sabem que são feias são gozadas pelas outras pitas e idolatram aquelas personagens de filmes e novelas que começam por ser feias e se tornam as populares. Enfim, a beleza não trás felicidade mas ajuda.
Parte 3: Mas ela sabe falar!: Comunicação.
I) Escrever ou teclar:
Comunicam muito por SMS e MSN. Todas elas escrevem da repugnante forma que todos nós já conhecemos:
1) Metem pelo menos um X ou um H desnecessário em cada palavra só porque “fikaH giruH naX palavraX”.
2) U’s um vez de O's “AmUh-te TiAgUh”.
3) W’s em vez de R ou L: “AdOwo-teh mana, ex WindAh :DDDD”.
4) Alternam consecutivamente entre letras maiúsculas e minúsculas: “oWa TaX bOa??????????????????”
Uma realidade curiosa é o facto de os seus nicknames de MSN terem que mostrar que elas possuem uma vida amorosa, sentimental e “tipicamente adolescente”. Vejamos os exemplos:
Exemplo 1: '$'#666 HuAnItAh =))) "AdOwO-vUx Mt MiGaX =))))) NaUm XeI o K fAxIaH xEm vOxEx =)))"
Exemplo 2: '$'#69 LiLiAnAh (l)(F) "Adoro-te Tiago, adoro-te Francisco, Adoro-te Mana, Adoro-te Joana... adoro-te Marlene...." …a lista continua… "... adoro-te Ricky, amo-te TiAgUh =)))"
Exemplo 3:: mAwI@niTah_FufinhAh (Ontem à NOITE na dixCUtEkA FOih De maix! :DDDD) (Mesmo que tenha ido à discoteca à um mês. É só para dizer que lá foi.)
Depois temos os nicks das pitas pseudo-góticas. É comum o uso de cruzes ou quaisquer outros símbolos e, é claro, palavras como inferno, dor, trevas, vampira, evil suicide, morbid, etc. Observem:
Exemplo 1: †.. Vampira Obscura do Inferno cheio de Sangue ..† "Amo-te muito mas quero morrer porque a vida é uma merda."
Exemplo 2: †.. Deusa da Morte sem Fim e da tortura miserável, cruel, infernal e flagelante ..† "Adoro-te muito mor, mas quero morrer."
Em suma, as pitas não só possuem uma fraca capacidade mental como também não se sabem exprimir convenientemente.
É muito cómico contradizer uma pita. Ela responder-vos-á com frases que aprendeu nas novelas de moda (“Morangos com Merda”, “New Wa…”, “Queridas Fer…”) só para que nós acreditemos que possuem sentimentos próprios e uma maneira de pensar muito própria. Toda a pita “argumenta” com fases do tipo: “Cada um dix o que sabe.”, “Não me compreendes por isso não digax nada!”, “Ofendes os sentimentox das otrax pexoas e elas ficam zangadas contigu” “Eu já sou crexida e faxo o k me apetece!!!”, “Nao tenx o direito de dixer ixo!!!!!” e “Não me xames pita!”.
Discutir/debater um assunto com uma pita é mesmo hilariante. Elas não só argumentam sempre com frases feitas (muitas vezes retiradas das novelas pois é de lá que vêm todo o seu vocabulário e praticamente toda a sua mentalidade) como são completamente incoerentes (ora dizem uma coisa, ora dizem outra coisa contrária ao que tinham dito e atrapalham-se muito com isso), o que as torna facilmente manipuláveis.
Conclusão:
As pitas não são mais do que seres humanos como nós, feitos de carne, pele e osso, cuja única diferença consiste na sua mente. A mente de uma pita é como que um plástico. Um plástico que é moldado pela sociedade, pelas massas de uma forma mais drástica do que nos restantes humanos e que é facilmente manipulada por manobras de marketing que visam aproveitar-se dele (do género “novelas”, e “pseudo-bandas”). Com as raparigas da actualidade a serem “educadas” desta forma, não podemos esperar um futuro mais negro. A educação deveria ser um processo de desenvolvimento, uma evolução pessoal e não um simples mimetismo daquilo que nos rodeia ou nos é imposto.
Resta-me deixar uma mensagem de “parabéns” e agradecimento a todas as raparigas que entraram na adolescência sem arrastar consigo o “fardo da pitisse”. É com raparigas como vocês que este mundo se pode tornar num lugar menos mau.
Doente
Ontem a noite deu-me um ataque de gripe tão rápido! Passei muito mal a noite, tive febre, dor de garganta e essas merdas todas.
Coincidencia ou nao, ontem dormi com a J. e a noite fiquei doente. Da ultima vez que dormi em casa dela, há duas semanas atrás, também fiquei com dores de garganta. Anda por lá uma cena qualquer que me põe doente.
Queria ficar fixe que era para poder ir ao ginasio na terça. Espero que amanha esteja bem melhor.
Até amanha.
Coincidencia ou nao, ontem dormi com a J. e a noite fiquei doente. Da ultima vez que dormi em casa dela, há duas semanas atrás, também fiquei com dores de garganta. Anda por lá uma cena qualquer que me põe doente.
Queria ficar fixe que era para poder ir ao ginasio na terça. Espero que amanha esteja bem melhor.
Até amanha.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Hoje
o dia correu-me bem. Digamos que faltei ás duas primeiras aulas e fui só a química. Fiz os trabalhos de inglês na aula - portanto foi uma aula bastante produtiva. A frequência da tarde correu-me lindamente.
Fui buscar a J. á faculdade, viemos os dois a chuva até casa. Equipamo-nos, fomos ao ginásio com uns amigos. Pedalei 8km, 100 abdominais e fiz 2000m de braços. Como eu disse, o dia correu-me bem e foi produtivo. Como ela me disse: "daqui a uns dias estamos em excelente forma e toda agente vai querer fazer sexo connosco" (risos).
Não estou cansado, dava um queca agora mesmo e em cima do teclado do portátil depois de tantos kilometros, mas a J. amanha tem aulas as 8 e está a acabar um relatório para ser entregue amanha.
Combinamos ir jantar ao Dolce Vita, depois somos capazes de ir ao Bingo e, se correr tao bem ou melhor que da ultima vez que por lá passamos, vamos socializar para o um convívio qualquer.
Nao tenho mais nada a acrescentar e vou-me ficar porque aqui que esta-me apetecer jogar.
Até amanha.
Fui buscar a J. á faculdade, viemos os dois a chuva até casa. Equipamo-nos, fomos ao ginásio com uns amigos. Pedalei 8km, 100 abdominais e fiz 2000m de braços. Como eu disse, o dia correu-me bem e foi produtivo. Como ela me disse: "daqui a uns dias estamos em excelente forma e toda agente vai querer fazer sexo connosco" (risos).
Não estou cansado, dava um queca agora mesmo e em cima do teclado do portátil depois de tantos kilometros, mas a J. amanha tem aulas as 8 e está a acabar um relatório para ser entregue amanha.
Combinamos ir jantar ao Dolce Vita, depois somos capazes de ir ao Bingo e, se correr tao bem ou melhor que da ultima vez que por lá passamos, vamos socializar para o um convívio qualquer.
Nao tenho mais nada a acrescentar e vou-me ficar porque aqui que esta-me apetecer jogar.
Até amanha.
Fui
dar um giro lá fora. Fui tomar um cafézito e cheguei agora. Estava um rapazito a ir praticamente em coma para o hospital. Nao se mexia, estava estendido no chão, a gregar-se todo mas já um bocado inconsciente. Ja la estava uma ambulancia para o levar. Opá acho que é um bocado impossivel chegar-se a este estado. Uma coisa é beber, ficar-se bebedo (mas bebedo mesmo. Nao ver absolutamente nada á frente) e cabritar-se todo. Outra coisa é chegar ao ponto de ficar incosciente, deitado no chão, não se mexer e a deitar tudo cá para fora...é mau. É mau para quem está connosco e para nós proprios. Pagar para ficar bebedo e virar o barco, é um desperdicio de dinheiro. Depois os outro que nos aturem. Digamos que não é nada bom aturar bebedos. Imagino que sofram comigo quando fico assim, mas ultimamente tenho andado na linha.
Antes de me ir embora, é so para dizer que fui hoje ao ginasio pela primeira vez e vou continuar a ir porque aquilo é, devéras, muito bem frequentado. Além disso trabalho musculos que desconhecia ter. Sinto-me mais rijo.
Amanha vou lá com a J.
Até amanha.
Antes de me ir embora, é so para dizer que fui hoje ao ginasio pela primeira vez e vou continuar a ir porque aquilo é, devéras, muito bem frequentado. Além disso trabalho musculos que desconhecia ter. Sinto-me mais rijo.
Amanha vou lá com a J.
Até amanha.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Para que conste
hoje nao se passou nada de especial. Digamos que foi um dia de merda. Casa escola, escola casa. Dormi até tarde, hoje nao vou ter sono tão cedo e, mais uma vez, vou me ver grego para pregar sono. Quero ver como é que me vou levantar quarta-feira as 8h.
Ás vezes nao gosto da vida que levo. Não faço nada de jeito nem de util. Amanha vou ter frequencia e pouco ou nada estudei...o que nao significa que não saiba nada. Vamos lá ver como é que aquioo vai correr.
Até amanha.
Ás vezes nao gosto da vida que levo. Não faço nada de jeito nem de util. Amanha vou ter frequencia e pouco ou nada estudei...o que nao significa que não saiba nada. Vamos lá ver como é que aquioo vai correr.
Até amanha.
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